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Foto João Pedro Morais

Ricardo Costa: "Acredito que a minha equipa é capaz de ganhar em Aalborg"

Por Sporting CP
29 Abr, 2026

Reacção à primeira mão dos quartos-de-final da EHF Champions League

Em conferência de imprensa, após o jogo, o treinador Ricardo Costa fez o rescaldo do empate com o Aalborg Håndbold (31-31) nesta primeira mão dos quartos-de-final da EHF Champions League.

Hipóteses de apuramento após o empate
“Vou ser muito transparente. Muito orgulho e muito contente com a minha equipa, disse-lhes isso no balneário. Se era importante ganharmos por dois ou com três e sair daqui super happy [muito contentes]? O que é que isso significa? Estamos empatados no intervalo [da eliminatória] entre dois jogos e eu acredito que a minha equipa é capaz de ganhar em Aalborg. A dificuldade é imensa, porque do outro lado está uma equipa de super-craques. Se eu tivesse de idealizar um jogo seria exactamente como aconteceu. Não acreditava que fossemos ganhar por dez, nem acreditava que a eliminatória ia sair resolvida daqui. Se era importante o André [Kristensen] para o último livre de sete metros? Para mim, não, e parabéns pelo jogo que fez. As sensações que eu tenho? Podemos fazer mais e melhor, há muita coisa para corrigir, mas estamos onde queremos. O importante é ganhar no sábado, sermos Campeões e irmos à Dinamarca com as nossas legítimas expectativas.”

A aposta no 7v6 em certos momentos do jogo
“Foi improviso completo (risos). Não, não. Sabem que eu não gosto de jogar em 7v6, mas o Aalborg Håndbold defende muito bem e nós tentámos surpreendê-los um pouco e abrir mais espaços para situações de 1v1. Não é algo que façamos durante 60 minutos, apenas numa parte do jogo. O Aalborg Håndbold jogou menos em 7v6 do que é habitual, quando o fez fizemos dois golos de baliza vazia.”

Trocas entre Edy Silva e Christian Moga
“Nos primeiros 10 ou 15 minutos, precisámos de recuperar defensivamente, especialmente o pivô que estiver a jogar no ataque. O Victor Romero não pode defender em posição central, significa que o Moga teria de atacar, mas como normalmente não o faz, tínhamos de escolher um pivô capaz de fazer as duas coisas. Sabíamos que o Moga, pela altura, pode condicionar mais o remate exterior adversário, mas numa parte inicial, em que podia haver contra-ataques, decidimos assim [pelo Edy Silva].”

A segunda mão na Dinamarca
“O jogo fora é sempre diferente, sem os nossos adeptos, que hoje nos ajudaram. Jogámos realmente bem em Plock, por exemplo, o empate dá-nos o alento de que podemos estar a 60 minutos de Colónia. Sabemos da dificuldade, mas acreditámos a cem por cento nisso. (…) Hoje estivemos ao nível exigido e lá temos de ser a mesma equipa.”