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Português, Portugal

Convocados para o Sporting CP-Benfica

Por Jornal Sporting
05 maio, 2018

Lista de jogadores eleitos por Jorge Jesus para o encontro da 33.ª jornada da I Liga

O treinador da equipa principal de futebol do Sporting Clube de Portugal, Jorge Jesus, divulgou este sábado a lista de jogadores convocados para o duelo frente ao Benfica, referente à 33.ª jornada da I Liga, que se irá realizar no Estádio José Alvalade, pelas 20h30.

Confira a lista de convocados: 

1 - Rui Patrício 
4 - Sebastián Coates
5 - Fábio Coentrão  
8 - Bruno Fernandes 
9 - Marcos Acuña 
13 - Stefan Ristovski 
14 - William Carvalho
15 - Lumor Agbenyenu
16 - Rodrigo Battaglia 
18 - Romain Salin
20 - Bryan Ruiz 
22 - Jérémy Mathieu 
25 - Radosav Petrovic 
27 - Josip Misic 
28 - Bas Dost
37 - Marcus Wendel
40 - Fredy Montero
66 - João Palhinha
77 - Gelson Martins
88 - Seydou Doumbia
92 - Cristiano Piccini 

Foto César Santos

"Queremos trazer os três pontos para Lisboa"

Por Jornal Sporting
04 maio, 2018

Pedro Gil está focado na vitória dos leões e apelou ao apoio dos Sportinguistas em Barcelos

De regresso aos rinques após 28 dias de suspensão, Pedro Gil tem apenas um pensamento: vencer este sábado na deslocação do Sporting CP ao Óquei de Barcelos (21h30), em jogo da 22.ª jornada do Campeonato Nacional. Mesmo que pela frente esteja um adversário que deixa antever um duelo complicado para a formação verde e branca.

"Esperamos muitas dificuldades. Sabemos do seu valor e que em casa são fortes, perdendo poucos pontos. Chegam de uma derrota nos penáltis da final da Taça CERS e de certeza que vão querer ganhar", começou por dizer o jogador leonino, que volta a ser opção pelo míster Paulo Freitas, deixando claro que o foco na vitória é total.

"O objectivo mais importante é ganhar, somar três pontos e continuar na liderança do campeonato. Sabemos que faltam poucas jornadas e qualquer ponto que se perca no caminho pode ser fatal na conquista do título. É com esse pensamento que vamos a Barcelos, para trazermos os três pontos para Lisboa", explicou.

Na liderança da tabela classificativa, o Sporting CP atravessa um bom momento desportivo, a todos os níveis, como se pode constatar através das palavras de Pedro Gil. "O sentimento é muito positivo. Quando se é líder de um campeonato como este, muito difícil, só se pode estar esperançado e com confiança. Estamos a trabalhar bem e preparados para as lutas que estão no nosso caminho", sublinhou, antes de apelar à Onda Verde em Barcelos.

"Os adeptos acompanham-nos sempre, seja em casa ou fora. Com a ajuda deles é sempre mais fácil conseguir pontos. Vamos dar o máximo por eles, que de coração ou em espírito estão sempre connosco", rematou.

Foto Mário Vasa

“Barcelos é tradicionalmente um rinque complicado”

Por Jornal Sporting
03 maio, 2018

Ricardo Gomes alertou para as dificuldades que os leões vão ter na próxima 'final'

Em alerta. Depois do triunfo caseiro frente ao HC Braga (5-3), a equipa de hóquei em patins do Sporting CP já prepara, “com cautelas”, a deslocação de sábado ao Óquei de Barcelos (21h30), referente à 22.ª jornada do Campeonato Nacional.

“Barcelos é tradicionalmente um rinque complicado e que coloca sempre dificuldades às equipas que passam por lá. Têm um registo muito positivo em casa com as equipas teoricamente mais fortes. Por isso, estamos a preparar o jogo com a maior das cautelas”, começou por dizer Ricardo Gomes, treinador-adjunto verde e branco, revelando aquela que poderá ser a fórmula para o sucesso em mais uma 'final'.

“Queremos continuar com a nossa identidade. Ou seja, preocupar-nos apenas com este jogo, ao nível dos comportamentos ofensivos e defensivos, com algum conhecimento e respeito pelo adversário. Ainda assim, será a nossa equipa a fazer a diferença”, explicou o técnico leonino, garantindo que a moral dos leões, que pretendem conservar a liderança da tabela classificativa, está em alta.

“O espírito da equipa é extremamente positivo. Sabemos que vamos entrar numa fase difícil, mas estamos determinados nos nossos objectivos”, frisou.

Por último, uma palavra de apreço a todos os Sportinguistas: “Durante muitos jogos, temos momentos em que as coisas não nos correm tão bem e são eles que nos empurram e nos dão o click”, concluiu.

Foto Mário Vasa

“Estamos aqui para bater recordes e ganhar campeonatos”

Por
03 maio, 2018

Edgar Varela diz que há mais em jogo além dos três pontos

Os leões chegam ao fim da fase regular com o primeiro lugar assegurado, mas não se pense que a abordagem ao encontro com o Rio Ave será menos séria. “Temos objectivos internos que gostávamos de cumprir. Sabemos que eles vão dar tudo, porque precisam dos pontos para ir ao playoff, mas estamos habituados a estes jogos e queremos ganhar”, assume Edgar Varela.

Para este jogo, o jovem verde e branco diz que as intenções serão as mesmas de sempre. “Marcar o maior número possível de golos e sofrer o menor número possível de golos, de preferência nenhum”, confessa.

Com a possibilidade de somar a melhor pontuação de sempre da Liga SportZone, o Sporting CP só pensa nos três pontos frente ao Rio Ave. “Qualquer pessoa que entre aqui tem o objectivo de bater recordes. Se pudermos bater mais um, melhor. Estamos aqui para bater recordes e ganhar campeonatos”, assegura.  

Foto César Santos

“Os nossos estímulos são jogar bem e continuar a ganhar”

Por Jornal Sporting
04 maio, 2018

Com o primeiro lugar assegurado, o Sporting vai a Vila do Conde para fechar a fase regular da melhor forma

Depois de 24 vitórias e apenas um empate, os campeões nacionais de futsal vão defrontar o Rio Ave (sábado, às 16 horas) no último jogo antes da altura das decisões. Apesar de ter o primeiro lugar garantido, o Sporting CP pode atingir o melhor registo de sempre numa fase regular, batendo o seu próprio recorde (75 contra 73 pontos). “Queremos ser os primeiros a chegar a essa marca histórica”, revela Nuno Dias.

O técnico verde e branco promete que os seus comandados não vão levantar o pé e que tudo farão para somar os três pontos. “Demonstrámos ao longo de toda a época que somos uma equipa extremamente séria. A maneira mais correcta de encarar todos os adversários é sermos sérios, para além dos objectivos que nós temos para aquilo que é a nossa forma de estar e de jogar”, assume.  

Para a semana, os leões vão disputar a final-eight da Taça de Portugal e esse objectivo já paira na mente de Nuno Dias. “Vamos querer ganhar e fazer uma boa exibição frente ao Rio Ave, até porque a seguir vamos ter uma Taça de Portugal. Acreditamos que nos preparamos melhor para essas competições com bons desempenhos. Queremos levar o jogo com seriedade e profissionalismo”, afirma.  

Se vencer o Sporting CP, a equipa da casa poderá ter pontuação para chegar aos playoff. “Vão ter de se agarrar a essa motivação e a esse estímulo, mas nós não temos nada a ver com o Rio Ave. Alimentamo-nos dos nossos estímulos. Os nossos estímulos são continuar a jogar bem, continuar com vitórias”, garante Nuno Dias.

 

Foto José Cruz

“Temos de mostrar em campo que somos melhores”

Por Jornal Sporting
04 maio, 2018

Apesar de o título estar à distância de uma vitória, Bosko espera um dérbi difícil

No domingo pode haver um bicampeonato para o andebol leonino, mas primeiro é preciso ganhar ao Benfica. Bosko Bjelanovic garante que o plantel está calmo mas concentrado para superar o último obstáculo antes do tão desejado objectivo. “Na nossa cabeça sabemos que temos de pensar jogo a jogo. O pensamento certo é esse. Só temos de pensar que é mais um jogo para ganhar”, afirma.

Nos três jogos anteriores frente ao rival, os leões somaram três triunfos. Ainda assim, Bosko não acredita em facilidades. “Temos tido qualidade suficiente para ganhar os jogos contra o Benfica, mas isso não lhes tira o mérito. São uma grande equipa, têm jogadores de grande qualidade, um treinador que sabe o que é andebol. São candidatos ao título, tal como nós, e não vêm cá dar-nos o jogo de bandeja. Vai ser difícil e temos de mostrar em campo que somos melhores”, admite.

Em caso de vitória, o Sporting pode chegar ao vigésimo oitavo triunfo consecutivo. Numa temporada em que o título pode ser reconquistado, Bosko minimiza a importância dos números. “A estatística vale o que vale. Realmente temos tido uma qualidade de jogo muito boa durante a época inteira e penso que conseguimos ganhar o que em épocas anteriores nos falhava: um jogo mais regular, mais constante”, explica.

Preparado para festejar mais um título com o leão ao peito, Bosko já sonha com o Pavilhão João Rocha em delírio. “Toda a gente que joga neste Clube sabe muito bem o que significa ganhar aqui. Sentimos o sabor da vitória do ano passado, daquela festa, e este ano será ainda melhor. Mas para isso temos de ganhar”, conclui. 

Título nacional de voleibol em destaque no Jornal Sporting

Por Jornal Sporting
03 maio, 2018

Edição com protagonismo para o voleibol, mas sem esquecer outros temas fortes da actualidade leonina

A primeira página do Jornal Sporting desta semana (edição n.º 3674) não tinha este destaque há 24 anos. Em ano de regresso à modalidade, o Sporting conquistou o campeonato nacional de voleibol e levou o Pavilhão João Rocha ao delírio. É caso para dizer que “o campeão voltou”, como se cantou na casa das modalidades. Após um jogo emocionante, disputado em cinco sets, a equipa liderada por Hugo Silva e capitaneada por Miguel Maia alcançou o tão desejado objectivo. Para a posteridade fica a foto de família – na compra deste Jornal Sporting, poderá receber gratuitamente o poster do plantel 2017/2018. 

Além do voleibol, também a ginástica verde e branca merece uma chamada de capa. Em Viana do Castelo, as leoas revalidaram o título nacional em duplo mini-trampolim e os leões também subiram ao lugar mais alto do pódio. Mais conquistas poderão chegar já no próximo final de semana: em Alvalade, a equipa de futebol feminino recebe o Valadares Gaia e a vitória valerá o bicampeonato. Na mesma situação estão os campeões nacionais de andebol, que recebem o Benfica no Pavilhão João Rocha. 

Antes disso, o dérbi de futebol poderá ser decisivo na luta pelo segundo lugar, que garante a possibilidade de disputar a Liga dos Campeões. Bruno Fernandes está em destaque na primeira página e é uma das principais esperanças da equipa de Jorge Jesus. Neste Jornal Sporting, fica a saber o que veio trazer o médio e os números que obteve ao longo da temporada. 

Não perca também a explicação detalhada do Presidente Bruno de Carvalho sobre a temática dos empréstimos obrigacionistas e a situação financeira do nosso Clube. Tudo para ler na edição desta semana.

Foto César Santos

Sporting CP sagra-se campeão nacional

Por Jornal Sporting
01 maio, 2018

Leões derrotaram na 'negra' o Benfica, por 3-2, conquistando o título da modalidade no Pavilhão João Rocha

1 de Maio de 2018. Dia do trabalhador, feriado nacional e, sobretudo, mais uma data gravada a letras de ouro na história do Sporting Clube de Portugal. É que os leões de Hugo Silva conquistaram o tão desejado título de campeões nacionais frente ao Benfica, ao vencerem o quinto jogo da final do play-off do Campeonato Nacional, por 3-2, numa partida em que o factor casa voltou a ser decisivo.

Num dérbi carregado de emoções do início ao fim, que é como quem diz do primeiro ao último ponto, só ao fim de cinco sets ficou definido o novo rei da selva da modalidade. O leão, claro, que terminou a partida a levantar o 6.º troféu do seu historial (25-19, 19-25, 22-25, 25-16 e 16-14).

Foi com quase 2.700 espetadores nas bancadas – entre eles Jérémy Mathieu (defesa-central da equipa principal de futebol) – que o Sporting mostrou que estava decidido a vencer o braço-de-ferro final frente ao rival encarnado. Com grande determinação, a formação leonina nunca deu qualquer ponto como perdido e fechou o primeiro set com um triunfo por 25-19. Muito por culpa, diga-se, da eficácia no serviço, da segurança no ataque à rede e da consistência do bloco.

O problema é que no segundo set os papéis inverteram-se e depois de uma entrada para esquecer (3-8 no primeiro tempo técnico e 8-16 no segundo), os leões não conseguiram recuperar a desvantagem para o Benfica, que aproveitou os erros defensivos alheios para fechar a contagem em 25-19.

Explorando a zona central – e algum nervosismo do outro lado da rede –, os visitantes mantiveram o ritmo e voltaram a ser mais felizes no terceiro set (25-22), acima de tudo pela capacidade de pontuar no sideout. A perder por 2-1, as esperanças leoninas eram cada vez mais reduzidas, mas o quarto set tudo mudou. Galvanizados pelos incansáveis Sportinguistas nas bancadas, que se fizeram ouvir a plenos pulmões, os comandados de Hugo Silva inverteram o rumo dos acontecimentos com um parcial esmagador (25-17).

A vantagem chegou a ser mesmo de 10 pontos por várias vezes (17-7; 19-9; 20-10 ou 23-13), tal a intensidade colocada em campo pelo Sporting. Nada conseguiu fazer o Benfica, bastante permissivo tanto no serviço como no bloco – José Jardim até chegou a rodar a equipa já com o pensamento na ‘negra’. Para o quinto e decisivo set, estava guardada a cereja no topo do bolo. Se bem que lhe poderíamos chamar também uma ponta final imprópria para cardíacos. Ora atente.

Os leões começaram por aproveitar os ataques falhados dos rivais para se colocarem em vantagem (8-5), mas uma longa pausa na partida, de forma a prestar assistência a um jogador do Benfica que ficou prostrado no chão, beneficiou a formação visitante, que chegou progressivamente ao 13-13. Funcionava, por esta altura, melhor o bloco das águias, o que aumentou os índices de nervosismo no João Rocha. Pior: João Simões, que pegou de estaca no quarto set, lesionou-se e aumentou as dores de cabeça do míster Hugo Silva.

Quando a ‘negra’ estava mais ‘negra’ do que devia (14-13 para os encarnados), surgiu Dennis a salvar o match point que podia ter levado o título para o outro lado da Segunda Circular (14-14). A sorte sorria finalmente. Mais sorriu logo a seguir, nos dois serviços de Muagututia que deram o triunfo ao Sporting por 16-14: no primeiro a bola bateu na rede e passou caprichosamente para o outro lado; no segundo Dennis aproveitou para finalizar o ataque… e o campeonato para o Sporting.

Vinte e quatro anos depois, o campeão voltou. E nunca a ‘negra’ teve um brilho tão verde.

Foto José Cruz

"A equipa tem de estar focada numa só coisa: ser campeã!"

Por Jornal Sporting
30 Abr, 2018

Hugo Silva deu o mote para o jogo 5 frente ao Benfica que irá decidir o título de campeão nacional da modalidade

Vencer, vencer, vencer. Está dado o pontapé de saída na finalíssima frente ao Benfica, referente ao jogo 5 da final do playoff do Campeonato Nacional de voleibol, que se irá disputar esta terça-feira (16h), no Pavilhão João Rocha. Em jogo, num dérbi com cariz decisivo (2-2 em jogos), estará o 'ceptro' da modalidade.

"É uma final que vai atribuir o título de campeão nacional da modalidade. Os jogos foram todos equilibrados, entre duas grandes equipas. O resultado até agora (2-2) espelha precisamente isso. Temos o jogo decisivo em nossa casa, com o apoio dos nossos adeptos. Queremos limpar a nossa imagem daquilo que foi o último jogo [3-1 na Luz]. Penso que não estivemos como podíamos e deveríamos estar. A equipa tem de estar focada numa só coisa: ser campeã!", começou por dizer Hugo Silva na antevisão ao encontro, considerando que o controlo das emoções poderá ser o 'segredo' para o sucesso frente ao eterno rival.

"Falando de uma final e de um jogo decisivo como este, o controlo das emoções vai ser extremamente importante. A equipa que estiver mais tranquila, mais clarividente nas suas acções e que levar o trabalho de casa bem feito, irá ganhar. Ainda assim, gerir as emoções será o facto decisivo", frisou o treinador leonino, abordando ainda o estado de espírito dos seus jogadores, após o deslize de domingo na Luz que empatou a final (3-1).

"Há um misto de tristeza porque ninguém gosta de perder, o que demonstra que os jogadores sentem o Clube. E ao mesmo tempo sentimos uma revolta muito grande de ultrapassar o Benfica e mostrar aos Sócios que o último jogo não é a imagem desta equipa", explicou, referindo que o factor 'casa' pode ser decisivo no braço-de-ferro com os 'encarnados': "Que amanhã seja de novo um factor desequilibrador e que o apoio do público nos possa dar o título".

Num jogo tão importante, não poderia faltar também o apelo do míster Hugo Silva aos Sportinguistas: "Precisamos deles. Queremos fazer do João Rocha um ambiente hostil. E que o adversário assim que ponha um pé neste pavilhão sinta-se já a perder 1-0", concluiu.

Foto José Cruz

A verdade sobre a situação financeira

Por Jornal Sporting
30 Abr, 2018

Artigo de opinião do Presidente Bruno de Carvalho publicado no Diário de Notícias

"Muito se tem falado e escrito sobre a situação financeira do Sporting CP. Da oposição à cartilha, todos vão envenenando a opinião pública. Infelizmente o sucesso de uns é a azia de outros. Uns porque não derrubam o poder e outros porque demonstram a sua incapacidade de bem gerir e de bem negociar. E qual a verdade por detrás de tantos vídeos, entrevistas, artigos de opinião, manipuladores e falsos?

Temos o reequilíbrio da situação económico-financeira de todo o Grupo Sporting, garantindo uma sustentabilidade associada a um crescendo de sucesso desportivo. Crescimento sustentado de todas as linhas de receitas comerciais - direitos TV, merchandising, bilheteira, quotizações, publicidade e patrocínios, entre outros; Redução/controlo de custos, seguido de uma fase de investimento com um aumento de custos de forma controlada e sustentada; Forte crescimento das receitas de venda de direitos económicos de atletas, com as duas maiores transferências de sempre da história do Sporting CP por 70 milhões + objectivos e a maior de sempre do futebol português de um atleta nacional para o estrangeiro - até Dezembro de 2017, esta Administração atingiu os 200 milhões de euros de vendas de jogadores sendo 154 milhões de euros mais-valias; Recuperação dos direitos económicos de 37 jogadores, permitindo que o Sporting CP fique com estas receitas ao invés de as ter de passar a terceiros - valor recuperado pelo Sporting ascende já a cerca de 41 milhões de euros; Melhor contrato de direitos TV em Portugal resultante da negociação com a NOS num total global de 515 milhões; Aumento do número de sócios, tendo já ultrapassado os 170 000 e mantendo um objectivo de crescimento continuado; Aumento do património com o Pavilhão João Rocha e forte investimento nas infraestruturas e nas modalidades.

Com tudo isto, o activo da Sporting SAD ascende a 287 milhões de euros, o que duplica desde 2013, sendo que a valorização real dos activos dos jogadores não está registada, pois os jogadores da formação estão avaliados em quase 0 (facto propositadamente ignorado por todos os pseudo especialistas) pelo que este aumento é ainda mais significativo; O Capital Próprio é positivo em 17 milhões de euros o que compara com o Capital Próprio negativo de 116 milhões de euros em 2013; Em termos de Passivo destaca-se a redução da dívida bancária em 75 milhões de euros desde 2013, 16 milhões dos quais na presente época, o que é uma amortização superior ao que estava previsto no acordo com os Bancos até Junho de 2022; Em termos de resultados, a soma das últimas 4 épocas completas é de 18 milhões de euros quando as anteriores 4 épocas foi negativo em 160 milhões de euros.

Mas nunca estamos satisfeitos e por isso, nestes últimos meses, conseguimos negociar uma melhoria das condições da reestruturação financeira, não por necessidade de financiamento adicional pelos Bancos (BCP/NB) ou por um falhanço da reestruturação, mas sim pelo sucesso da mesma. Esta melhoria da reestruturação representa uma adaptação à nova realidade de sucesso financeiro e competitivo do Grupo Sporting. Consideramos que o ponto de maior importância para os Sócios do Sporting CP é a alteração do valor máximo a pagar para garantir a manutenção da maioria na SAD passando de 44 milhões para 17,5 milhões, dos quais já temos na conta reserva 5 milhões e no início da próxima época já teremos a totalidade necessária para garantir a maioria na SAD; Definição do preço de compra de cada VMOC a 30 cêntimos por utilização da conta reserva, o que significa que o Clube e seus sócios apenas necessitam de 40,5 milhões para comprar a totalidade das VMOC, em vez dos anteriores 135 milhões, o que até é inferior ao esperado valor de 44 milhões necessário para garantir apenas a maioria na SAD (em que os Bancos ficariam com 91 milhões de VMOCs em seu poder); Com a alteração de condições de reembolso e a opção de compra das VMOCs, deixa de haver a necessidade da nova emissão de 55 milhões de VMOCs (a ser subscritas pelos Bancos) nem do aumento de capital de 18 milhões, podendo este ser feito ou não.

Esta negociação foi conseguida sem aumento das taxas de juros e sem entrega de garantias adicionais aos Bancos.

Isto tudo também serve para "perceber" a posição tornada pública pela Holdimo, com o pedido de uma AG da SAD, pois a mesma percebeu que rapidamente a sua posição ficará diluída (cerca de 10% face aos 26% atuais).

No final das contas a verdade é que um investimento em obrigações é bom independentemente da SAD, sendo que inegavelmente, pois contra factos não existem argumentos, as do Sporting ainda se demonstram como um investimento melhor e muito seguro.

Mas não devemos esquecer que estes ataques espúrios, de elementos de outras SAD ou a mando das mesmas (já para não falar da pequena, mas irresponsável, oposição interna no Sporting) prejudicam seriamente o mercado.

Entre os ataques que foram feitos à realidade económica do Sporting CP encontra-se um vídeo do comentador benfiquista Camilo Lourenço, no qual podemos elencar um conjunto de graves mentiras:

1. Fala de Capitais Próprios negativos - não o são desde as contas de 30 de Junho de 2016; as de 30 de Junho de 2017 já são positivas e mantêm-se à data de hoje;

2. Fala de contas auditadas dizendo que as únicas são as de 2016 (deduzo que as de 30 de Junho de 2016). É falso! As contas de 31 de Dezembro de 2017 estão auditadas;

3. Fala do factoring como sendo antecipação de receitas - o factoring no Sporting existe há muitos anos e é uma forma de financiamento normal que está englobada no acordo quadro com o NB e BCP. Temos linhas de empréstimo ditas "normais", factoring, leasing e descobertos bancários, tudo englobado numa estrutura que procura buscar as garantias reais necessárias para que os bancos tenham menor risco e o Sporting taxas mais baixas (a este propósito, à data de hoje o SCP tem os custos de financiamento mais baixos dos três grandes - basta fazer o rácio gastos financeiros por valor médio dos empréstimos: SCP: 3,7%; FCP: 6,4%; SLB: 4,9%);

4. Fala de uma reserva às contas do Sporting no 1º vídeo depois no 2º diz que se enganou e que é uma ênfase (o que se percebe ser muito menos grave): esta ênfase refere que os activos de curto prazo (a receber a menos de um ano) são muito inferiores aos passivos de curto prazo (a pagar a menos de um ano). Esta situação é bastante comum nas SAD onde o valor dos plantéis é considerado um activo de médio e longo prazo, contabilizado nos activos intangíveis. Para além disso, no fim do 1º semestre de um ano, com 6 meses decorridos, os passivos de curto prazo incluem verbas significativas de proveitos diferidos (facturados e recebidos no início da época e diluídos ao longo dos 12 meses: SCP: 24 milhões, FCP: 9 milhões, SLB: 15 milhões). No total as necessidades de fundo de maneio (diferença entre o activo corrente e o passivo corrente são de: SCP: -114 milhões, FCP: -148 milhões, SLB: -60 milhões) - esta ênfase encontra-se nos relatórios das três sociedades. Fala desta ênfase como se tratando de cash flow negativo o que é uma mistura de conceitos - o cash flow resulta do mapa de cash flows que é apresentado em todos os relatórios e contas. Em 30 de Dezembro de 2017, no caso do Sporting é negativo no operacional (sem vendas de jogadores) em 0,9 milhões e fica positivo em 28,4 milhões com as receitas das vendas de jogadores. O FCP no operacional é negativo em 6,6 milhões e depois das receitas e compras de jogadores fica positivo em 4,8 milhões. O SLB é negativo no cash flow operacional em 5,6 milhões ficando positivo depois de compras e vendas de jogadores em 6,3 milhões, ou seja, o cash flow do SCP é o menos negativo dos três grandes e após transações de jogadores é o que fica mais positivo;

5. Fala em diversas operações de emissão de obrigações (12+26+30 milhões= 68 milhões?) quando a única que há é de 30 milhões (FCP tem 80 milhões e SLB tem 155 milhões).

Empréstimos obrigacionistas

I - Riscos

Na avaliação prévia a toda a "crise" institucional do Sporting os assessores financeiros do Sporting já tinham antecipado alguns riscos relacionados com operações de empréstimos obrigacionistas pelas seguintes razões:

a) Há um risco reputacional associado ao SLB relacionado com tudo o que tem vindo a ser divulgado em termos das investigações por parte do Ministério Público. Os investidores, apesar de muitas vezes seguirem o coração, têm decisões racionais o que as pode fazer sair destes investimentos. O SLB vai fazer em Junho/Julho uma emissão de 45 milhões;

b) A propósito do Sporting tem apresentado uma proposta de 60 milhões o SLB também fez em 2013 e 2014 um pedido de autorização de empréstimos obrigacionistas (ver aqui) até 130 milhões, que foi o compromisso que assumiu com o Novo Banco depois de ter sido apanhado na hecatombe do BES e de ter de reembolsar quase 150 milhões de obrigações emitidas particularmente e que estavam colocadas nos fundos da ESAF, a exemplo de dezenas de operações do Grupo Espírito Santo (processo montado pelo benfiquista Amílcar Morais Pires);

c) O SLB tem três emissões que tem de renovar anualmente de 45+50+60 milhões = 155 milhões. Atualmente o SLB não tem exposição à banca o que limitará qualquer tipo de apoio caso haja defaults. Ou seja, o que inicialmente dava garantias aos investidores que não iriam "deixar cair" os empréstimos obrigacionistas das SAD deixou de existir pois o impacto para os Bancos é nulo.

d) O FCP também tem uma operação que era exatamente uma semana depois do Sporting (no final de Maio) de 45 milhões. No total tem 45+35 milhões=80 milhões. As contas do FCP são as piores dos três grandes, apresentando capitais próprios negativos e prejuízos significativos nos últimos anos, também apresentando riscos de não subscrição. À data da decisão do SCP de adiar o reembolso do EO de 2015 falava-se que o FCP iria tentar aumentar este empréstimo. Hoje é expectável que façam um mais reduzido que 45 milhões;

e) O Sporting sempre fez os empréstimos obrigacionistas em Novembro. Fez em 2015 em Maio pois atrasou-se o processo de reestruturação financeira. Este adiamento pretende acertar "o passo" com essa data, a custos mais baixos;

f) Outro risco identificado é que entrou agora em vigor a nova Diretiva dos Mercados de Instrumentos Financeiros (DMIF) e um Regulamento dos mercados de instrumentos financeiros - esta nova diretiva europeia vem limitar a capacidade dos bancos e outros intermediários financeiros promoverem uma atividade comercial mais "agressiva" na venda de produtos financeiros. Ou seja, poderão existir limitações na venda destes produtos aos balcões dos bancos e corretoras.

II - Operações em curso

1. Antecipação de receitas do SLB - confirmou uma operação de 100 milhões há dias (comunicado aqui). Falam em 97,3 milhões a que se adicionarmos juros e comissões ultrapassarão dos 100 milhões. Esta antecipação de créditos "sem recurso" significa que cederam as receitas futuras da NOS a uma entidade financeira que irá ser sempre reembolsada sem possibilidade de renegociação de dívida se a operação futura correr mal. O SLB termina com qualquer ligação forte à banca nacional o que não fará sentido numa perspetiva de ligação aos centros de decisão nacionais (ninguém apoiará a sociedade se alguma coisa falhar no empréstimo obrigacionista). Contrariamente ao que se disse inicialmente, através do próprio Presidente do SLB, o que se assiste é à redução do passivo bancário pois a antecipação de receitas terá de ser registada no passivo como "antecipação de receitas", "proveitos diferidos", "faturação antecipada"; ou seja, o passivo global não vai baixar e os gastos financeiros até poderão aumentar pelo reconhecimento ao longo dos anos;

2. O FCP também prepara uma operação de financiamento (esta em princípio com recurso) "parqueando" também o contrato da Altice numa entidade do Grupo servindo de colateral para um empréstimo que lhe permitirá reestruturar a dívida;

3. O Sporting, conforme indicado no comunicado de dia 10 de abril (aqui), indica que também terá "concluída com sucesso a negociação de uma nova reestruturação financeira, em condições favoráveis para a Sporting SAD, ajustadas à estratégia de investimento e de valorização de activos que tem sido seguida pela actual Administração". A informação disponível, para além do já referido, permite adivinhar que ainda passe por maior possibilidade de aumento de dívida financeira e de alterações nos reembolsos obrigatórios.

III - Sobre a emissão obrigacionista de 15 milhões e o adiamento de 30 milhões da Sporting SAD

1. A emissão de 15 milhões está alinhada com o acordo com os actuais bancos (NB/BCP) de permitir aumentos de dívida desde que no global a mesma não aumente; a 31 de dezembro de 2017 a dívida bancária reduziu-se 16 milhões já em antecipação a esta possibilidade;

2. A emissão global de 60 milhões visa autorizar os 30 milhões a emitir em Novembro (para reembolsar a linha de 2015) e esta nova operação que poderá ir de 15 a 30 milhões;

3. Face à conjuntura actual do mercado, da regulamentação existente e da interferência de terceiros, o Conselho de Administração considerou mais sensato, após consulta com os intervenientes do processo e especialistas de mercado, e no momento em que teve de tomar a decisão, prorrogar a actual emissão obrigacionista de 30 milhões para Novembro 2018 com a manutenção do pagamento de juros de 6,25% (taxa anual) por mais seis meses. Esta decisão foi bem recolhida pelos vários intervenientes no processo, nomeadamente, os Bancos, a CMVM e os consultores financeiros da operação;

4. Dado que já existia o objectivo de aumentar a emissão actual de 30 milhões e com a prorrogação da mesma, decidiu-se avançar para uma nova emissão de 15 milhões (com possibilidade de aumento) com um juro de 6% como forma de compensar os investidores que têm apoiado a sociedade;

5. O objectivo é fazer um máximo de 60 milhões até 31 de Dezembro de 2018 (que contempla o reembolso da actual emissão de 30 milhões) de forma a recolocar estas operações no final do ano civil (como sempre foi prática) e de dividir estas operações em maturidades diferentes;

6. Deste modo, repartindo em duas emissões com maturidades diferentes (2020 e 2021), reduzimos o risco de renovação no final da maturidade de cada emissão;

7. Sabemos que estas foram as decisões apropriadas e que deste modo a Sporting SAD sai fortalecida e as emissões obrigacionistas se tornam mais sólidas e novamente um grande investimento para todos."

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