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Português, Portugal
Foto José Cruz

“Esperamos um jogo intenso frente ao Portimonense”

Por Jornal Sporting
16 Dez, 2017

Jorge Jesus alertou os jogadores do Sporting CP para as dificuldades do próximo duelo em Alvalade

O treinador do Sporting Clube de Portugal, Jorge Jesus, fez este sábado a antevisão da 15.ª jornada da Liga Nos, em que os leões irão receber o Portimonense em Alvalade (18h).

O técnico verde e branco espera uma partida complicada, relembrando a qualidade ofensiva dos orientados de Vítor Oliveira, que contam neste momento com 22 golos marcados em 14 jogos. “O Portimonense fez muito bons jogos contra os nossos rivais directos. A seguir aos quatro primeiros classificados é a equipa que tem mais golos marcados. Por isso, esperamos um jogo muito intenso, mas estamos confiantes e temos condições para vencer”, explicou, pedindo atenções redobradas aos seus jogadores: “Temos de ser cuidadosos”, alertou.

Quando questionado sobre o desejo de passar o Natal como líder do campeonato, Jorge Jesus referiu que o trabalho leonino tem sido desenvolvido com esse intuito, embora apenas no final se possam fazer contas. “Trabalhamos para passar o Natal em primeiro lugar, mas ainda não estamos perto de sermos campeões só por estarmos em primeiro. Estamos, neste momento, a competir com os melhores para atingirmos o objectivo final [o título de campeão nacional]”, rematou.

Foto José Cruz

"Estes são os jogos mais perigosos"

Por Jornal Sporting
16 Dez, 2017

Nuno Cristóvão não quer abrandamentos na Liga Allianz, dizendo que a vantagem na liderança é para ser mantida

10 jogos, 10 vitórias. No trilho vitorioso, Nuno Cristóvão, treinador do futebol feminino leonino, avisa as jogadoras para a dificuldade dos embates teoricamente mais acessíveis, neste caso em projecção à visita ao A-dos-Francos – jornada invertida, uma vez que originalmente as leoas jogavam primeiro em casa –, dizendo que o foco permanece em vencer: "Estes são os jogos mais perigosos. É um jogo muito importante porque vale tantos pontos quanto os outros. Queremos triunfar e continuar com cinco pontos de liderança. Jogando contra o Sp. Braga ou com o A-dos-Francos o nosso processo de treino é o mesmo. Estudamos os pormenores do adversário e sempre que abordarmos o jogo com menor seriedade ou rigor, estamos mais perto de não o ganhar".

O propósito passa por preservar o conforto na liderança neste embate com o 10.º classificado, no domingo. "Pensamos sempre que vamos vencer. Num Clube da dimensão do Sporting CP os objectivos são sempre muito elevados. A equipa tem vindo a crescer, independentemente das dificuldades de lesões. Se me perguntassem há 10 jornadas que estaríamos com cinco pontos de avanço, não o poderia adivinhar. Queremos a 11.ª vitória e terminar a primeira volta com um triunfo", explicou Nuno Cristóvão.

O técnico leonino salienta a importância de as jogadores aproveitarem o tempo de jogo, particularizando o elogio a Nadine Cordeiro, autora do segundo golo em Gaia, após entrar no relvado: "É muito importante que estejam disponíveis para poder entrar a qualquer momento, seja um minuto ou 90. Devem aproveitar para expressar tudo o que sabem. Temos um plantel muito forte e há sempre jogadoras à espreita. A Nadine entrou bem no jogo. Finalizou e aproveitou a oportunidade, tal como tem feito noutros jogos. Jogar 10 ou 15 minutos não diminui a sua importância no plantel".

Foto José Cruz

"Vão querer mostrar algo mais do que têm feito"

Por Jornal Sporting
16 Dez, 2017

Raúl Oliveira avisa quanto aos perigos de um Fundão com novo treinador. Técnico elogia os guardiões leoninos

Raúl Oliveira, treinador de guarda-redes da equipa de futsal do Sporting CP, analisou o adversário de domingo, o Fundão, em exclusivo para o Jornal Sporting: "Será um jogo complicado. Mudaram de treinador e vão querer mostrar algo mais do que têm vindo a fazer. O Fundão costuma criar-nos muita dificuldades. Vamos ter de estar concentrados".

Para o técnico, a preparação está como habitualmente focada em condicionar as mais-valias do adversário, realçando o propósito não só de vencer, mas também o de não conceder golos: "Estudamos todos os adversários, sabemos exactamente os problemas que nos podem causar e vamos tentar mais uma vez o nosso objectivo: não sofrer golos".

Raúl Oliveira elogiou o apoio verde e branco para o percurso invicto e 100% vitorioso no Campeonato Nacional: "O João Rocha tem sido um grande elã pelo apoio que temos tido. Para a equipa adversária, só por jogar contra o Sporting CP haverá a motivação lá em cima. Esperemos que o Pavilhão esteja cheio para nos motivar. Queremos aproveitar o factor casa, sabemos que temos muita qualidade, mas temos de a provar em campo".

Não poderíamos deixar de questionar o timoneiro dos guardiões sobre estes.

"A evolução tem sido boa. Não é fácil devido à rotação entre eles. Num jogo joga um, noutro outro... Torna-se difícil em termos de rotinas da posição. É uma posição mais específica, exige mais cuidado, daí que haja alguém a trabalhar directamente com eles. Felizmente, tem corrido bem. Temos três fantásticos guarda-redes. Podemos colocar os papéis e tirá-los do saco porque dão totais garantias. Temos jogadores com características bem diferentes, que adaptamos em determinados momentos consoante o adversário e as dificuldades colocadas. Se queremos transições optamos por um, se pretendermos mais posse de bola por outros. Cada um com as suas características, mas todos com total confiança seja qual for o jogo", finalizou.

Sporting-Fundão no domingo às 15h30. 

Foto José Cruz

"Queremos mostrar a nossa força"

Por Jornal Sporting
15 Dez, 2017

Djô antecipa dificuldade diante do Fundão, mas realça vontade em manter o registo invencível

Djô, jogador de futsal do Sporting CP, afirmou ao Jornal Sporting o desejo de manter o ritmo e somar mais uma vitória na Liga SportZone, prova na qual o Sporting CP se mantém invicto e com vitórias em todos os jogos realizados, mesmo tendo em conta a recepção ao Fundão: "Queremos mostrar a nossa força. É verdade que temos um grande registo e mentalizamo-nos sempre de que cada jogo é para vencer. Pensamos sempre nos três pontos".

Para o fixo, a recepção no João Rocha pode ser importante, que não deixa de valorizar também a rotação de plantel para o sucesso: "Jogar perante os nossos adeptos ajuda-nos sempre. Empolga-nos. Este plantel tem muita qualidade. Obriga-nos a trabalhar o dobro para podermos jogar".

Vindo da lesão, mostra-se satisfeito por ter voltado a competir.

"Estou bem, sinto-me muito bem fisicamente. Precisava de ganhar ritmo e o míster Nuno Dias já me tem dado oportunidades de competir", concretiza Djô. 

O Sporting CP recebe o Fundão no domingo, às 15h30.

Foto José Cruz

"Não me surpreendeu a derrota do FC Porto"

Por Jornal Sporting
15 Dez, 2017

Paulo Freitas reencontra a antiga equipa e espera as dificuldades próprias de quem "nada tem a perder"

Paulo Freitas, treinador da equipa principal de hóquei em patins do Sporting CP, afirma que a derrota do FC Porto em Barcelos não foi assim tão pouco comum quanto isso, explicando os números desfavoráveis dos azuis e brancos na casa do próximo adversário do Sporting CP, em partida referente à nona jornada do Campeonato Nacional: "Não me surpreendeu a derrota do FC Porto. Nos quatro anos em que estive em Barcelos, nunca o FC Porto lá conseguiu ganhar. Já acaba por haver uma questão psicológica, que aumenta as dificuldades da pista e do adversário já de si complicado. Sabia que se não conquistassem uma vantagem até determinado tempo, poderia ser complicado. Foi um resultado normal em função das deslocações do FC Porto a Barcelos".

Ora, precavido para defrontar uma equipa que conhece bem e à qual agradece, o técnico leonino destaca o pouco risco que o Óquei de Barcelos tem ao defrontar um candidato ao título como o Sporting CP: "É um jogo especial porque foi um clube onde estive quatro anos, onde fui feliz, onde fui bem tratado e conquistei títulos. É especial reencontrá-los se ganharmos. Como se costuma dizer: 'amigos amigos, negócios à parte'. Será especial até começar o jogo e no final. Durante é um adversário igual a outros, que queremos ganhar. Não prevejo surpresas da parte do Óquei de Barcelos. Não acho que vá fazer algo de diferente no João Rocha do que tem vindo a fazer. Acabei de dizer aos jogadores no scouting que o Barcelos não tem nada a perder. É uma equipa que, seja qual for o resultado, continuará a ter o suporte dos seus adeptos. Se ganharem, serão idolatrados. Se perderem, desculpados em função do adversário".

Para Paulo Freitas, as armas do Sporting CP continuam as mesmas, focando no pragmatismo: "Não me quero alongar em estratégias nas quais poderíamos surpreender o Óquei de Barcelos. No entanto, vamos ser a mesma equipa. Focados, humildes, a dar a entender que o adversário controla o jogo quando, na realidade, somos nós que definimos o timing para o controlar", refere, terminando com um desejo de ter o João Rocha lotado neste sábado, pelas 18h00: "Gostávamos de jogar com o Pavilhão totalmente cheio. Estou muito grato a todas as pessoas que nos têm apoiado desde a primeira hora e faço o mesmo apelo aos que não têm aparecido. Precisamos de todos e com o Pavilhão cheio, ficamos mais fortes".

Foto José Cruz

"Controlámos o marcador além de vencer o jogo"

Por Jornal Sporting
13 Dez, 2017

Paulo Freitas refere que a liderança é um prémio lógico pelo sucesso no Campeonato Nacional

Paulo Freitas resumiu a satisfação pela vitória diante do HC Braga: "Cumprimos dois objectivos. Controlámos o marcador além de vencer o jogo. Poderíamos ter problemas, sabendo da qualidade da equipa contrária e fizemos um jogo seguro".

Para o técnico verde e branco, a entrada com golos em ambas as partes foi determinante: "Sabíamos que entrando fortes poderíamos ter sucesso. Conseguimos isso na primeira e estivemos muito bem. Na segunda, conseguimos uma entrada interessante com uma gestão diferente".

Apesar da liderança, que está agora partilhada com o Benfica depois do empate de Oliveirense e derrota do FC Porto, Paulo Freitas não entra em euforias e avisa para o perigo do Óquei de Barcelos, 'carrasco' dos dragões na oitava jornada: "Não existem campeões à oitava jornada, agora a classificação reflecte o que se vem desenvolvendo. É um corolário do trabalho desenvolvido. Já éramos líderes, mas agora partilhamos com o Benfica apenas. Ainda há muito para fzer e temos de estar preparados para o que nos aparece. O Óquei de Barcelos virá discutir o resultado porque não tem nada a perder. Não prevejo que seja um grande jogo, queremos sim ganhar. Somos resultadistas".

Foto José Cruz

Vitória que sabe a liderança

Por Jornal Sporting
13 Dez, 2017

Sporting CP derrotou o HC Braga por 6-2 e beneficiou de duas escorregadelas na frente da tabela

O Sporting CP ganhou por 6-2 na deslocação ao HC Braga e assume a liderança do Campeonato Nacional de hóquei em patins.

Mesmo partilhando o primeiro lugar com o Benfica que, mesmo tendo estado a perder em Paço de Arcos, deu a volta, os leões beneficiaram de uma derrota do FC Porto em Barcelos (3-2) e de um empate da Oliveirense frente à Juventude Viana (5-5).

Cedo se começou a perceber que o Sporting CP queria resolver rapidamente a contenda e ficar 'de cadeirão' a ver os rivais. Pedro Gil marcou por duas vezes (5' e 10'), Matias Platero ampliou para 3-0 a três minutos do intervalo. Nem o golo de António Rodrigues, de penálti, à beira do descanso, assustou. 

A determinação verde e branca manteve-se na segunda parte. Toni Perez fez o quarto aos 31', Pedro Delgado ainda reduziu aos 38', mas o experiente finalizador Vítor Hugo marcou o quinto logo de seguida.

Ângelo Girão assumiu protagonismo, defendendo um livre directo, sendo que Caio na jogada consequente acaba por dissipar as dúvidas que pudessem existir.

O próximo jogo do Sporting CP para o Campeonato Nacional é, justamente, diante do Óquei de Barcelos, ex-equipa de Paulo Freitas que exibiu o incómodo que pode causar depois de surpreender o FC Porto.

Foto José Cruz

"Queríamos passar nem que fosse por meio a zero"

Por Jornal Sporting
13 Dez, 2017

Jorge Jesus mostrou-se feliz com o apuramento para os quartos-de-final da Taça de Portugal

Missão cumprida. Foi este o sentimento expresso por Jorge Jesus, treinador do Sporting Clube de Portugal, após a vitória sobre o Vilaverdense (4-0), em Alvalade, que apurou os leões para os quartos-de-final da Taça de Portugal.

"Queríamos passar a eliminatória nem que fosse por meio a zero. É uma competição muito importante na calendarização dos nossos troféus e que tem muito carinho para mim. Procurei dar tempo de jogo a jogadores que não têm jogado e isso notou-se na primeira parte. Enquanto os jogadores do Vilaverdense não se começaram a cansar, tivemos dificuldades. O futebol hoje é isto. Quem não tiver velocidade, tem poucas possibilidades. Velocidade individual, velocidade coletiva. Foi bom para alguns jogadores. Doumbia fez três golos estando há muito tempo sem jogar. O objetivo foi atingido e estamos satisfeitos por termos passado mais uma eliminatória", começou por dizer o técnico leonino, avaliando o desempenho individual dos seus pupilos.

"Ninguém me desiludiu, mas houve jogadores que estiveram melhor. Doumbia está ali para empurrar a bola e fez três golos. Foi fruto da experiência que tem como jogador, cheirou bem os lances. O Bruno [César] como lateral esquerdo deu boas indicações e pode ser usado em qualquer posição. Os dois centrais estiveram bem. Do meio-campo para a frente tiveram mais dificuldade em ter velocidade para fazer a diferença, mas ganhámos que é o mais importante", acrescentou.

Por último, o míster Jorge Jesus explicou o critério que esteve na base do onze titular que entrou em campo frente ao Vilaverdense. "O Sporting está a atravessar uma boa fase, o grupo está confiante e neste jogo se eu não pusesse jogadores que não actuam tanto, eles até iam pensar: 'se não jogamos neste jogo, vamos jogar quando?'. Dei-lhes essa possibilidade. Há que competir internamente e é isso que quero para ter decisões difíceis. Quanto mais decisões difíceis, mais forte é o grupo", rematou.

Foto José Cruz

Doumbia (x3) e Gelson abriram as portas dos 'quartos'

Por Jornal Sporting
13 Dez, 2017

Hat-trick do avançado costa-marfinense e uma 'obra de arte' do camisola 77 carimbaram o passaporte do Sporting CP para a próxima fase da Taça de Portugal

Novo adversário, nova vítima para um leão faminto de títulos. O Vilaverdense foi a mais recente 'presa' deste Sporting CP, que eliminou esta noite a ameaça minhota com quatro golos sem resposta (4-0), em Alvalade, apurando-se para os quartos-de-final da prova-rainha do futebol português.

Tendo pela frente o segundo classificado da série A do Campeonato de Portugal, o míster Jorge Jesus promoveu várias alterações no onze titular em relação ao jogo no Bessa, sendo Bruno César o único 'resistente' – desta vez assumiu o papel de lateral-esquerdo (Coentrão viu o jogo pela televisão). Doumbia surgiu no lugar de Bas Dost (merecido descanso), apoiado por Alan Ruiz, com Bryan Ruiz na esquerda (não era titular desde Maio) e Iuri Medeiros na direita (a última 'aparição' havia sido em Oleiros). Petrovic trocou com William Carvalho, fazendo dupla com Battaglia, Tobias Figueiredo e André Pinto formaram o eixo central e Ristovski fechou o flanco direito. Na baliza, Salin calçou as luvas de Patrício.



Assumindo as despesas da partida desde o apito inicial, o Sporting deu o primeiro sinal de perigo logo aos 5', num cabeceamento de Doumbia, após canto de Bryan Ruiz, que só parou nas mãos atentas do guardião Pedro Freitas. Mais pressionantes, os leões voltaram a assustar aos 16', quando Iuri Medeiros flectiu da direita para o meio e rematou forte em arco, embora por cima do alvo.

Dois minutos depois, surgiu a tímida resposta do Vilaverdense, que era obrigado a sair em contra-ataque, já que a organização defensiva foi sempre a sua principal preocupação no primeiro tempo. Um passe de ruptura de Ahmed Isaiah encontrou André Soares no limite da área que, solto de marcação, tirou pó às luvas de Salin. Mesmo estando quase sempre atrás da linha da bola (65% de posse para a formação leonina nos primeiros 45'), o conjunto minhoto repetiu a façanha aos 25', uma vez que Rafa Miranda tentou a sua sorte de longe, mesmo que sem a pontaria desejada.

Com o golo dos leões a teimar em não aparecer, Petrovic foi à área contrária cabecear ao travessão à passagem da meia hora. Doumbia ainda encostou para o golo verde e branco, mas o árbitro da partida entendeu que o avançado costa-marfinense havia jogado a bola com a mão. Após um canto curto (40'), Tobias Figueiredo voltou a acertar no ferro e foi preciso esperar até aos 45' para se festejar finalmente em Alvalade. Calhou o brinde a Doumbia: Alan Ruiz cruzou para a área do Vilaverdense, Bryan desviou, Pedro Freitas defendeu para a frente e o camisola 88 apenas teve de ‘empurrar’ para o fundo das redes (1-0).



Insatisfeito, Doumbia regressou dos balneários com 'fome de golos'. E se aos 51' obrigou o guarda-redes adversário a uma defesa para a 'fotografia', aos 64' não perdoou. Cheios de 'genica', os recém-entrados Podence e Gelson Martins combinaram bem à entrada da área, com o 77 leonino a cruzar atrasado para o 2-0. Encostado às cordas, o Vilaverdense não teve 'pernas' para impedir o hat-trick, que não tardou. Apenas dez minutos, para ser exacto. Desta vez, foi Ristovski o assistente de serviço, tendo tempo e espaço de sobra para oferecer o terceiro a Doumbia (há seis anos que não apontava três remates certeiros num só jogo). Tudo simples, após uma bela jogada colectiva.

Já com Acunã também no relvado, sucediam-se as oportunidades para os leões, fruto da sua maior qualidade e... disponibilidade física. Talvez por isso, Gelson Martins ainda teve a oportunidade de protagonizar um lance de Playstation aos 88': recebeu a bola pouco depois do meio-campo, rodopiou entre vários defesas e já só com Pedro Freitas pela frente deu-se ao luxo de (até) escolher o lado para onde ia selar o resultado final (4-0).



O apito final deixou, naturalmente, um sorriso no rosto de Jorge Jesus, que não só viu o Sporting manter intactas as aspirações de pintar o Jamor verde e branco, como poupou habituais titulares e ainda deu minutos a jogadores menos rodados.

Foto José Cruz

"A militância tem de começar pela compreensão do que se está a passar"

Por Jornal Sporting
13 Dez, 2017

Discurso de Bruno de Carvalho na 54.ª edição dos Prémios Stromp

Bruno de Carvalho começou a intervenção por agradecer o mandato de Carlos Estorninho à frente do Grupo Stromp: "Quero saudar o presidente do Grupo Stromp. É um fim de ciclo. Foram anos de amizade e respeito, sem qualquer espécie de intromissão. Algumas vezes em discordância, mas sempre tendo em conta os superiores interesses do Sporting CP. Quero agradecer estes anos de Esforço, Devoção e Dedicação. Cada ciclo tem de ter novas ideias, o meu desejo para estes dois anos são que o grupo assuma as responsabilidades e deveres num papel de militância activa no nosso grande amor". 

De seguida, o líder leonino voltou a apelar à união para a manutenção da rota de crescimento do emblema verde e branco, confirmando que a auditoria ao Clube pode ser feita mediante autorização do Conselho Fiscal: "Foi pela atitude e compromisso que voltámos a ver o grande Sporting. Os meus parabéns aos galardoados. Sei que não se esquecem daqueles que vos apoiam e ajudam. É Natal e um momento em que todos se juntam, no qual temos orgulho em ser uma família, mas nem todos estão presentes, ligando durante todo o ano para chatear. José Pedro Rodrigues difundiu uma campanha caluniosa contra mim; depois Pedro Paiva dos Santos, que aspirou a ser candidato, fez uma triste figura a pedir a Paulo Cristóvão uma auditoria ao meu mandato. Não passou de encenação para entregarem a correspondência a Pedro Guerra [comentador afecto ao Benfica]. Descobrimos os e-mail que o camarote leonino e passo a citar 'o grande espaço de crítica à actual Direcção' [Pedro Madeira Rodrigues], também enviaram para Pedro Guerra. É nestes momentos que as famílias se devem unir ainda mais, deixar de ter complexos em defender a nossa família dentro e fora de portas. Tem tudo que ver com campanhas de difamação e não com opiniões. Temos de cerrar fileiras e perceber se queremos continuar a rota de crescimento ou o retrocesso. Os grandes preocupados são os rivais e usam pobres de espírito dentro do Clube. Acusam-me de roubar o Sporting CP, de ter um esquema montado em empresas offshore e outros agentes desportivos. Isto não seria caso de polícia, resultantes de queixas. A resposta a Pedro Madeira Rodrigues será positiva e poder-se-á fazer a auditoria. Há muito que alimentam o ódio pelas mudanças operadas no Clube. Nada tenho a temer. Podem fazer as auditorias que quiserem desde que em consonância com o Conselho Fiscal. Se a vontade da maioria for a minha saída, acatarei de imediato".

De seguida, o Presidente focou o discurso no panorama actual do futebol português: "Temos responsabilidades de exigência. Sem isso, voltaremos aos tempos do Clube simpático, submisso, sem lutar para nada. É preciso deixar o estilo de lado. Temos visto pessoas com comportamentos e posturas irrepreensíveis, tantos que faliram empresas. Quem não entende as máfias, não percebe o porquê de dois títulos no futebol A em 35 anos. A militância tem de começar pela compreensão do que se está a passar para ultrapassar barreiras que se colocaram durante décadas numa defesa intransigente dos valores do Sporting, sempre sem hesitação. Usam exclusivamente a calúnia e a difamação para dividir e reinar, como conseguiram durante décadas. Está provado que nos bastidores do futebol, tudo vai passando impune. Vai alargando o âmbito da actuação, pois sentem-se acima da lei. Tenho exigido nestes cincos anos para que actuem em conformidade. Não actuam nem querem que o Governo actue. Tornam-se forças de bloqueio. Tudo o que se tem visto mostra o estado do futebol português. Espero que, uma vez por todas, percebam o porquê de ter dito que me envergonhava pertencer ao futebol português.  É o momento de que as autoridades percebam que o futebol não pode ser um subsistema da lei. Não podemos pactuar com técnicas mafiosas e com ameaças sistemáticas ou à escalada da violência. Exigimos uma intervenção de direito. Isto leva-me ao tema natalício. Se não formos militantes activos, não atingiremos os nossos grandes pilares: credibilização do futebol português, mobilização e verdade desportiva. Está na hora de mostrarmos que não aceitamos viver nas trevas do futebol português. Exigimos que sejam afastados do desporto, da Federação, da comunicação social. Deixo um desejo adicional, que todos percebam como podem contribuir para chegar aos objectivos, sabendo que só juntos conseguiremos".

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