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Português, Portugal
Foto César Santos

"Até mesmo candidatos ao título jogam connosco em bloco baixo"

Por Jornal Sporting
19 Ago, 2017

Tiago Fernandes avisa que Sporting CP tem de ser mais competitivo para superar organizações defensivas mais fechadas

Tiago Fernandes está ciente da dificuldade de 'furar' as organizações defensivas rivais. Primeiro jogo, domínio total, mas vitória suada, por 2-0, com golos aos 67' e 80': "Todas as equipas vão defrontar-nos com um bloco baixo. Até mesmo candidatos ao título jogam connosco em bloco baixo. Cabe-nos a nós surpreender e superar a organização defensiva do adversário. Temos de ter mais rendimento, mais qualidade. Ainda estamos muito bebés quanto à competitividade. Contra a Naval já estaremos melhor". O técnico dos sub-19 verdes e brancos realça que a equipa está em fase de aprendizagem, explicando como a passagem de escalão implica perceber que o rendimento não pode ser medido à primeira jornada: "Senti que a equipa ainda não está nos níveis físicos desejáveis, mas é normal. Ainda não tem o ritmo nem a competitividade. Dos 11 jogadores que começaram a partida, só 2 eram titulares nos juniores na época passada e demora a encaixar ea rotinar princípios. Estamos a crescer como equipa e isso deixa-me optimista quanto ao futuro. Continuaremos a trabalhar para sermos cada vez mais fortes". Tiago Fernandes sagrou-se campeão nacional. Pode dizer que trabalha duas gerações campeãs, os que consigo permanecem nos juniores e os que vêm dos juvenis A. Saboroso, mas passado, diz: "É bom serem campeões, mas diz-me pouco. Se olharmos para as últimas 10 gerações que foram campeãs nacionais em juvenis, há muitos que jogam nos distritais ou abandonaram o futebol até. Nos juniores é preciso capacidade para jogar num ritmo sempre alto e têm de crescer. O meu trabalho é esse, potenciar para que cheguem à equipa B e A, mas com humildade. O título nacional foi bom, mas já não diz nada. Não podemos viver do museu". O central Tiago Djaló, que se sagrou campeão por ambos os escalões, vincou que a vitória pecou por escassa: "Fizemos um bom jogo. Encarámos o jogo da melhor forma. Merecíamos mais golos. O mister tem-nos ajudado a defender muito melhor e na segunda estivemos melhor a todos os níveis. Estou muito contente por estar nos juniores e vamos continuar a trabalhar para ganhar todos os jogos".

Foto José Cruz

Vitória inicia época da melhor maneira

Por Jornal Sporting
18 Ago, 2017

Igualdade ao intervalo não atemorizou leões para um 2-0 final diante do Alcanenense

Os juniores do Sporting CP começaram da melhor forma a época desportiva ao vencerem por 2-0 o Alcanenense.

Os campeões nacionais não conseguiram adiantar-se no primeiro tempo, mas acabaram por garantir uma estreia convincente rumo ao desejado bicampeonato no escalão de sub-19, diante de uma das formações que ascendeu esta época à mais importante divisão da competição. Os dois golos marcados na segunda parte colocaram os verdes e brancos como primeiro líder do Campeonato Nacional e logo com uma vitória fora de portas.

Nuno Moreira e Douglas Aurélio apontaram os tentos da partida.

Os comandados por Tiago Fernandes abriram com três pontos a primeira fase do Nacional de juniores, na qual 12 equipas competem por quatro vagas para a fase seguinte, após uma pré-época marcada por particulares contra equipas seniores a militar no Campeonato de Portugal.

A 28 de Agosto, sábado, os leões defrontam a Naval 1.º de Maio. 

Foto Mário Vasa

"Não é fácil ganhar em Guimarães"

Por Jornal Sporting
18 Ago, 2017

Jorge Jesus espera dificuldades para os leões na visita ao reduto do Vitória

O treinador do Sporting CP, Jorge Jesus, deixou elogios ao Vitória de Guimarães na antevisão ao confronto da 3.ª jornada da Liga NOS, que será disputado este sábado no Estádio D. Afonso Henriques.

"O V. Guimarães é um clube especial, que conheço bem e que já treinei. Tem uma identidade e uma massa associativa com grande paixão. É um clube diferente nesse aspeto, ao nível dos três grandes. Não é fácil ganhar em Guimarães para qualquer equipa. Já tem estes pormenores todos, mais a qualidade dos jogadores", começou por dizer o técnico leonino, antes de analisar o trabalho realizado a nível defensivo nos últimos jogos.

"O facto de não termos sofrido golos tem muito a ver com a sua qualidade individual. Têm sido mais eles a puxar a equipa para cima. Estou satisfeito com vários jogadores, não vale a pena estar a referir nomes. Já falei do Mathieu, do Piccini... Estamos um pouco mais longe no movimento ofensivo mas com o tempo e com o treino vamos melhorar", garantiu.

Por último, Jorge Jesus abordou ainda a lesão de William Carvalho: "Se o William não tem treinado e o boletim clínico já informou, ninguém tem dúvidas do que se passa. Ninguém tem dúvidas sobre a qualidade do departamento clínico do Sporting CP. Quem tem problemas físicos não treina, ou então pode trabalhar limitado. O William é como outro jogador qualquer, pode estar lesionado. Neste momento, está fora de jogo", rematou. 

Convocados para a deslocação a Guimarães

Por Jornal Sporting
18 Ago, 2017

Lista dos jogadores convocados para o encontro da 3.ª jornada da Liga NOS

A lista de convocados pelo técnico Jorge Jesus para o confronto deste sábado do Sporting CP com o Vitória de Guimarães, no Estádio Dom Afonso Henriques, em jogo referente à 3.ª jornada da Liga NOS é composta pelos seguintes jogadores:

1 – Rui Patrício
3 – Jonathan Silva
4 – Sebastián Coates
5 – Fábio Coentrão
6 – André Pinto
8 – Bruno Fernandes
9 – Marcos Acuña
10 – Alan Ruiz
11 – Bruno César
16 – Rodrigo Battaglia
17 – Daniel Podence
18 – Romain Salin
22 – Jérémy Mathieu
23 – Adrien Silva
25 – Petrovic
28 – Bas Dost
45 – Iuri Medeiros
77 – Gelson Martins
88 – Seydou Doumbia
92 – Cristiano Piccini

Boletim clínico

Por Jornal Sporting
18 Ago, 2017

Informação do departamento médico sobre William Carvalho

O departamento clínico do futebol profissional do Sporting CP, liderado pelo dr. Frederico Varandas, divulga a seguinte informação médica:

William Carvalho – Mialgia na face anterior da coxa direita

Sporting CP vence UD Tacuense

Por Jornal Sporting
17 Ago, 2017

Leoas terminaram no terceiro lugar a sua participação no Torneio United, by Women's Football

A equipa de futebol feminino do Sporting CP terminou no terceiro lugar a sua participação no Torneio United, by Women's Football, ao vencer o UD Tacuense por 3-2, esta quinta-feira, num jogo realizado no Centro Insular de Atletismo de Tenerife.

Constança Silva, Solange Carvalhas e Diana Silva apontaram os golos da vitória leonina frente ao conjunto espanhol.

Foto César Santos

Sorteada a fase final de apuramento de campeão

Por Jornal Sporting
17 Ago, 2017

Calendário de jogos do Sporting CP inicia-se frente ao GR Amigos da Paz

Realizou-se esta quinta-feira, na Cidade do Futebol, o sorteio referente ao calendário de jogos da fase final de apuramento de campeão do Campeonato Nacional de Futebol de Praia, que irá ser disputada de 25 a 27 de Agosto.

O Sporting CP irá dar o pontapé de saída na competição frente ao GR Amigos da Paz, seguindo-se os confrontos com o CD Nacional e o SC Braga.

Recorde-se que os duelos serão realizados no Estádio do Viveiro, na Nazaré, nos dias 25, 26 e 27 de Agosto.

Calendário:

1.ª Jornada | 25.08.2017 (sexta-feira)
GR Amigos da Paz-Sporting CP
CD Nacional-SC Braga;

2.ª Jornada | 26.08.2017 (sábado)
Sporting CP-CD Nacional
SC Braga-GR Amigos da Paz;

3.ª Jornada | 27.08.2017 (domingo)
SC Braga-Sporting CP
CD Nacional-GR Amigos da Paz

Curso de formação desportiva e educativa inicia em Setembro

Por Jornal Sporting
17 Ago, 2017

Processo formativo vai ter a duração de três anos e vai decorrer de segunda a sexta-feira em Alvalade

O Sporting CP vai organizar, a partir de Setembro, um curso de formação desportiva e educativa, que irá ter a duração de três anos e irá decorrer de segunda a sexta-feira (seis horas por dia) no Estádio de Alvalade. 

Os candidatos têm de ter o nono ano de escolaridade completo e menos de 25 anos, sendo que não há qualquer custo para os inscritos.

No final do curso, os participantes irão ter o certificado do 12.º ano de escolaridade e de técnico de apoio à gestão desportiva.

Foto Mário Vasa

"Sem ambição não vamos longe na Champions"

Por Jornal Sporting
17 Ago, 2017

Nova época, novos objectivos. As campeãs nacionais já preparam o acesso à mais importante prova europeia, com o técnico Nuno Cristóvão a traçar objectivos e a fazer um balanço do ano 'um' do futebol feminino

JORNAL SPORTING – Começando por um balanço da época anterior, para quem dizia que não haveria ano zero, conquistar tudo o que havia para ganhar é um ano em cheio. Concorda?

NUNO CRISTÓVÃO – Claro. Sempre defendi isso porque num Clube com a dimensão do Sporting, mesmo começando qualquer projecto, o objectivo é chegar o mais longe possível. Foi um primeiro ano cheio de sucesso, numa primeira fase acreditando no nosso trabalho e no valor das jogadoras. É sempre mais fácil quando têm qualidade, mas reunir todas as suas potencialidades leva o seu tempo. Tivemos alguns percalços no início, quando à 3.ª jornada ficamos logo atrás do Sp. Braga e andámos atrás do prejuízo. Também nos obrigou a ter uma concentração superior, uma vez que não poderíamos escorregar mais se quiséssemos depender exclusivamente de nós. Nunca escondi que só voltaria para um projecto que lutasse por ser um dos oito melhores clubes da Europa e para isso era fundamental ser campeão nacional.

Não será esta equipa vítima do seu próprio sucesso, uma vez que os adeptos não esperam nada menos do que a revalidação do título, já com um ano de experiência que correu da melhor forma e com menor margem de erro por isso?

Faz parte de quem está num Clube grande. Costumo dizer que vamos para uma nova época, com novos objectivos, novas exigências e as mesmas responsabilidades. Teremos três objectivos internos e um externo, mas com a consciência que não se pode passar do oito para o 80 ou dar um passo maior do que a perna. Queremos cumprir com o que o Presidente pediu a todas as equipas no aniversário: garra, atitude e compromisso. Aliás, acrescentou na reunião com o plantel que também não pode faltar humildade. Não há campeões sem humildade.

Foram sete os reforços para esta época, incluindo a Ana Borges. Considerou que tinha de retocar tanto a equipa?

É preciso perceber o contexto dessas entradas. Primeiro, o horário dos treinos vai ser diferente. Treinávamos às 20h30 e vamos passar a fazê-lo às 16h30, o que limitava logo a continuidade da actividade profissional de algumas jogadoras. Por outro lado, essa aposta também é consequência de quereremos ir mais além no progresso e desenvolvimento num Clube ganhador e que não se quer acomodar ao que já conquistou. Há, ainda, novos objectivos e exigências, mesmo que um dos quatro títulos em questão se esgote num só jogo [Supertaça]. Os outros objectivos podem até prolongar-se no tempo. Para quereremos crescer ainda mais, um dos objectivos é passar à fase de grupos da Liga dos Campeões e isso vai implicar, mais à frente, muitos jogos num curto espaço de tempo. Não houve propriamente retoques no plantel. Estando eu ou outro treinador no meu lugar, todas as jogadoras que assinem pelo Sporting terão de lutar pela titularidade. Para mim, titulares são as 25.

Costuma trabalhar com 23...

Sim, mas este ano temos aqui os casos da Bruna [recupera de lesão até Janeiro] e da Patrícia [licença de maternidade]. Além disso, desses reforços que referiu, também há jogadoras que vieram dos escalões de formação e estaríamos a dar um péssimo sinal aos Sportinguistas e às próprias jogadores se, todas as época ou na esmagadora maioria delas, não se der oportunidade aos melhores talentos e com mais potencial das equipas jovens.

Ao referir essa sua vontade de estar entre os oito melhores da Europa, o caminho começa precisamente já este mês, no acesso à fase de grupos da Champions...

Claramente. Não tenho nenhuma dúvida que o caminho começa aí. Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, não estamos num grupo fácil. No sorteio calhou-nos a segunda equipa do pote um, a segunda do pote dois e a primeira do pote quatro.

Que é logo o primeiro adversário...

O Kazygurt, do Cazaquistão, na época passada chegou aos oitavos de final da prova. É preciso ter qualidade para lá chegar. Dos 61 clubes participantes, é a 21.ª do ranking, muito superior a algumas das que já estão apuradas para os 16-avos-de-final, por terem sido campeãs em países de ranking mais baixo.

Já falou do Kazygurt, que informações recolheu do MTK Budapeste?

Os húngaros são os organizadores. Vão jogar em casa e não terão que condicionar a sua preparação porque não têm de fazer deslocações. Estará no seu ambiente habitual e terá todas as jogadoras à sua disposição, algo que nenhum dos outros adversários poderá fazer. Nós só teremos 18 jogadoras inscritas para essa fase. Já as defrontámos no torneio em Potsdam, num futebol diferente [5x5 e com tabelas], com quem perdemos e ganhámos.

E o Hajvalia, do Kozovo?

É o que conhecemos menos. Também será o último adversário que defrontaremos, pelo que teremos oportunidade de as observar nos jogos que farão antes.

Que expectativas tem para a Liga dos Campeões?

O objectivo é o 1.º lugar do grupo [8]. Só assim passamos à fase de grupos e jogaremos para isso. Sem objectivos ambiciosos, dificilmente lá chegaremos.

Que mensagem vai passar à jogadoras para que esse objectivo fique mais perto?

Elas sabem que queremos chegar sempre mais longe. Houve jogadoras que vieram pela participação na Liga dos Campeões.

Nas provas domésticas, com o título de bicampeãs no horizonte, como avalia esta época a mais directa concorrência?

O Sp. Braga continua a ter um excelente plantel, independentemente de terem tido várias saídas. Continua a ser um fortíssimo candidato. A seguir vem o Estoril. Reforçaram-se muito, com jogadoras do Futebol Benfica e do Sporting e estarão ao mesmo nível do Sporting e do Sp. Braga. As restantes equipas são uma incógnita. O Valadares perdeu meia equipa para as minhotas, o Vilaverdense perdeu muitas jogadoras também. O Boavista também teve algumas saídas de vulto. Só ao fim de algumas jornadas é que poderemos perceber se as equipas continuam ou não com objectivos de chegar mais acima na tabela classificativa.

Foto DR

Não VAR tudo!

Por Jornal Sporting
17 Ago, 2017

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3637

Somos a favor das tecnologias que contribuam para o trabalho do árbitro, para uma maior transparência e verdade desportiva. É por isso natural que a introdução do VAR (Vídeo Assistant Referee), ou seja, o vídeo-árbitro, tenha merecido o nosso aplauso, tanto mais que o nosso Clube, através do seu Presidente, foi o principal rosto das instituições desportivas nacionais que se bateram por esta medida, tanto em Portugal como no estrangeiro. Nesta luta foi concebida e elaborada detalhada documentação e promovidas uma série de reuniões junto das mais altas instituições nacionais e internacionais, das áreas políticas, governativas e da tutela do futebol.

Pela primeira vez, esta época, foi introduzido no campeonato da primeira Liga o VAR. Decorridas as duas primeiras jornadas, pese ainda o estado inicial e a necessidade de alguns afinamentos, é com satisfação que vemos o VAR cumprir o seu papel no apoio às arbitragens, contribuindo para uma maior verdade desportiva.

No entanto, como qualquer outra tecnologia ou regra, se não for devidamente utilizada, de forma generalizada com acesso aos mesmos recursos ou não seguindo o mesmo livro de estilos, então aí a coisa pode ser desvirtuada. Tanto mais se aqueles que procedem à recolha de imagens e realizam as transmissões forem uma das partes interessadas nas situações a serem julgadas.

Já em devido tempo alertámos para o perigo de promiscuidade no que respeita à detenção exclusiva de direitos de imagens televisivas de um Clube face a outro, mesmo que jogando em divisões diferentes, para exibir no seu próprio canal de TV. Também por isto não é de estranhar, até pelas situações verificadas no último encontro na Luz com o Sp. Braga, que nos insurjamos contra o facto de uma entidade que fornece as imagens dos seus jogos em casa tenha a faculdade de selecionar as mesmas. Falamos aqui de alguém que fornece os meios de prova para uma decisão na qual é parte interessada. Mesmo sem entrar em desconfianças (legítimas), esta é uma situação no mínimo absurda, pois permite a faculdade de ser julgado através de algo cujas provas o próprio pode condicionar. Mais preocupante ainda é quando assistimos ao último jogo dos nossos rivais frente ao Sp. Braga, as imagens para análise de uma situação de fora de jogo ocultam, numa primeira exibição, o jogador defensivo mais atrasado e suprimem as habituais linhas de fora de jogo que vinham a ser utilizadas nas transmissões da BTV.

Sem colocar em causa a utilidade e bondade do VAR, não restam dúvidas de que a sua utilização e os princípios pelo qual se rege têm que ser afinados, não permitindo que, a quem é parte interessada numa decisão, possa ter a possibilidade de manipular o elemento de prova que a vai suportar. As regras têm que ser iguais para todos os intervenientes e, nas diversas situações, bem como o tipo de realização e de imagens que se disponibiliza ao VAR. Esta situação é tanto ou mais preocupante quando se trata dos suspeitos do costume e que os últimos acontecimentos com e-mails e SMS’s, depois do caso vouchers, vieram reforçar a dúvida e a suspeição. 

Por falarmos de alguém que parece ter um regime de excepção num Estado de Direito, o nosso receio pela prática que vimos assistindo é ainda maior. Quando se negam as evidências com a maior das latas e se goza com a situação, é porque alguém se coloca acima das leis e regulamentos e viva numa impunidade total. O caso das claques vermelhas, aquelas que se dizem inexistentes mas que os próprios reconhecem em documentação própria, como é o caso de recibos de bilhetes de época, é de bradar aos céus. Mesmo tratando-se de diabos e outros sem nome, facto que nem os torna invisíveis e muito menos inexistentes. 

Não deixaremos que nos tratem como papalvos quando está à vista de toda a gente a ilegalidade e violação de regulamentos a que vimos assistindo, com os seus infractores a rirem-se na cara de todos, sem que as autoridades façam aquilo que é o mais elementar e que todos esperam que é, tão só, que a lei seja cumprida. Pouco nos interessa se estes temas queimam nas mãos daqueles que têm poder nestes domínios. A aplicação da lei não se pode reger por calendários eleitorais ou de qualquer outra espécie.

Faremos ouvir a nossa voz sempre, em defesa do Estado de Direito, da transparência e da verdade desportiva, e continuaremos a denunciar todas estas situações com as quais não podemos nem vamos compactuar.

Boa leitura!

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