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Foto Jornal Sporting, destaques, Piccini, 1.ª página

Entrevista exclusiva com Cristiano Piccini

Por Jornal Sporting
12 Out, 2017

A edição desta semana destaca a conversa com o lateral direito leonino e do impacto que teve ao sentir o pulso a Alvalade

O destaque desta semana do Jornal Sporting vai para a entrevista exclusiva com Cristiano Piccini, um dos reforços desta época e que passou a sua formação num clube com ligações especiais ao Sporting CP: a Fiorentina.

Há ainda referências na 1.ª página à dupla vitória do futsal frente ao rival, uma que garantiu a quarta Taça e Honra e a outra em jogo da Liga Sport Zone; à visita do Presidente Bruno de Carvalho nas comemorações do 25.º aniversário do Núcleo do Sporting CP de Nova Iorque; aos três campeões nacionais consagrados no padel; à Supertaça conquista pela secção de bilhar ao campeão em título, o FC Porto; e ainda a estreia do voleibol, que na 1.ª jornada do campeonato nacional recebeu e venceu o Benfica, partida que ainda ficou marcada pelo exemplo de desportivismo dos leões no momento da lesão de Ary.

A não perder, ainda, uma reportagem que ocupa as centrais sobre Inês Fernandes e Miguel Cruchinho, companheiros de equipa da natação, que começaram na modalidade aos seis... meses de idade! Têm agora 20 anos e sonham com os Jogos Olímpicos, projecto para o qual estão praticamente à beira de conseguir entrar. Inês, por exemplo, está a 65 centésimos de segundo!

Todas as notícias do universo verde e branco, a partir desta quinta-feira, nas bancas. A não perder.

Foto D.R.

Manto protector

Por Jornal Sporting
05 Out, 2017

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3644

A fábula do lobo bom e do lobo mau diz que ganha aquele que é mais alimentado. Quando analisamos o circo mediático percebemos bem quem é que os cartilheiros apadrinham. Vivemos cada vez mais com lobos vestidos de pele de cordeiro.

Há uma perseguição sem fim, uma campanha negra orquestrada contra o Presidente Bruno de Carvalho e consequentemente para o nosso Clube. É por demais evidente que os mesmos factos quando envolvem BdC ou outra personagem rival, têm tratamento diferenciado. Se forem positivos, o mérito não é seu, se forem negativos (ou mesmo neutros), os feitos são hipervalorizados. Com os rivais passa-se precisamente o oposto.

Na Assembleia-Geral (AG) da última sexta-feira, Bruno de Carvalho alertou para a tomada de consciência sobre a gravidade do que se está a passar. As suas palavras não poderiam ter sido mais salomónicas, pois, nesse mesmo dia, outra AG tinha lugar na Luz.

Duas AG’s aparentemente similares, com agendas semelhantes e intervenientes de diferentes sensibilidades. Quanto ao interesse mediático, este existiu mas o tratamento tendencioso verificado deveria envergonhar alguns daqueles que são portadores da carteira profissional de jornalista e já não falo de cartilheiros (alguns até acumulam) porque estes, como se sabe, estão a soldo.

Os pretensos arautos da moral e bons costumes, os últimos guardiões do templo, se tivessem um mínimo de coerência já teriam voltado a discorrer sobre dirigentes rascas face ao ocorrido na AG da Luz mas mudando o alvo e alterando a fotografia da personagem.

Em Alvalade, como é apanágio do Clube, viveu-se um clima pacífico com livre opinião, numa demonstração clara de respeito, liberdade e democracia. Diferentes sensibilidades, alguns foram mesmo oponentes nas últimas eleições. Usou da palavra quem entendeu e para além dos 3 minutos regulamentados. Ouviram-se elogios e críticas, escutados em silêncio e com igual respeito. As contas foram aprovadas praticamente por unanimidade (mais de 97%).

Do outro lado, os relatos que nos chegam, são a antítese do que se passou na nossa AG. Entre vários impropérios e agressões, ficou no ar que a exibição da “águia vitória” foi substituída pelas “cadeiras voadoras”. O líder máximo daquela instituição utilizou palavrões e impropérios, uma linguagem só audível com uma bolinha da cor das vestes do seu clube.

Estão os nossos leitores recordados do que foi dito e do ataque vil feito ao Presidente Bruno de Carvalho, acusado e enxovalhado, após ter sido divulgada uma conversa privada? Esta obtida de forma ilícita através de gravação não autorizada que, como se sabe, é crime e com o acordo prévio dos presentes em não a divulgarem (off the record)? Pois bem, o presidente do rival da Luz na última AG utilizou, perante os sócios daquele clube, um chorrilho de palavrões que os próprios divulgaram nas redes sociais. E o que é dito na nossa comunicação social? Nada ou praticamente nada!!!

A diabolização que fazem de Bruno de Carvalho em contraste com as declarações de Filipe Vieira demonstram bem o manto protector que abafa, esconde e protege tudo o que diz respeito ao responsável máximo do clube rival e seus acólitos.

Quando se fala dos apelos do Presidente da FPF quanto ao clima hostil que se vive no futebol, o que é que observamos? O Presidente do Sporting a contribuir para a pacificação do futebol português, normalizando relações com instituições e seus líderes. Esta foi evidente através da presença nos últimos jogos, sentados a seu lado, dos presidentes do Marítimo e do FC Porto.

Em contraponto, lembram-se qual foi a resposta de Luís Filipe Vieira ao convite de Bruno de Carvalho para assistir, na Tribuna de Alvalade, ao último Sporting – Benfica? Foi um retundo não! Isto após na véspera ter sido assassinado mais um adepto Sportinguista. Como se não bastasse, teve ainda o despautério de no final do jogo ter proferido à imprensa declarações ofensivas para com o nosso Presidente, pelas quais foi já condenado pela justiça desportiva.

O que relatamos são apenas factos! Há que estar mais do nunca alerta, porque aquilo que parece nem sempre é! Sobretudo quando fazem parte de campanhas negras e maquiavélicas, preparadas em surdina para tentarem acabar com Bruno de Carvalho e com o nosso Clube.

Boa leitura!

Clássico é o grande destaque do Jornal Sporting

Por Jornal Sporting
04 Out, 2017

Empate frente ao FC Porto faz manchete do semanário leonino, que conta história exclusiva de uma equipa que treina... na mesquita

O Jornal Sporting desta semana conta, como não podia deixar de ser, com o empate do conjunto de Jorge Jesus em manchete na capa. Um jogo que terminou sem golos, mas nem por isso sem motivos de interesse: feita a divisão dos pontos, os leões prosseguem no encalçe do FC Porto e à frente de Benfica. Um jogo analisado ao pormenor na edição desta quinta-feira.

Além da equipa A, também a B enfrentou o líder do respectivo campeonato, neste caso o Santa Clara, mas o colectivo orientado por Luís Martins saiu vitorioso: uma grande exibição de Gelson Dala, com três golos e uma assistência, assim o determinou. Também essa partida tem espaço de capa, ao lado de Ana Capeta, que mais uma vez foi decisiva frente ao Sp. Braga (2-1 foi o resultado final, favorável às leoas).

Como é habitual, também nesta semana há muita vida no semanário verde e branco além do futebol. Exemplo perfeito é a reportagem sobre a equipa de basquetebol do Sporting CP que treina numa mesquita - leu bem! -, numa história contada ao detalhe nas páginas centrais desta edição. As medalhas conquistas pelos judo leonino em Zagreb são outro dos focos de interesse de um jornal que sai para as bancas nesta quinta-feira e que poderá encontrar ao longo de toda a semana.

Foto D.R.

'Bloqueio romeno' em destaque no Jornal Sporting

Por Jornal Sporting
28 Set, 2017

Manchete destaca o critério disciplinar do árbitro romeno, demasiado penalizador para os leões

A 'mão pesada' de Ovidiu Hategan (árbitro romeno) faz manchete no Jornal Sporting desta quinta-feira (28 de Setembro). O juiz da partida frente ao Barcelona mostrou seis cartões amarelos a jogadores do Sporting CP (Gelson Martins, Fábio Coentrão, Doumbia, Acuña, Piccini e Coates), um critério diferente do aplicado aos catalães. Apesar da derrota por 1-0, ficou "uma boa imagem para o Mundo", tal como sublinhou Jorge Jesus. 

À margem da Liga dos Campeões, destaque também para o título da secção de paintball no ano de estreia. Na página 19, poderá analisar ao pormenor a derradeira jornada do campeonato no Nest Paintball. Os 468 pontos conquistado ao longo da época permitiram a festa verde e branca no final. Leia a análise do treinador/jogador António Mestre, que avaliou o rendimento da formação. 
 
Por último, na primeira página, referência ainda ao trabalho realizado pelo jornalista Frederico Bártolo com o conjunto de hóquei em patins (páginas 12 e 13). A sessão estilo militar no Parque Aventura Sniper de Bucelas (Loures) foi acompanhada pelo semanário leonino, sendo que se destacou a capacidade de superação dos atletas.
 
Estes e outros temas para ler e reler na edição n.º 3643. 
Foto DR

Basta…mas não basta!

Por Jornal Sporting
28 Set, 2017

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3643

Com toda a legitimidade e assertividade, o senhor Presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) fez publicar nos três diários desportivos nacionais, na passada sexta-feira, um artigo de opinião intitulado “É tempo de responder aos sinais de alarme”.

No referido artigo, o Presidente da FPF, recentemente nomeado membro da Comissão Executiva da FIFA, que aqui aproveitamos para felicitar e formular votos de maiores sucessos, deixa um alerta no sentido de se encontrar uma plataforma de entendimento que possa travar o clima de ódio e violência que se vive no futebol, antes que seja tarde demais.

Se é verdade que estamos de acordo e partilhamos a preocupação manifestada pelo Presidente da FPF, quanto aos princípios e aos fundamentos do articulado, pensamos no entanto que a sua actuação deve ir mais longe, de acordo com as obrigações e competências da instituição a que preside, e explicamos porquê.

Enunciar aquilo que todos estão a ver e a sentir, é meritório mas não é suficiente para quem tem as responsabilidades que tem e, como é sabido, não se iniciaram agora. Mais do que discorrer sobre eventuais consequências, há que, com coragem e determinação, centrar-se nas causas que originam todo este ambiente pouco saudável. 

Como é sabido, o Sporting Clube de Portugal tem, na actual gestão, apresentado um conjunto de propostas legislativas e percorrido as mais diversas instituições nacionais e internacionais, numa atitude pró-activa e construtiva. Uma delas respeita precisamente ao combate à violência. Aqui, como bem afirma Fernando Gomes no seu artigo, “ninguém pode ficar de fora”, mas para isso, o mínimo que poderemos exigir é que a lei se cumpra!

Uma dessas situações diz respeito aos Grupos Organizados de Adeptos (GOA), vulgarmente designados por claques, em que o Sporting Clube de Portugal dispõe de quatro devidamente legalizados, cumprindo o que a lei exige. Até aqui tudo bem e dentro da normalidade, mas já não o é, quando a poucos metros de distância há um outro clube que, teoricamente, se rege pelo mesmo quadro legal, tendo as claques que toda a gente vê mas que permanecem ilegais. Sem pejo de vergonha, os responsáveis desse clube afirmam desconhecer a sua existência, numa afirmação que consegue, por certo, envergonhar a criação de Gepeto, já que não teria descaramento nem nariz que crescesse para tal.

Mas, mais grave do que tudo isto, é as mais diversas instituições “assobiarem para o lado” como se nada se passasse e, neste caso, é mesmo uma situação a que é necessário dizer basta, mas não basta denunciá-la. É necessário uma actuação célere e firme, nomeadamente da FPF. Mas mais, todo o clima de suspeição envolvendo quase sempre os mesmos suspeitos do costume, obriga também a uma intervenção enérgica por parte da FPF. Os eventuais ilícitos tornados públicos através do “caso dos e-emails”, mais do que palavras, exige acção imediata.

Meu caro presidente Fernando Gomes, um dos grandes combustíveis da violência, senão o mais carburante, é a injustiça. Por isso, é importante que não se desvie a atenção com cortinas de fumo daquilo que é essencial, e se queira resolver mesmo os problemas. 

No mundo não há só bons de um lado e maus do outro. Para que o sentimento de injustiça se desvaneça e não potencie a violência, a impunidade, como os casos referidos anteriormente que são apenas uma parte de um todo bem maior, não podem continuar.

O mais fácil é falar de estilos e esquecer a substância. Mas o que ninguém, e sobretudo o presidente da FPF, pode ignorar é que é através desta última que se encontram as soluções. Neste aspecto, o Sporting Clube de Portugal tem contribuído, e continuará a contribuir, para um desporto melhor, mais justo e mais transparente.

Boa leitura!

Foto César Santos

A história de Dorian Keletela

Por Jornal Sporting
21 Set, 2017

Do Congo a Alvalade são mais de oito mil quilómetros de distância e para Dorian Keletela o caminho foi particularmente difícil. Aos 17 anos, questões políticas forçaram-no a sair sozinho do país onde cresceu e a pedir exílio. É atleta do Sporting CP

Diz um provérbio congolês que “as pegadas das pessoas que andaram juntas nunca se apagam”. Para Dorian Keletela, agora com 18 anos, talvez a frase não tenha especial significado dada a solidão do seu percurso nos últimos anos. Depois do falecimento dos pais – um infortúnio que não esteve relacionado com os conflitos no país centro‑­africano – o jovem passou a viver com a tia, uma política com ideais opostos aos do presidente em funções. Por isso, acabou por ser forçado a sair do país onde nasceu e cresceu. “A vida lá era um pouco difícil porque depois de os meus pais morrerem, passei a viver com a minha tia, que era política e que tinha problemas com o presidente. Fomos forçados a sair do país e a minha tia achou melhor pedir exílio. Aí, o comité português dos refugiados aceitou o pedido e acabei por passar mais de um ano em vários centros de refugiados, onde dividia o espaço e dormia com várias pessoas”, recorda, num português ainda bastante arranhado pelo francês que predomina no seu país de origem – Dorian disse‑­nos mais tarde, à medida que abanava a cabeça, que aprender português na escola está a ser muito difícil –, ele que no ano e meio em que se encontra em Portugal já viveu no centro de acolhimento para crianças refugiadas, na Bela Vista, no centro de acolhimento temporário para refugiados, no Lumiar e, agora, no centro de estágios do complexo desportivo do Jamor.

(Este é um excerto de uma reportagem de duas páginas publicada na edição n.º 3642 do Jornal Sporting, que esta quinta-feira saiu para as bancas).

Foto José Cruz

"Chegou a altura de sermos campeões"

Por Jornal Sporting
21 Set, 2017

É o capitão dos rolamentos leoninos e não tem pudor de afirmar a vontade de vencer, no que será o quarto ano de projecto. Mustang foi o melhor artilheiro do Mundial e não se arrepende da decisão de representar Angola

JORNAL SPORTING – Foi o melhor marcador no Mundial. Como descreve esse feito?
JOÃO PINTO – Foram 28 golos. Não comecei com esse objectivo, mas marquei bastantes golos no primeiro jogo [oito diante dos Estados Unidos]. Continuei com o ‘stick quente’. Já tinha acabado a época a marcar dois/três golos por jogo e aproveitei o bom trabalho dos meus companheiros. Foi muito bom, no que a mim diz respeito.

O resultado individual é mais importante do que o quinto lugar, que fez história em Angola?
Ambas são importantes. É evidente que o objectivo colectivo sobrepõe-se ao individual. O quinto lugar fica para a história da Selecção. É a melhor classificação nacional do hóquei e de todo o desporto angolano [numa modalidade colectiva] num Mundial. É um país que tem algumas dificuldades nas infra-estruturas e que não está desenvolvido em termos desportivos. Estar entre as potências do hóquei é um feito. 

O que falta para marcar presença numa meia-final?
O emparelhamento dos grupos é importante. Os companheiros têm muito respeito e a qualquer momento pode virar para nós. Já estamos nos cinco primeiros, penso que podemos vir a entrar no top-4.

(Este é um excerto da entrevista ao capitão de equipa do hóquei em patins, João Pinto, que pode ler na íntegra na edição n.º 3642 do Jornal Sporting, já nas bancas)

A Voz é dos Sócios

Por Jornal Sporting
21 Set, 2017

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3642

No próximo dia 29 de Setembro terá lugar a Assembleia Geral (AG) Ordinária para aprovação das contas do nosso Clube, relativas ao exercício de 2016/17 e cuja convocatória publicamos na presente edição do nosso Jornal. A participação dos Sócios nas AG’s é simultaneamente um direito e um dever, sendo a sua presença sinal do dinamismo e da vitalidade do Clube. Este é também o espaço privilegiado e por excelência para os Sócios se exprimirem, esclarecerem as suas dúvidas e fazerem ouvir a sua voz no local realmente indicado.

As contas que irão ser submetidas à aprovação marcam curiosamente o final, e o início, de um novo mandato. Poucos por certo acreditariam nos primeiros meses de 2013, ano em que o Clube no final desse exercício apresentou resultados negativos de cerca de 3,8 milhões de euros que os resultados no ano seguinte, fossem de 4,5 milhões de euros positivos e assim continuassem até hoje. Isto em anos em que se recuperou o Clube, se reforçou o investimento, se aumentou o património e se conferiu maior competitividade às nossas modalidades. 

De uma situação de pré-falência foram criadas condições para garantir a sustentabilidade necessária ao Clube. De cerca de 90 mil Sócios passámos já a barreira dos 160 mil, a par de um acréscimo das modalidades praticadas que passaram de 35 para 54. 

Mas não se pense que tudo são rosas e que existe um milagre da multiplicação! Não, este não existe de facto! Esta é a verdade e é necessário que os Sócios e adeptos disso tenham consciência. Os resultados têm sido positivos, e tal como a palavra indica é um bom sinal, mas também é uma realidade que têm decrescido por força de um maior investimento e competitividade das nossas modalidades. Ou seja, para mantermos este nível, o mesmo só é possível com o contributo e esforço dos Sócios e adeptos. Como é sabido, com a reestruturação financeira, a totalidade da receita das quotizações reverte para o Clube e com isto se financia as modalidades. Por isso é vital converter adeptos em Sócios e que estes cumpram a sua obrigação de manterem regularizadas as suas quotas. A bilhética é outra fonte importante de receita e aí uma vez mais os Sócios e adeptos têm um contributo decisivo. Caso contrário, os Sócios terão que repensar o que querem com as suas modalidades.

De destacar ainda que regressámos às grandes conquistas Europeias: Taça CERS, em hóquei em patins; Taça dos Clubes de Campeões Europeus, em atletismo feminino; e Taça Challenge, em andebol. Em termos de Champions fizemos o pleno, a primeira vez que acontece em clubes portugueses com o apuramento de todas as modalidades ditas profissionais que competiram na época anterior (andebol, hóquei em patins e futsal). Se há quem pense que ficamos por aqui enganam-se porque temos ainda o atletismo, o judo, o ténis de mesa, o goolball…

O nosso Clube é a nível Europeu o terceiro com mais títulos internacionais: são 25 aqueles que foram conquistados por quatro diferentes modalidades. 

Poderíamos ter ficado por aqui? Poder… podíamos mas não era a mesma coisa… o Pavilhão João Rocha, a casa das modalidades, marca de forma indelével aquilo que foi conseguido, materializando num espaço ímpar o anseio de tantas gerações e tudo quanto se possa dizer neste domínio pecará, por certo, apenas por defeito.

Foram apresentadas também e pela primeira vez na história do Sporting Clube de Portugal, contas consolidadas, numa prática de gestão que se pauta pela transparência, assumindo princípios de equidade e rigor de informação, permitindo a todo o momento aos Sócios conhecerem a situação real do Clube e, em função desta, tomarem aquelas que entendem ser as melhores opções. São estes mesmos princípios que fazem com que uma vez mais nesta edição publiquemos toda a informação sobre a última janela de mercado, com tudo o que diz respeito às transferências, uma prática continuada que faz do nosso Clube um bom exemplo e que deveria ser seguido pelos demais.

Boa leitura!

"Sem cedências" na Liga NOS dá manchete

Por Jornal Sporting
20 Set, 2017

Tondela em Alvalade foi a sexta vitória em seis jornadas da equipa de futebol. Destaque no Jornal Sporting desta semana também para Dorian Keletela, o congolês refugiado que é atleta do Sporting CP, bem como os quadros do fecho de mercado de Verão

Esta semana, o Jornal Sporting abre a sua edição com duas páginas dedicadas ao mercado de transferências, explicando ao detalhe todas as suas transacções onde os negócios com Real Madrid, Barcelona e Roma são destacados, assim como os empréstimos em valorização do Sporting CP.

Nas páginas centrais da edição desta quinta-feira é contada a história de Dorian, o menino refugiado que agora veste de verde e branco. Mas claro, não é esquecida a crónica do jogo em que a equipa sénior leonina conseguiu a sua 6.ª vitória consecutiva no campeonato. Para além das chamadas da capa, o semanário verde e branco conta ainda com a entrevista ao capitão de equipa de hóquei em patins, João Pinto, e a Carlyn Baldwin, jogadora da equipa feminina de futebol sénior.

A não perder nas bancas a partir desta quinta-feira.

Foto Mário Vasa

Existem clubes ecléticos… e depois existe o Sporting

Por Jornal Sporting
14 Set, 2017

Sabe o número de modalidades que o Clube irá ter a competir na Champions? Andebol, futsal, goalball, hóquei, futebol, judo, atletismo e ténis de mesa. Um hino ao ecletismo, algo que honra a tão famosa frase do fundador e primeiro Sócio leonino

Evocar a frase de José Alfredo Holtreman Roquette, mais conhecido por José Alvalade, nunca será um cliché. Ser tão grande quanto os maiores da Europa é algo que ‘corre no sangue’ do Sporting Clube de Portugal. A expressão que saiu da boca do fundador e primeiro Sócio do Clube vai ganhando forma em dados estatísticos ano após ano, tendo atingindo novos números na temporada 2017/2018. Pela primeira vez – e esta indicação já não sai do ouvido –, o Sporting irá ter oito (8, eight, ocho, huit, acht) modalidades a disputarem as respectivas Champions. São elas: andebol, futsal, goalball, hóquei em patins, futebol, judo, atletismo e ténis de mesa. Esta contabilidade permite aos leões agigantarem-se no capítulo do ecletismo diante do mais medalhado de sempre: o Barcelona, que concorre ‘somente’ no andebol, futsal, hóquei em patins, futebol e basquetebol. 

Rui Caeiro, membro do Conselho Directivo com a tutela das  modalidades, analisou o feito, fazendo referência à bonita conjugação cósmica que se proporcionou. “O ataque das modalidades à época 2017/2018 acaba por ser o culminar da fantástica temporada anterior. Ao ultrapassarmos o Barcelona, assumimos a qualidade indiscutível dos nossos atletas e o topo do ecletismo mundial”, começou por referir o dirigente verde e branco, abordando depois a seguinte coincidência. “Parece que tudo se conjugou. No ano em que inauguramos o nosso Pavilhão, um palco privilegiado para receber grandes equipas e assistir a excelentes jogos, temos a maior representação europeia”, vincou.

(este é um excerto de uma reportagem de duas páginas que pode ler na edição n.º 3641 do Jornal Sporting, que esta quinta-feira saiu para as bancas)

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