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Foto César Santos

"Jogo começou a ser ganho em Barcelona"

Por Jornal Sporting
09 Dez, 2017

Jorge Jesus elogiou o pragmatismo da equipa, destacando que o descanso de Gelson, Dost e Fábio Coentrão na Liga dos Campeões fez diferença ante o Boavista

Jorge Jesus explicou em conferência de imprensa que o triunfo por 3-1 no Bessa começou a ser construído em Camp Nou, salientando que o Sporting CP tem sido uma equipa cada vez mais pragmática: “O objectivo foi atingindo sabendo que não é fácil aqui ganhar. Começou a ser ganho em Barcelona. A estratégia que colocámos, os três melhores jogadores que não pus de início [Coentrão, Dost e Gelson Martins] provou-o. O Gelson esteve endiabrado, se não fizesse o que fiz em Barcelona, não tinha ganho aqui. Estamos na corrida para o título e é fundamental ganhar. Sabendo que ganhas, continuas em primeiro. Foi fundamental para o foco e a equipa está com uma mentalidade de campeão. Somos mais realistas, mais pragmáticos”.

Para o técnico verde e branco, identificaram-se algumas lacunas ao intervalo, vincando-se a dificuldade do Boavista no que toca à ocupação de espaço e à perda de tempo.

“O Boavista tem conteúdo táctico desenvolvido. É difícil jogares com equipas com marcação tão directa. Da minha parte, não deixo de dizer que tem boa equipa e que montou uma estratégia adequada para não deixar jogar os jogadores mais proeminentes da nossa equipa. O Idris acompanhou sempre o Bruno Fernandes, por exemplo. Quebraram o ritmo de jogo e acabaram penalizados pelo golo que sofrem nos descontos da primeira parte. Cada vez que a bola ia para o guarda-redes perdiam-se 30 segundos”, reitera Jorge Jesus, antes de garantir a vontade em continuar a superar marcas históricas [melhor arranque em 23 anos], mas com títulos para amostra: “Temos batido recordes. Só falta ser campeão, ganhar títulos, que é o meu propósito. Essa vontade de aproximar o Sporting dos rivais. Nestes 2/3 anos temos feito uma recuperação grande, estamos no caminho certo. Isso é o mais importante. Queremos lutar em todas as frentes. No primeiro ano [2015/2016), tivemos de ganhar muitas vezes fora e esta equipa é mais experiente, sabe lidar com a pressão do jogo. Continuamos fortes emocionalmente e não é fácil marcarem-nos”.

A terminar, uma palavra para os adeptos: “Só um grande clube traz tanta gente ao Bessa. Foram importantes. Dominámos completamente e foi importante termos os adeptos atrás da baliza”.

Foto César Santos

Três mergulhos para a almofada da liderança

Por Jornal Sporting
09 Dez, 2017

Dois lances de bola parada e três abordagens perfeitas na finalização valem permanência no primeiro lugar

A deslocação ao Bessa, tradicionalmente difícil para o Sporting CP, não defraudou as expectativas de equilíbrio, com os leões a somarem a terceira vitória consecutiva, mantendo-se invictos na prova ao derrotarem o Boavista por 3-1, em partida referente à 14.ª jornada da Liga NOS. A principal arma foi o veneno do rival: a bola parada.

‘Se não podes vencê-los, junta-te a eles’: o mote para o esquema táctico boavisteiro, semelhante ao do leão sem derrotas no Campeonato Nacional. Os axadrezados condicionaram a saída de bola do Sporting, com Fábio Espinho e Rochinha a pressionarem alto, juntamente com os extremos. A dupla de meio-campo policiava Bruno Fernandes, desaparecido no primeiro tempo. Assim, o oitavo classificado da Liga NOS esteve confortável, recuperando até em zona subida, sempre que os leões procuravam, sem sucesso, jogar em Daniel Podence, deambulando por todo o ataque. Aos 19’, a partir de um cruzamento da esquerda, Rochinha encostou com perigo, a única tentativa de bola corrida do Boavista no primeiro parcial.

Um minuto volvido e Gelson cruzou para Bruno César, titular no lugar de Acuña. O brasileiro simulou e abriu espaço à subida do caxineiro Fábio Coentrão, a vítima preferencial da assobiadela do Bessa. 
Percebendo que o miolo estava trancado, a opção passou pelo improviso nas laterais: Piccini obrigou Vagner a rechaçar aos 35’ e, aos 43’, a defesa boavisteira afasta o golo da cabeça de Podence (diga-se com impetuosidade máxima), com Bruno César a acertar no defensor.

Podence e Gelson bem haviam tentado explorar a profundidade e, ao cair do pano do primeiro tempo, Bas Dost sinalizou Rui Patrício. Foi preciso o holandês reafirmar a vontade ao guardião, mas a bola chegou-lhe. Dost penteou, servindo Podence na direita. O avançado deambulou, tirou da frente Talocha e temporizou. ‘Estaria à espera de Dost!’, talvez pensassem os jogadores do Boavista. Só que o cruzamento foi tão inteligente quanto o drible, dirigindo-se ao segundo poste, no qual Coentrão, como hábil conhecedor das leis da física, mergulhou para o relvado, cabeceando para a vantagem ao intervalo, no segundo remate enquadrado com a baliza de Vagner. 

No segundo tempo, Jorge Jesus pediu que os extremos jogassem dentro e com mais homens na zona nevrálgica, o Sporting CP controlou a bola e lançou contra-ataques. Podence serviu Dost, que quis oferecer a Bruno Fernandes, a primeira transição desperdiçada. Acuña (por Bruno César) foi a jogo e quando Battaglia corria para a área, por troca com Podence, já Mathieu cabeceava ao poste, ressaca aproveitada por Dost, que em mergulho de pés empurrou para o segundo com 63 minutos volvidos. 

Aos 65’, Coates perdeu a bola na zona central, que continuava bem pressionada pelo Boavista, e Rochinha desenvolveu um lance de 3x2 que Mateus não negou. Se o 2-1 poderia afectar o leão, a verdade é que o rei da selva desferiria o golpe final à pantera aos 67’. A mesma receita: Mathieu ganhou nas alturas e Bas Dost, desta vez com a canela esquerda, lançou a euforia no Bessa, após livre de Bruno Fernandes. O meio-campo verde e branco tomou conta das operações; Bruno ainda perigou com um cruzamento que quase surpreendeu Vagner (76’) e os axadrezados só por Rochinha voltaram a assustar, ainda que Rui Patrício só tenha sido obrigado a intervir em cruzamentos. 
Antes de o FC Porto se deslocar a Setúbal, a liderança permanece em Alvalade, agora com 36 pontos. Segue-se o Vilaverdense na quarta-feira para a Taça de Portugal.

Foto César Santos

"Com alma e coração em jogo, ultrapassamos o cansaço"

Por Jornal Sporting
09 Dez, 2017

Fábio Coentrão comentou o lance do primeiro golo, da sua autoria, na vitória (3-1) alcançada esta noite, no Bessa

O defesa-esquerdo leonino Fábio Coentrão comentou as incidências do encontro que marcou a 14.ª jornada da Liga NOS, na visita do Sporting CP ao Boavista, no Bessa, mas também o lance que deu origem ao primeiro golo do encontro, o seu primeiro com a Listada verde e branca: "Estávamos a ter um jogo complicado. Sabíamos que iríamos encontrar um Boavista muito forte, que iria complicar o nosso jogo e foi isso que aconteceu. Naquele momento, senti que a equipa precisava de entrar no descanso em vantagem. Senti que era a altura ideal para seguimos para intervalo com 1-0. Subi, apareci lá à frente e tive a felicidade do Podence colocar-me aquela bola ao segundo poste e fiz o mais fácil, que era só encostar".

A uma análise ao restante tempo de jogo, o internacional português acrescentou um 'feeling': "O golo desbloqueou o jogo. Se fôssemos para intervalo com 0-0, com certeza que teríamos uma segunda parte diferente daquela que houve. É normal. O Boavista teria de ir atrás do resultado e sabíamos que teríamos mais espaço e sentir-nos-íamos melhor". Quanto ao cansaço, declarou: "Sou daqueles que penso que o cansaço não pode entrar. Em certa medida é psicológico. Se colocarmos a alma e o coração em jogo, ultrapassamos cansaço, ultrapassamos tudo. Estou confiante de que podemos sair desta jornada na frente, a três pontos do segundo lugar".

Foto José Cruz

“É sempre difícil jogar no Norte"

Por Jornal Sporting
08 Dez, 2017

Nuno Cristóvão pediu "atitude e garra" às suas jogadoras para o encontro frente ao Valadares Gaia

Nuno Cristóvão, treinador da equipa de futebol feminino do Sporting CP, fez esta quinta-feira a antevisão ao encontro de sábado frente ao Valadares Gaia, à passagem pela 10.ª jornada da Liga Allianz.

Nos últimos três jogos, a formação nortenha não sofreu qualquer golo, estando actualmente a passar um momento positivo. Uma deia reforçada pelo técnico leonino: “O Valadares é uma equipa bastante bem organizada e orientada, além de que é sempre difícil jogar no Norte. A esmagadora maioria das equipas quando jogam contra nós jogam fechadas, dificultando-nos muito o trabalho”, referiu, acrescentando: ‘Vai ser um jogo muito complicado’.

Neste momento, o Valadares ocupa o oitavo lugar na tabela classificativa. No entanto, este não deve ser um factor decisivo na abordagem a este encontro. “Há várias equipas que tanto podem ficar em quarto lugar como em nono ou décimo. Não podemos olhar para a classificação do adversário, mas sim para o histórico das partidas e da enorme dificuldade que é jogar fora”.

Nuno Cristóvão espera ainda contar com o forte apoio dos adeptos leoninos, que habitualmente percorrem inúmeros quilómetros para ajudarem o Sporting CP a vencer. Para já, o foco é só um: conquistar os três pontos. “Temos de ter atitude e garra. Somos melhores e isso demonstra-se através da qualidade de jogo. Não podemos facilitar”.

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