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Foto César Santos

"Quando as coisas não estão a correr bem, tudo corre mal"

Por Jornal Sporting
13 maio, 2017

Jorge Jesus expressou o desalento pelo desaire em Santa Maria da Feira, salientando que o resultado com o Belenenses teve impacto na equipa

Na conferência de imprensa de rescaldo da derrota por 2-1 contra o Feirense, Jorge Jesus não escondeu que a derrota caseira diante do Belenenses afectou a equipa leonina para a deslocação a Santa Maria da Feira: "O Sporting CP não esteve bem. Tivemos alguma falta de crença, não direi de motivação. Com a derrota do último fim de semana sentiu-se que a equipa já não luta pela classificação. Andámos à procura de não perder e tivemos algumas hipóteses para fazer golo. Quando as coisas não estão a correr bem, tudo corre mal".

O técnico principal considerou que a formação verde e branca repetiu más decisões que acabaram por lhe custar um resultado positivo: "Voltámos a sofrer dois golos de bola parada, uma grande penalidade desnecessária. Estamos a cometer alguns erros. A equipa esteve abaixo do que costuma fazer. Vinha de um ciclo muito forte, mas o jogo com o Belenenses tirou-nos alguma confiança", explicou, antes de exibir alguma preocupação com o início da temporada 2017/2018: "Para além de acabar a época bem, o Sporting CP tem de ter muito cuidado. O grande problema vai ser o início da próxima época. Há eliminatória da Liga dos Campeões [Agosto], vamos ter nove, dez jogadores na Taça das Confederações [Junho] e ainda o Europeu de sub-21 [Junho]. Vamos fazer a pré-época com 10/11 jogadores e essa é a grande preocupação. Tenho de me preocupar com isso, não há volta a dar".

 

 

Foto César Santos

Feira interdita por falta de diversões

Por Jornal Sporting
13 maio, 2017

As bolas paradas voltaram a fazer a diferença e o Feirense operou uma reviravolta histórica (2-1), consumando a primeira vitória ante os leões. Gelson ainda agitou o jogo, mas o tiro ao poste foi um reflexo da total desinspiração

Nova deslocação a Norte e três pontos que voltaram a não ser resgatados para Lisboa. O Feirense derrotou o Sporting por 2-1 em jogo referente à 33.ª jornada da Liga NOS, numa partida equilibrada e em que Gelson Martins foi o principal desequilibrador de um conjunto leonino sem grandes ideias para dar a volta ao desaire na semana anterior, diante do Belenenses (3-1). 

Feirense e Sporting CP iniciaram o jogo em 4x4x2, apresentando dinâmicas muito semelhantes. Os extremos da equipa fogaceira tentavam fechar o espaço central e os dois avançados procuravam condicionar a primeira fase de construção dos leões. Sem sucesso, diga-se… durante os primeiros 25 minutos. Com Gelson e Podence de volta, após lesão e castigo, respectivamente, também Rúben Semedo alinhou no 11 inicial, substituindo Paulo Oliveira.

Aos cinco minutos, Dost ameaçou com um cabeceamento à figura. Esperava-se que a mira afinasse, mas a verdade é que só o cruzamento de Podence serviu o melhor artilheiro do campeonato, que não voltou a dispor de qualquer oportunidade clara. Aos 13’, Edson Farias ultrapassou Schelotto e serviu Etebo que, na pequena área, permitiu que Rui Patrício segurasse o nulo. O aviso acordou os leões. Aos 19’, num lançamento lateral longo, Jefferson colocou em Coates. O uruguaio desviou, Dost reforçou com um toque e Gelson apareceu no segundo poste para encostar. O golo foi um tónico motivacional de relevo. 

Aos 25’, uma das grandes debilidades do leão voltou a fazer-se sentir. Tiago Silva pegou no esférico e enviesou um livre lateral que, com a movimentação dos centrais, iludiu Rui Patrício. A bola não sofreu qualquer desvio, mas o empate estava consumado. Aos 28’, o primeiro momento de inspiração em zona central. Podence e Adrien combinaram, mas o remate acabou por ser evitado já dentro da área. O Feirense ainda perigou: aos 31’, Etebo contornou Patrício, mas Luís Machado atirou enrolado; aos 39’, Karamanos procurou um grande golo de calcanhar, mas Rui Patrício salvou a igualdade até ao intervalo, mesmo que Podence ainda tivesse rematado à malha lateral.

No segundo tempo, os fogaceiros apostavam no contra-golpe, aproveitando cada reposição de bola para tentar surpreender. Defensivamente, continuavam a condicionar a primeira fase leonina, obrigando a que os desequilíbrios se dessem nos corredores laterais. Adrien e os movimentos interiores de Bruno César e Podence criavam espaço nas faixas. Schelotto ainda ganhou espaço na direita, mas falhou no cruzamento para Dost. Aos 63’, Jefferson serviu Gelson. O extremo mergulhou, porém falhou o possível bis.

Aos 68’, Etebo ganhou espaço e acabou derrubado por Rúben Semedo. Tiago Silva converteu a grande penalidade e adiantou os da casa. Gelson Martins (sempre ele) respondeu e, aos 73’, disparou um ‘tiraço’ a que Vaná respondeu com um desvio para a barra, bola que embateu de seguida no poste. Adrien Silva não aproveitou a recarga e, mesmo não sendo o 'canto do cisne', percebeu-se que a crença na vitória foi altamente derrubada. Aos 85’, Rúben Semedo desperdiçou a assistência de Dost e, já na compensação, Vaná salvou miraculosamente, desviando o cabeceamento de Coates. 

O Feirense ganhava, assim, pela primeira vez a um grande. De positivo para os leões, talvez só mesmo a confirmação do terceiro lugar e consequente acesso ao play-off de apuramento da Liga dos Campeões em 2017/2018.

Foto José Cruz

Desatenção defensiva nos descontos trama leões

Por Jornal Sporting
13 maio, 2017

Sporting CP viu fugir dois pontos no dérbi frente ao Benfica, com um golo já em tempo de compensação

Os juniores leoninos empataram este sábado frente ao grande rival Benfica (1-1), em jogo referente à 11.ª jornada da fase de apuramento do campeão do Campeonato Nacional de juniores. Um golo já em tempo de compensação dos encarnados retirou dois pontos à equipa do Sporting CP.

O primeiro aviso dos leões surgiu logo aos quatro minutos. Boa jogada de entendimento pelo lado direito, com o lateral Thierry Correia a ganhar a linha e a cruzar para o segundo poste, onde apareceu Jovane Cabral, em boa posição, a rematar sem a melhor direcção. O Sporting CP, que dominava completamente as operações, não deixando a equipa do Benfica sair do seu meio-campo, insistiu e criou mais três situações no espaço de oito minutos. Os primeiros dois lances em situações de bola parada com Jovane Cabral, primeiro, e Demiral depois a não conseguirem concretizar com sucesso. A terceira e última ocasião surgiu dos pés de Rafael Leão, com o avançado a rematar forte, mas à figura de Daniel Azevedo. Só aos 16 minutos é que as águias conseguiram sacudir um bocado a intensa pressão exercida pelos pupilos de Tiago Fernandes e aproximar-se da baliza defendida por Diogo Sousa (titular com a ausência de Luís Maximiano, que recorde-se está na selecção de Sub-20).

O jogo entrou depois numa toada mais calma, em que os encarnados conseguiram equilibrar, sendo que há a destacar a excelente intervenção do defesa central turco Merih Demiral, aos 24 minutos, numa altura em que Filipe Soares se preparava para isolar. A partida decorreu depois até ao intervalo sem praticamente nenhum lance digno de registo, sendo que só dentro dos últimos cinco minutos é que voltou a animar. Primeiro, aos 42 minutos, Pedro Marques, dentro de área, cabeceou ao lado. Na resposta, o guarda-redes leonino Diogo Sousa evitou o golo com uma grande defesa a remate de Filipe Soares. Em cima do intervalo foi o defesa João Ricciuli a ficar perto do primeiro golo na Academia Sporting na sequência de um pontapé de canto, mas o cabeceamento passou a rasar o poste.

O segundo tempo começou como acabou o primeiro, ou seja com muita luta a meio-campo. Nenhuma das equipas conseguia ter o domínio, tendo sido através de um erro da defensiva do Benfica que os leões tiveram uma enorme oportunidade para se colocarem em vantagem. Jovane Cabral isolou-se e à saída de Daniel Azevedo rematou ao lado. Falhanço incrível do extremo dos verdes e brancos, que levou ao desespero o banco de suplentes do Sporting CP e os muitos adeptos que encheram o Estádio Aurélio Pereira. Não foi à primeira, foi à segunda que o extremo cabo-verdiano colocou a formação orientada por Tiago Fernandes em vantagem, levando à loucura os muitos Sportinguistas presentes nas bancadas. Grande jogada pelo lado esquerdo, com Pedro Ferreira a cruzar com conta, peso e medida para a cabeça de Jovane, que atirou a contar.

Em desvantagem, o Benfica tentou reagir e teve uma excelente ocasião aos 72 minutos. Cruzamento do lado direito, com o defesa central João Ricciuli quase a colocar a bola na própria baliza ao efectuar o corte. A partida entrou depois numa toada de muita luta a meio-campo, com os leões a tentarem manter a vantagem. A vitória parecia já não escapar à formação orientada por Tiago Fernandes, quando já em tempo de compensação surgiu o balde de água fria na Academia (93’). Jogada de insistência do ataque encarnado, com o lateral direito Diogo Cabral a cruzar rasteiro e a descobrir Zidane Banjaqui solto, com o número 11 a não perdoar. Nota para as provocações dos jogadores do Benfica na altura dos festejos, que se colocaram à frente do banco de suplentes do Sporting CP, numa atitude condenável, a que se juntou o treinador João Tralhão.

Logo a seguir, apito final, com os leões a verem escapar dois pontos mesmo em cima do final do encontro. Apesar disso, os verdes e brancos continuam isolados na liderança do campeonato quando faltam disputar três jornadas. 

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