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SC Pombal - Sporting CP
Sporting CP - AD Oeiras
Sporting CP - CCRD Burinhosa
Campbell minimizou estragos maiores
22 Out, 2016
Sporting CP empata em Alvalade frente ao Tondela, que se torna obstáculo difícil para leões
O Sporting CP empatou esta noite com o Tondela (1-1), em encontro referente à 8.ª jornada da Liga NOS.
Os leões, à semelhança do que já tinha acontecido no encontro com o Borussia Dortmund, voltaram a ter uma primeira parte menos conseguida, com a diferença de não ter sofrido dois golos.
Gelson Martins, sempre o mesmo suspeito do costume, com a bola ao poste logo aos quatro minutos de jogo, fazia acreditar que a história pudesse ser diferente da que realmente aconteceu. No entanto, foi um lance sem réplicas à altura. Aos 21 minutos, Schelotto cruzou para o cabeceamento de Bas Dost, mas a a bola saiu muito por cima. O mesmo Schelotto, desta feita aos 44 minutos, também serviu Bryan Ruiz na área, mas o costa-riquenho surgiu tarde para dar o melhor seguimento à jogada. Nem mesmo a saída caricata de Cláudio (33') teve o melhor desfecho para a formação leonina.
No seguno tempo, com a entrada de Bruno César, notou-se uma clara melhoria do miolo verde e branco. O brasileiro, autêntico agitador de particulas, deu mais intensidade ao ritmo de jogo e obrigou a equipa a carregar no acelerador – para que Gelson não se sentisse sozinho nesse papel –, mas o tempo foi passando sem que se registasse momentos para festejos. Pelo contrário. Num cruzamento de Jaílson da direita, a bola sobrou Jhon Murillo que, mais adiantou que Coates, desviou para fora do alcance de Rui Patrício, inaugurando assim o marcador (74').
Naturalmente que o resultado não agradava a ninguém em Alvalade. Quatro minutos depois (78'), Campbell que entrou logo a seguir ao golo sofrido, de cabeça, obrigou Cláudio a defesa apertada. Com o recuo do Tondela no terreno – para defender o tão precioso golo de Murillo –, o Sporting CP balanceou-se mais no ataque e mesmo com as sucessivas quebras no jogo por parte dos jogadores de Petit – com a condescendência do árbitro Rui Costa –, Campbell acabou por minimizar estragos maiores ao marcar aos 90+5', dividindo os pontos em disputa.
“Tondela fez o que lhe competia e o árbitro deixou”
22 Out, 2016
Jorge Jesus fez a análise ao empate deste sábado em Alvalade
Após o final do jogo, o treinador Jorge Jesus queixou-se do árbitro, por este deixar o adversário fazer antijogo, e desdramatizou os cinco pontos a que o Sporting CP ficará do Benfica caso este vença este domingo no Restelo.
“Tivemos um jogo difícil, viemos de uma partida com muita intensidade. Na primeira parte, não fomos uma equipa muito rápida nem com dinâmica ofensiva forte, como costumamos ser. O Tondela esteve bem defensivamente. Na segunda parte, transformámos o jogo com pressão alta e muitas ocasiões na área do Tondela. Tivemos uma boa reação, houve algum cansaço mas isso não pode servir de desculpa. Houve muito anti-jogo, muitas quebras… o Tondela fez o que lhe competia e o árbitro deixou. Tudo isso teve influência”.
“É claro que é preferível estar com os mesmos pontos, ou estar à frente. Neste momento, temos de correr contra essa diferença. Tudo está em aberto. São cinco pontos à nona jornada mas há muito campeonato e os nossos rivais também têm muitos jogos difíceis”.
O técnico leonino explicou ainda a aposta em Campbell, que restabeleceu a igualdade em período de descontos: «Prefere jogar na direita mas tinha de jogar na esquerda porque, na direita, o Gelson é imprescindível», rematou.
“Eles fizeram só anti-jogo, tal como o Dortmund”
22 Out, 2016
Bruno César fez a análise do empate frente ao Tondela
O Sporting CP empatou este sábado diante do Tondela (1-1) em jogo relativo à 8.ª jornada do Campeonato Nacional. O brasileiro Bruno César, que entrou ao intervalo para o lugar de Elias, analisou assim o encontro: "Tentou de todas as maneiras, o Tondela veio fechado. Na primeira parte não repetimos o que temos vindo a fazer. Na segunda parte a gente impôs-se, levámos um golo no contra-ataque, depois eles fizeram só anti-jogo, tal como o Borussia de Dortmund. Tentámos, mas só conseguimos o empate".
O camisola 11 dos leões não se preocupa com a distância para os rivais, uma vez que ainda há muito campeonato para jogar. «Só pensámos em nós, pensámos no nosso trabalho e quem estiver à frente vamos tentar ultrapassar até ao final», rematou.
Sporting CP perde a liderança a cinco segundos do fim
22 Out, 2016
António Areia estabeleceu o resultado final, marcando o golo da vitória para o FC Porto
A formação leonina visitou este sábado o Dragão Caixa e saiu da Invicta com uma derrota de difícil digestão. Depois de recuperar de cinco golos de desvantagem na etapa complementar os leões chegaram à igualdade, mas a cinco segundos do fim o FC Porto estabeleceu o resultado final (29-28).
À entrada para a 9.ª jornada do Campeonato Nacional, os dois conjuntos entravam como as únicas equipas só com vitórias na competição. Empolgados pelo combustível que vinha das bancadas, os azuis e brancos assumiram desde cedo a marcha do marcador.
O leão tentava seguir as pisadas do dragão, todavia a via de cintura interna apertou em demasia nos instantes finais da primeira parte: a dupla de arbitragem, num descontrolo total, excluiu em catadupa vários jogadores do Clube de Alvalade. A cinco minutos do regresso aos balneários o Sporting CP tinha apenas dois jogadores de campo dentro da quadra! Uma situação que viria a gerar a expulsão do treinador Zupo Equisoain, incrédulo com aquilo que se estava a passar.
O Sporting esteve, quase sempre atrás do prejuízo, porém foi apenas no minuto final da etapa inicial que o FC Porto chegou pela primeira vez a uma vantagem de quatro golos. Uma diferença que se justificava também pela falta eficácia na hora de rematar à baliza: nos primeiros 30 minutos os leões apenas aproveitaram oito dos 17 remates à distância de nove metros, sendo que da marca dos sete Pedro Portela e Pedro Solha desperdiçaram, ambos, a oportunidade que cada um dispôs.
A etapa complementar começou com novo golo azul e branco e, concomitantemente, uma vantagem de cinco golos no marcador. Tudo levava a crer que o leão ia tombar, mas o rugido ganhou nova alma. Minuto a minuto a diferença foi-se reduzindo, com os comandados de Zupo Equisoain a alcançarem a igualdade a 22 no meio da etapa complementar, com João Pinto a destacar-se nesta fase do encontro.
O FC Porto voltou a disparar no marcador e a seis do minutos do fim a vantagem voltou a ser de quatro golos (28-24). Asanin na baliza, e Pedro Solha a marcar três golos, de forma consecutiva, todos na ponta esquerda da quadra levaram o jogo para um final à Hitchcock. Com o jogo empatado a 28, e a 30 segundos da buzina soar, cabia ao leão guardar o cofre a sete chaves. Falhou a defesa leonina que deixou António Areia escapar pela ala direita. No último suspiro o leão desceu ao segundo lugar da classificação, ficando a três do seu rival directo.