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Foto João Pedro Morais

Rui Borges: "Temos de ser fortes e capazes com os jogadores que temos"

Por Sporting CP
26 Fev, 2025

Sporting CP joga amanhã os quartos-de-final da Taça de Portugal frente ao Gil Vicente FC

A equipa principal de futebol do Sporting Clube de Portugal joga, nesta quinta-feira, em Barcelos, frente ao Gil Vicente FC em jogo a contar para os quartos-de-final da Taça de Portugal (20h45).

Na antevisão ao encontro, Rui Borges disse que não será um jogo fácil, mas sublinhou, obviamente, o desejo Leonino: vencer e seguir em frente na prova, como não poderia deixar de ser.

“O Gil Vicente FC é uma equipa que joga muito bem, que valoriza muito o jogo, principalmente o jogo ofensivo, onde tem muita mobilidade, muito qualidade e muita capacidade para tomar decisões. Por isso, considero que seja uma equipa difícil de defrontar. Gosta mesmo de jogar e não tem receio de se expor ao erro. Tem um novo treinador, que não mudou muito a estrutura defensiva ou ofensiva, mas, seja como for, pela qualidade individual e colectiva que tem, vai trazer-nos muitas dificuldades e, por isso, em momento algum podemos perder o rigor. Além de ser uma boa equipa, o Gil vai estar certamente motivado para passar às meias-finais da Taça de Portugal, que é uma competição onde, por norma, os clubes que não têm tanto nome ganham uma coragem e uma ambição maior, e, tudo isso junto, leva-nos a pensar que será um jogo difícil, mas, claro, nós também temos a ambição de chegar às meias-finais”, começou por dizer o técnico Leonino quanto ao jogo, dizendo que talvez haja novidades na convocatória: “Vamos perceber se o Geny Catamo pode ser opção ou não”.

“O Pedro Gonçalves ainda não está apto e o Viktor está disponível, mas temos de controlar os minutos que faz e de continuar a ter algum cuidado”, disse também Rui Borges, voltando a não se lamentar: “Queríamos ter toda a gente disponível, mas temos de ser fortes e capazes de lutar contra todos os contratempos com os que temos para passarmos às meias-finais da Taça de Portugal e sermos capazes de ser campeões”.

“Todos nós sentimos as adversidades que nos têm acontecido, sejam as lesões ou os jogos, mas, acima de tudo, vejo o plantel focado naquilo que é o objectivo final, que é ser bicampeão e, honestamente, o nosso dia-a-dia é muito bom. O grupo está tranquilo, feliz, focado e resiliente em tudo o que nos tem acontecido, além de ser muito humano na ligação entre todos. Apesar de tudo, e de em alguns momentos não termos sido tão competentes, ainda somos primeiros, em igualdade pontual, mas mantemos o nosso objectivo intacto e só dependemos de nós”, acrescentou Rui Borges.

Questionado sobre a quebra do Sporting CP nas segundas partes dos últimos jogos, o treinador verde e branco disse que se deve à frescura física: “Temos, nós equipa técnica, de pensar como podemos ser mais intensos, mas sabemos que a frescura física leva a sermos mais rigorosos nos comportamentos e é natural que, com o passar do tempo, não consigamos ser tão pressionantes e que vamos perdendo algum rigor. Isso faz com que a equipa baixe e que dê mais espaço ao adversário, eu não lhes peço para baixar, e acho que isso se deve à frescura física que leva à mental também”.

Rui Borges foi ainda questionado sobre as arbitragens, deixando claro aquilo que quis dizer após o último jogo: “Falei do VAR porque já há 15 dias tinha pedido o mesmo critério. Não estava a falar da arbitragem porque a arbitragem foi boa, estava a falar dos lances com decisão do VAR. Não disse se estavam certos ou errados, só pedi o mesmo critério e é isso que eu peço. Quanto a prejudicados ou beneficiados, o presidente já falou, e bem, que na ‘liga da verdade’, que vocês às vezes falam, o Sporting CP devia ter mais quatro ou cinco pontos, mas não vou por aí e eu não critiquei a arbitragem. Só peço o mesmo critério para todos, grandes ou pequenos”.