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Foto João Pedro Morais

João Coelho: "No segundo parcial tivemos chance de relançar o jogo"

Por Sporting CP
21 Jan, 2026

Rescaldo ao jogo do Sporting CP em casa do Asseco Resovia Rzeszów

Após o encontro da 4.ª jornada da CEV Champions League, o treinador de voleibol do Sporting CP, João Coelho, fez o balanço ao jogo em casa do Asseco Resovia Rzeszów, que terminou com vitória da equipa polaca por 3-0, em declarações aos meios de comunicação do Clube.

“No segundo parcial tivemos chance de relançar o jogo, já é a segunda vez que acontece na CEV Champions League e outra vez frente a uma equipa da Polónia. Isso poderia libertar-nos mais, tornar o nosso jogo mais fluído e mais assertivo. A entrada no primeiro set abalou, os níveis são diferentes, o Resovia também faz parciais muito desnivelados na Liga deles, abanámos um bocadinho, mas tivemos chances de empatar e de abrir mais o jogo. Faltou acreditar um bocadinho mais no segundo set para tornar o jogo mais ‘nervoso’, obrigar o adversário a menor gestão, mas não conseguimos e ficou facilitada a tarefa [do adversário]. Sai o lamento de não termos empatado a partida em parcial bem jogado, temos de acreditar mais, temos de dar esse salto, o poderio ofensivo desde a linha de serviço do Resovia é diferenciado”.

O treinador Leonino destaca que se podem retirar ilações e ensinamentos para o futuro do jogo desta quarta-feira na Polónia. “Temos de continuar a melhorar o nosso processo e é com estes embates que nos tornamos mais enriquecidos, pois temos de jogar a uma velocidade maior. Falamos de uma equipa que venceu o vice-campeão europeu e apurou-se para a final da Taça da Polónia. Têm grande robustez física no ataque e no bloco, têm equipa muito poderosa. Ficámos a dever a nós próprios, chegámos a estar 15-19 no segundo set, mas precisamos de amadurecer em controlar o ímpeto final deste tipo de equipas, com grande organização táctica”.

João Coelho destacou dois argumentos muito fortes da equipa polaca. "Aliam velocidade à dimensão física diferenciada. O nível de ataque e bloco torna difícil controlar o ponto, temos de jogar em limites aos quais não estamos habituados. Têm internacionais de muitos países, é difícil contrariar equipas polacas, que são muito cotadas. O Resovia teve muitos poucos erros, só um erro no primeiro set e nós temos de continuar a evoluir e ganhar recursos, como na parte final do set, onde estamos mais habituados a dominar do que a ser dominados. Sobretudo a dimensão física e poderio ofensivo das outras equipas na CEV Champions League tem sido o aspecto diferenciador, o que não é surpresa para nós”.  

Para o futuro, continuar a evoluir na mais importante prova europeia de clubes é o caminho. “Quando estamos a defrontar as melhores equipas, são estes momentos que nos fazem crescer mais e de forma mais consolidada. É valiosíssima esta presença na CEV Champions League, num nível de grupos ainda mais estratosférico. Não vamos baixar os braços nem desistir de jogar a segunda volta, porque a construção continua, temos de aperfeiçoar os processos para nos tornarmos mais preparados”.