Sporting CP atinge 160.000 Sócios
02 Ago, 2017
São já 65 os países do Mundo por onde está espalhada a Onda Verde
A dimensão da Onda Verde aumenta de dia para dia e prova disso é a marca dos 160.000 Sócios que o Sporting CP atingiu esta terça-feira.
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São já 65 os países do Mundo por onde está espalhada a Onda Verde
A dimensão da Onda Verde aumenta de dia para dia e prova disso é a marca dos 160.000 Sócios que o Sporting CP atingiu esta terça-feira.
Sporting CP derrotado por 3-0 frente ao V. Guimarães. Reacção na etapa complementar revelou-se ineficaz
O jogo já tinha ‘dobrado’ os vinte minutos quando Jonathan Silva sentiu a lei de Murphy a pairar sobre o Estádio Municipal de Rio Maior. “Se algo pode correr mal, vai correr mal”. Antes de esmurraçar a atmosfera, o lateral argentino tinha falhado um passe aparentemente fácil a não mais de um metro de distância do colega de equipa. Por esta altura, o Sporting CP perdia por 1-0 depois de Estupiñan ter visado a baliza de Beto sem culpas para o guarda-redes – curiosamente, tinha sido Jonathan a perder a disputa de bola frente ao jogador vimaranense (13’). Mas a teoria do engenheiro aerospacial norte-americano não ficou por aqui, até porque Miguel Silva não deixou. Numa noite inspiradíssima, Miguel negou não um, não dois, mas cinco golos aos leões, permitindo ao V. Guimarães ir mantendo as vantagens.
Quando leva chapéu costuma não chover? A culpa é da tal lei de Murphy de que falámos em cima. Iuri Medeiros deve ter-se lembrado dela quando, aos 12’, viu o jovem guardião contrário dar o ‘toque de midas’ na bola com a ponta da luva após conseguir ultrapassá-lo. Se tivesse rematado logo sairia um remate mal preparado, como quis preparar da melhor forma, Miguel acabou por lhe tirar o ‘pão da boca’. Pois é… A verdade é que, no lance seguinte, o adversário abriu o activo.
A sua fila é sempre a mais lenta? A culpa é da tal lei de Murphy de que falámos em cima. Petrovic deve ter-se lembrado dela quando, aos 20’, quis corresponder ao cruzamento de Doumbia e acabou por esbarrar aparatosamente com Miguel Silva. Se não se tivesse feito à jogada o guarda-redes teria ficado na baliza, como tentou chegar mais cedo esteve perto de se lesionar. E lesionou-se mesmo, pois ainda antes do árbitro Humberto Teixeira ter apitado para o intervalo, João Palhinha entrou para o lugar do médio sérvio, que pediu a substituição várias vezes. Pois é… A verdade é que, no lance seguinte, o adversário aumentou a vantagem por intermédio de Hurtado (22’), depois de novo erro de Jonathan no timing de ataque ao esférico.

O pão cai sempre com o lado da manteiga virado para baixo? A culpa é… (o resto já sabe). Matheus Oliveira, aos 38’, e Doumbia, aos 39’, devem ter-se lembrado dela quando assistiram a mais duas enormes intervenções de… Miguel Silva, o homem da noite. Fez a mancha no primeiro momento e uma defesa ‘impossível’ no segundo, revelando-se mesmo a ‘manteiga no pão’ para os verdes e brancos. No meio de tanto ‘azar’, até nos esquecemos de sublinhar que Coates foi expulso minutos após o 2-0, algo que ‘enriquece’ o fado do Sporting neste encontro amigável.
A 'cereja no topo' desta lei de Murphy foi o retrato da etapa complementar. Uma formação leonina altamente dominadora, muito por culpa das mexidas efectuadas por Jorge Jesus no meio-campo e no ataque: Gelson Martins, Acuña, Battaglia e Bruno Fernandes substituíram Iuri Medeiros, Matheus Oliveira, William Carvalho e Adrien, respectivamente. Logo a abrir, Acuña deu o melhor seguimento ao cruzamento de Gelson, mas viu o pé de Miguel Silva (claro) negar-lhe a estreia a marcar. Mais tarde, Daniel Podence assistiu Doumbia de forma categórica, que fintou o ‘muro intransponível’, foi empurrado pelas costas, caiu na área e o juiz da partida nada assinalou (64’). Finalmente, Raphinha encostou para o terceiro, fixando o resultado final favorável aos nortenhos (40’). Isto na única vez em que, na segunda parte, o Vitória colocou a ‘cabecinha de fora’. As leis de Murphy existem mesmo e talvez Jorge Jesus não se tenha lembrado delas quando quis experimentar um 3x4x3 com Bruno César a lateral-direito e Petrovic a central.
Hugo Canela, Bosko e Felipe Borges deram o mote para a temporada 2017/2018: defender o título
Esta segunda-feira (24 de Julho) marca o arranque dos trabalhos para os campeões nacionais de andebol. O Sporting CP já prepara a temporada 2017/2018 com algumas caras novas e outras bem conhecidas dos adeptos verdes e brancos. No total, foram 14 os jogadores que marcaram presença no Multiusos do Estádio José Alvalade: Pedro Solha, Kopco, Carlos Ruesga, Pedro Portela, Francisco Tavares, Cláudio Pedroso, Carlos Carneiro, Bozovic, Frankis Carol, Felipe Borges, Edmilson Araújo, Nikcevic, Bosko e Pedro Valdés.



Jorge Jesus deixou críticas à organização, mas boas indicações dos nove dias de estágio
"A organização não foi muito boa porque tivemos de andar dentro de autocarros durante muitas horas para fazermos certos jogos. Se os jogadores já estavam fatigados, ficaram ainda mais. Foi a única coisa menos positiva deste estágio de nove dias", começou por dizer Jorge Jesus no final do encontro contra os franceses do Marselha. De recordar que o Sporting CP chegou atrasado à partida por motivos alheios ao Clube, factor que valeu um aquecimento rápido dos atletas leoninos. O técnico verde e branco abordou o assunto.
As palavras de Piccini depois do encontro frente ao Marselha foram de agradecimento aos colegas
Pode não parecer, mas é fácil ser italiano dentro do plantel do Sporting CP. Quem é o afirmou foi Cristiano Piccini, lateral-direito que deixou o Real Betis para se juntar à equipa dos leões esta temporada. Depois da partida frente ao Marselha (derrota dos verdes e brancos por 2-1), um dos reforços do sector defensivo para a temporada 2017/2018 garantiu que já se sente em casa.
A derrota por 2-1 frente ao Marselha não espelhou o jogo do Sporting CP, principalmente na segunda parte
Sari Youssouf e N’Jie Clinton, onde é que vocês vão com essa pressa toda? O avançado e o extremo do Marselha, respectivamente, nem ouviram. Os jornalistas ainda estavam à procura do placard electrónico do estádio Camille Fournier quando N’Jie arrancou à velocidade da luz para o primeiro golo dos franceses. “Quantos minutos, pessoal?”. Parece mentira não existir um relógio em Evian, cidade francesa que faz fronteira com a Suíça. Logo ali, junto à capital do relógio. “Dois minutos”, ouviu-se na tribuna de impressa. Perante este início de partida, o Sporting CP pôs-se a correr atrás do resultado desde muito cedo. O problema é que ‘os outros’ eram supersónicos. Estava lá Pedro Silva para negar o 2-0 a Sari, justificando imediatamente a primeira titularidade oferecida por Jorge Jesus – fantástica estirada do jovem guarda-redes ‘para a fotografia’. Junto ao banco de suplentes, o técnico verde e branco aplaudiu Piccini depois de um bom desarme sobre uma das 'flechas' adversárias já referidas (desta feita, foi Clinton a tentar fugir), embalando o lateral-direito para a melhor exibição com o símbolo dos leões ao peito. Atrevido no ataque, inteligente na defesa. Finalmente, a meio da primeira parte, Alan Ruiz fez os Sportinguistas levantarem-se da cadeira com um remate digno de registo. Mas melhor do que a execução foi mesmo a jogada de envolvimento pelo corredor esquerdo protagonizada por Bruno César e o seu novo vizinho, Fábio Coentrão. Estávamos a assistir ao jogo do gato e do rato, leia-se Sporting CP e Marselha. De um lado, uma equipa com a estratégia bem montada, traçada para privilegiar a construção. Do outro, um adversário que teve na velocidade a sua maior mais-valia, procurando inúmeras vezes as costas do sector leonino mais recuado (infelizmente, já sabemos de que o Jerry conseguia quase sempre fugir ao Tom).

Pediam-se leões com poder de explosão para atacarem a etapa complementar. Eles vieram: Matheus Pereira e Podence entraram para os lugares de Bruno César e Alan Ruiz. Dizer, também, que Mattheus Oliveira foi um upgrade comparativamente a Petrovic. Não por ter faltado qualidade ao sérvio, mas porque o brasileiro empurrou os colegas para a área do opositor. Numa altura em que se via o Sporting CP a carburar de forma mais solta, o Marselha chegou ao segundo golo por intermédio de N’Jie (52’) – ficou na retina a assistência milimétrica de Dimitri Payet, com a bola a rolar à flor do relvado. De forma a provar que o festejo tinha sido pouco justo, os verdes e brancos carregaram no acelerador, tendo Podence ganho uma grande penalidade. ‘Eu já sei fazer isto’, pensou Doumbia quando partiu para a marca do castigo máximo. E fê-lo de novo: segundo golo do avançado costa-marfinense ao serviço do Clube (71’), mesmo perante a enorme assobiadela dos adeptos contrários, em maioria no encontro desta tarde/noite. Ele quis tomar-lhe o gosto e a relva que o diga, já que 'sofreu' alguns murros depois de o reforço leonino ter tropeçado no instante em que se preparava para voltar a bater Mandanda. Merecia melhor sorte. Sorte, essa, nem para Doumbia, nem para o Sporting CP, invariavelmente mais perigoso na segunda parte, muito por culpa dos ‘miúdos’ da Academia (Matheus e Podence), suficientes para deixar os franceses de olhos em bico. Aliás, foi dos pés desses meninos que surgiu a melhor jogada do desafio num ‘toma cá dá lá’ até ‘às barbas’ de Mandanda. Pena o remate de Matheus ter saído à figura do guardião. Em cima do apito final, o filho de Bebeto quis marcar um golo à imagem do pai, mas Mattheus Oliveira mediu mal o pontapé acrobático com que respondeu ao cruzamento de Podence.

Nota de rodapé: valeu-lhe mesmo serem supersónicos e terem Luiz Gustavo a equilibrar o meio-campo, pois no futebol organizado foi o Sporting a ganhar a corrida.
André Pinto avaliou a evolução da equipa na pré-temporada e garantiu que o grupo está a trabalhar bem
André Pinto mudou-se de Braga para Alvalade na época passada e, embora só se tenha estreado ao serviço do Sporting CP na primeira partida realizada em território suíço, ou seja, frente ao Fenerbahçe, já se sente integrado no grupo de trabalho. O defesa-central assistiu à chegada de um reforço de peso para a posição que ocupa, caso de Jeremy Mathieu, com bons olhos, revelando estar tranquilo no que à sua utilização diz respeito. Além disso, admitiu ter-se sentido confortável no esquema de 3x5x2 escolhido por Jorge Jesus no último encontro, frente ao Basileia.
O Sporting CP prepara a última partida do Festival dos Alpes, frente ao Marselha (terça-feira às 18h)
O penúltimo dia do Sporting CP na Suíça começou com mais uma sessão de trabalhos no Centre Sportif de Colovray, em Nyon. Jorge Jesus teve 27 jogadores (Jonathan Silva, Sebastián Coates, Fábio Coentrão, André Pinto, Bruno Fernandes, Alan Ruiz, Bruno César, Rodrigo Battaglia, Daniel Podence, Francisco Geraldes, André Geraldes, Mattheus Oliveira, Jeremy Mathieu, Petrovic, Azbe Jug, Ryan Gauld, Bas Dost, Stojkovic, Iuri Medeiros, Tobias Figueiredo, Gelson Dala, João Palhinha, Matheus Pereira, Pedro Silva, Doumbia, Leonardo Ruiz, Piccini e Acuña) à sua disposição, sendo que Ryan Gauld ainda recupera de uma mialgia, por isso não treinou integrado com o restante plantel.

Depois da partida frente ao Basileia, Coates abordou a evolução que tem sentido na Suíça
O sector defensivo sofreu algumas alterações nesta pré-época. Mathieu, Piccini, André Pinto, Jonathan Silva e Fábio Coentrão são os cinco jogadores que entraram para a zona de acção de Sebastián Coates e com os quais o uruguaio tem vindo a ganhar entrosamento. No final da partida frente ao Basileia, o terceiro jogo do Festival dos Alpes para o Sporting CP, Coates sublinhou que tem existido uma troca de conhecimento entre os vários elementos.
Jorge Jesus analisou a partida frente ao Basileia, destacando a utilização do sistema com três centrais
A maior novidade deste Basileia-Sporting CP foi a utilização de um sistema pouco escolhido até ao momento por Jorge Jesus: a utilização de três centrais (Sebastián Coates, Mathieu e Tobias Figueiredo). Nesse sentido, o técnico verde e branco referiu que a pré-época serve exactamente para implementar ideias novas e, claro, interagir com os adeptos.