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"Viktoria em Plzen"

Por Jornal Sporting
15 Mar, 2018

Edição do Jornal Sporting traz à manchete a vitória em Chaves no regresso de Bas Dost à equipa e aos golos, ligando com o encontro de hoje na República Checa

A edição desta quinta-feira do Jornal Sporting, já nas bancas, dá destaque à vitória leonina em Chaves ligando-a ao encontro de hoje da 2.ª mão dos oitavos de final da Liga Europa, na República Checa, frente ao Viktoria Plzen.

É também a edição com a qual é distribuído o suplemento para o congresso The Future of Football, um guia para o evento que inclui uma entrevista com Luís Roque, elemento do Conselho Directivo do Sporting CP, garantindo que este será o mais interessante congresso de sempre.

Os pódios de Jorge Fonseca e Anri Egutidze no Grande Prémio de Agadir, no judo, bem como a medalha de prata de Irina Rodrigues na Taça da Europa de Lançamentos e uma entrevista exclusiva com o guarda-redes de andebol, Skok, são outras chamadas de capa nesta edição n.º 3667 do semanário verde e branco. A não perder, já nas bancas.

Foto DR

Fazer justiça a Peyroteo

Por Jornal Sporting
10 Mar, 2018

Mensagem do Presidente Bruno de Carvalho no Suplemento do Jornal Sporting dedicado ao emblemático avançado verde e branco

Fernando Peyroteo foi a mais fantástica ‘máquina goleadora’ que o futebol conheceu até aos dias de hoje. Olhe-se para os números conseguidos pelo avançado do Sporting Clube de Portugal ao longo das 12 épocas em que jogou envergando a camisola do Sporting CP e compare-se: ninguém o iguala! E se o futebol teve, e tem, avançados absolutamente magníficos!

O melhor rácio entre jogos de Campeonato (189) e golos (309) ainda hoje lhe pertence, com a impressionante média de 1,6. Mais: na história deste jogo, apenas outros quatro avançados superaram a média de um golo por desafio, embora ficando bem baixo dos números de Peyroteo. Schlosser (1,3), Langara (1,17), Takacs (1,1) e McGrory (1,0) acompanham-no neste quadro de honra Mundial.

Tem, ainda hoje, um outro recorde, o de nove golos num só jogo, algo que nunca foi igualado nas principais ligas mundiais. E deteve, entre 1942 e 2015, o penta (cinco golos) mais rápido da história, num Sporting-V. Guimarães, feito apenas superado por Lewandowski precisamente em 2015, num Bayern Munique-Wolfsburgo.

É disto que falamos quando o assunto é Fernando Peyroteo. E é por isso que o Sporting Clube de Portugal pretende ver a Federação Portuguesa de Futebol a reconhecer e a promover estes feitos extraordinários, por forma a que a FIFA faça justiça ao perpetuar o seu nome como o do jogador com melhor rácio jogos/golos na história do futebol.

Peyroteo jogou num tempo em que o futebol não era televisionado. Em boa medida, esta falta de reconhecimento mundial pode prender-se com isso. Mas os números não carecem de imagens e o Sporting Clube de Portugal nunca deixará que tais feitos caiam no esquecimento. Por isso assinalamos o centenário do seu nascimento atribuindo-lhe o eterno número 9 de sócio, decisão aprovada e aclamada na Assembleia Geral de 3 de Fevereiro. Por isso mudaremos o nome da Tribuna Centenário para Tribuna Peyroteo a partir do dia 18 de Março, dia do Sporting-Rio Ave, a contar para a Liga NOS.

Peyroteo deixou o futebol ao fim de 12 anos. Com 332 jogos oficiais e 540 golos marcados. Despediu-se jogando na melhor linha avançado do Mundo, os Cinco Violinos, ao lado de Travassos, Albano, Vasques e Jesus Correia. Em três anos marcaram 1211 golos pelo Sporting Clube de Portugal. 

É por tudo isto que Fernando Peyroteo tem que ser reconhecido, com toda a justiça, como o maior goleador da história do futebol mundial!    

Bruno de Carvalho
Presidente do Sporting Clube de Portugal

Leia mais aqui.

Foto DR

O que os liga

Por Jornal Sporting
08 Mar, 2018

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3666

Num Estado democrático a opinião é livre e cada um pode exprimir-se a seu belo prazer. No entanto, não deveremos esquecer nunca que a nossa liberdade acaba quando começa a dos outros. Nem tudo pode ser permitido em nome do vil metal, nem tão pouco a favor de interesses obscuros. 

Octávio Ribeiro, num exercício de xenofobia e racismo primários, assinou um artigo de opinião no jornal Record com o título “Educar Gelson”, arrogando-se no direito de julgar e condenar, sumariamente, Gelson Martins na sequência do festejo do golo em que tirou a camisola, deixando à vista de todos uma mensagem de solidariedade para com o seu amigo Rúben Semedo, que atravessa um período difícil após ter sido detido pela justiça espanhola.

Assumindo-se como o grande educador, garante da moral e dos bons costumes, Octávio Ribeiro é director do Correio da Manhã, periódico que, sob a sua direcção, fez, por exemplo, na sua edição de 27/02/2014, uma manchete com uma foto de Carlos Mané equipado à Sporting, então nosso jogador, com o seguinte título: “Pai de Mané em fuga por tráfico de droga”. Este “grande” jornalista e “grande” director do CM ignora o nome do alegado traficante e sua fotografia, substituindo-as por Carlos Mané, um livre cidadão que em nada tinha a ver com a situação. Este tipo de prática diz tudo sobre o carácter, a ética e a deontologia deste personagem, pelo que, o que deve ser sugerido a Octávio Ribeiro é que altere o título do seu artigo para “Educar Octávio”.

Se há coisa que Gelson Martins demonstrou com o seu acto é que tem princípios e valores bem vincados, ou seja, no plano moral, a sua conduta é irrepreensível. O que não quer dizer que, no plano desportivo, o tenha sido. Gelson é um miúdo educado, com princípios e valores bem enraizados, pelo que só quem não o conhece ou por pura maldade, pode afirmar o contrário.

Embora o SOS Racismo e o Sindicato de Jogadores tenham denunciado esta situação, estranhamos o silêncio dos demais. Sobretudo os sempre atentos e diligentes no que toca a declarações do Presidente do Sporting que, sem tão pouco ouvirem na íntegra as suas afirmações e baseando-se apenas em extractos descontextualizados, não se inibem de exprimir as suas doutas e incriminatórias posições. Onde anda a ERC, o Sindicato dos Jornalistas e o CNID? 

Seguindo na mesma linha, assistimos uma vez mais a acontecimentos inenarráveis e censuráveis passados no jogo de futsal feminino entre o Benfica e o Sporting, na Luz, pelos mesmos que queriam, hipocritamente, homenagens conjuntas aos campeões europeus desta modalidade. Uma jogadora do Sporting carece de assistência urgente, e uma atleta do nosso rival, numa atitude que aqui louvamos, sendo médica, prestou-lhe auxilio de imediato. Esta fez o Juramento de Hipócrates, de que aqui deixamos uma passagem: “Não permitirei que considerações de religião, nacionalidade, raça, política ou condição social, se entreponham entre o meu dever e o meu doente. (…)”. Perante isto, o que fizeram adeptos afectos ao Benfica? Cantaram alto e bom som: “Deixa-a morrer que ela é lagarta…” a par de insultos à sua própria jogadora que cumpriu o seu dever de auxílio. Onde andam o Governo, a FPF, o IPDJ, a tão diligente comunicação social e os dirigentes do Benfica?

Como tudo se liga, na noite de segunda-feira passada, os cartilheiros de serviço deram mais uma demonstração do seu servilismo e terrorismo comunicacional, lançando mais uma atoarda para criar ruído e tentar desestabilizar o nosso Clube com mais mentiras. Prontamente desmentidos pelo Presidente Bruno de Carvalho, tentaram fazer crer que Jorge Jesus iria ser substituído, avançando inclusive o nome do suposto sucessor. Esta tentativa de criar fricções, um caso para ser alimentado até à exaustão nos media para desviar a atenção do essencial, encontrou o seu porquê na manhã seguinte. A manobra de diversão foi desmontada na última terça-feira, com a revelação da detenção do Director Jurídico da Benfica SAD, ou seja, criaram um caso (falso) para tentar ofuscar outro (verdadeiro).

A presunção da inocência deve ser garantida a todos os cidadãos, onde se inclui Paulo Gonçalves. Dito isto, as denúncias que têm sido feitas sobre vouchers, e-mails, sms’s, tráfico de influências e corrupção não são criação de factos. As autoridades judiciais e de investigação têm feito o seu trabalho, efectuando buscas, constituindo arguidos e fazendo detenções. Por mais terrorismo comunicacional que façam e por mais cortinas de fumo que lancem, a verdade factual é que estas buscas foram feitas no Estádio da Luz, em residências e escritórios de dirigentes do Benfica, e Paulo Gonçalves, Director Jurídico da Benfica SAD e braço direito de Luis Filipe Vieira, é que foi detido.

Pelo nosso lado continuaremos a lutar pela legalidade, transparência e verdade desportiva!

Boa leitura!

Foto DR

Liderança nas modalidades em destaque no Jornal Sporting

Por Jornal Sporting
08 Mar, 2018

Primeira página do semanário leonino evidencia o excelente momento de forma de quatro modalidades do Sporting, que lideram os respectivos campeonatos

Futsal, andebol, hóquei em patins e voleibol, quatro modalidades em que o Sporting CP lidera as respectivas classificações. Um momento de forma ao mais alto nível, que o Jornal Sporting dá total cobertura nas suas páginas, com as crónicas de jogo dos últimos triunfos.

A edição n.º 3666 do semanário verde e branco conta também com um suplemento sobre o centenário de Peyroteo, mítico jogador leonino, que os leitores não irão querer perder, já que poderão contar com diversos conteúdos sobre o atleta e homem que gravou com letras de outro o seu nome na história do Clube e do Mundo.

Destaque ainda para Rafael Leão, que se tornou no mais novo jogador a marcar num clássico frente ao FC Porto (18 anos), não esquecendo a reportagem sobre a exposição no Museu do Desporto onde se encontra o espólio de Moniz Pereira, e o olhar atento sob o relatório de sustentabilidade do Sporting CP.

Não perca estas e muitos outros artigos de interesse, esta quinta-feira, nas bancas.

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Verde no Branco

Por Jornal Sporting
01 Mar, 2018

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3665

A liberdade de expressão é um dos direitos maiores e, também por isso, deve ser merecedora de maior responsabilidade de quem dela faz uso. O jornalismo é uma arte nobre quanto aos seus princípios e utilidade, mas, outra questão, é quem, ou que uso em seu nome, dele fazem. 

Como em tudo na vida, temos bons e maus jornalistas, gente séria e honesta, mas também falsos e trapaceiros. Temos publicações e jornalistas mais credíveis, rigorosos e factuais, e outros menos credíveis, especuladores e manipuladores.

Como afirma o Professor Manuel Chaparro, no seu livro “A Linguagem dos Conflitos”, as notícias não representam o interesse público, mas sim um conjunto de interesses particulares, tantas vezes conflituantes entre si. Afirma ainda este investigador que as empresas jornalísticas são negócio e devem ser olhadas e geridas como tal, enquanto que o jornalismo está do lado dos valores. É neste último ponto que, talvez reflexo do que se passa um pouco por toda a sociedade, se vive uma crise de valores. A confusão entre empresa jornalística e jornalismo parece coexistir em muitas mentes e profissionais. 

O jornalismo em si mesmo não é negócio. As empresas jornalísticas, essas sim, e têm por base o trabalho jornalístico. E isto faz toda a diferença! O jornalista contribui para o negócio da empresa jornalística, não violando códigos de ética ou de conduta da profissão mas sim, através do seu trabalho sério e rigoroso que, pela sua credibilidade, seja gerador de relação de confiança, e com isso contribua para a preferência dos leitores pelo seu trabalho. Tudo o resto é ilegítimo e é uma subversão do trabalho jornalístico.

Os últimos dias, como fizemos também referência neste espaço na última edição, têm sido de grande alarido com manifestações de corporativismo exacerbado, sem que se preocupem em analisar com isenção e rigor as fontes primárias. Preferiram assumir uma posição extemporânea, histérica e desproporcional face a uma legítima demonstração de indignação perante uma perseguição de que se é alvo e onde nunca se impõe ou restringe a liberdade colectiva ou individual. Como é claro e evidente, a decisão continua a ser de cada um de acordo com as prerrogativas que lhe são conferidas pelo estado de direito.  Esta situação é tanto ou mais preocupante, mesmo com níveis de intervenção e conteúdos diferentes, por as mesmas envolverem entidades como o CNID e o Sindicato dos Jornalistas que acabaram mesmo por forçar a ERC a tomar também posição pública. Um regulador deve ser independente, rigoroso e equidistante, não devendo deixar-se ir por estados de alma.

Se dúvidas houvesse, a Sporting TV prestou um enorme serviço de interesse público apresentando de forma factual e na primeira pessoa, no programa “Verde no Branco”, emitido na passada quinta-feira, violações graves ao jornalismo, pressões exercidas nas redacções e sobre os seus profissionais, mecanismos de influência e de coacção inaceitáveis.  

Ficou ainda claro que tudo o que diz respeito ao Presidente Bruno de Carvalho, que seja para destratá-lo ou menorizá-lo independentemente do mérito das suas acções ou intervenções, é por defeito assumido, sem contraditório e tomado como verdade absoluta. A manipulação do trabalho jornalístico ou outras rubricas, a cedência a pressões condicionando aquele que deveria ser o livre trabalho jornalístico, seja por alteração dos factos, seja contratando a mando para funções de subserviência, ficou também por demais evidente. Os protagonistas, esses, são também os mesmos de sempre…

Esperamos agora que, pois até ao momento não tivemos conhecimento de qualquer tomada de posição, a ERC, o Sindicato dos Jornalistas e o CNID se pronunciem face a tão graves denúncias. 

Quem não viu o programa “Verde no Branco”, recomendamos que o faça (está disponível na internet), pois tem muitas revelações de que todos devemos ter consciência e que não podem cair no esquecimento. 

Boa leitura!

P.s. Aurélio Pereira, o “Senhor Formação” e obreiro dos “Aurélios” que conquistaram o Campeonato da Europa para Portugal, foi agraciado pela UEFA com a Ordem de Mérito. Uma distinção mais do que justa e merecida. Parabéns Aurélio Pereira, um orgulho para todos nós, ainda mais tratando-se de um dos nossos.

Bruno de Carvalho em destaque no Jornal Sporting

Por Jornal Sporting
28 Fev, 2018

Declarações do Presidente no programa Verde no Branco, da Sporting TV, fazem a manchete desta edição do Jornal Sporting

A mais recente edição do Jornal Sporting conta com as intervenções de Bruno de Carvalho no programa Verde no Branco, da Sporting TV, como grande manchete do semanário. Em causa está a luta contra o (mau) jornalismo, nomeadamente através da diferença de tratamento dos media em relação ao Sporting CP e os seus rivais. 

Além das páginas centrais dedicadas ao tema, o número 3665 do jornal dá destaque à equipa de futebol, que venceu o Tondela (1-0) num jogo disputado até final e também ao empate com sabor a vitória, frente ao Astana, uma vez que ajudou o colectivo a apurar-se para a próxima fase da Liga Europa.

Como o Universo Sporting CP não se dedica exclusivamente ao futebol, também o Jornal leonino segue a mesma linha. Nesse sentido, a capa desta edição conta também com as medalhas de bronze no judo e no tiro à bala através de Jorge Fonseca e João Costa. Por fim, e além da cobertura habitual de todos os eventos que compuseram a semana dos leões, o Jornal Sporting traz-lhe uma entrevista exclusiva com a secretária de estado da inclusão de pessoas com deficiência, que elogia a participação do Clube de Alvalade no que ao desporto paralímpico diz respeito. 

Pode encontrar estes e outros artigos em qualquer banca a partir desta quinta-feira!

Os democratas afinal não gostam da democracia

Por Jornal Sporting
22 Fev, 2018

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3664

O jornalismo no desporto, como o conhecíamos, já não é o mesmo. As instituições desportivas são, elas próprias, detentoras de media, geradores e proprietários de conteúdos que outros media tradicionais anteriormente exploravam e lucravam a seu belo prazer. O jornalismo desportivo, actualmente, perdeu a “relação” jornalística com o desporto, sendo cada vez mais negócio, como afirma o investigador Miguel Moragas Spa (2012):

“Vemos como as novas relações entre meios de comunicação e instituições desportivas afectam o trabalho jornalístico que tende a perder a independência desejável em relação ao espectáculo narrado. Os media convertem-se em parte implicada do evento como actores do próprio espectáculo, obrigados pelas necessidades empresariais a obter o máximo de retorno dos seus investimentos, tentando obter mais audiências e subscrições. Então, o jornalismo deixa de ter uma "relação" jornalística com o desporto e passa a ter uma nova relação "business to business", uma relação de negócios na nova rede global”.

Estas alterações explicam muito do que se passa actualmente no mundo dos media e, em Portugal, no que ao desporto diz respeito e ao futebol em particular. Sob o manto do jornalismo, escondem-se lógicas empresariais que conflituam com os interesses legítimos dos Clubes. A propriedade industrial protege os titulares das marcas. As SAD’s são empresas cotadas, pelo que, da mesma forma que os media não exploram indevidamente marcas como Coca-Cola ou Pepsi, também não o podem fazer relativamente às dos Clubes.

O apelo do Presidente do Sporting para que os seus associados deixem de comprar jornais desportivos e de ver programas de comentário de futebol na TV portuguesa, gerou alarido desmedido em algumas corporações. Se Pinto Balsemão propusesse aos accionistas da Impresa que vissem e comprassem apenas as publicações do Grupo em detrimento da concorrência, ou Paulo Fernandes fizesse o mesmo relativamente à Cofina, também seria crime de lesa majestade?

A histeria que levou o Sindicato dos Jornalistas e o CNID a fazerem comunicados sancionatórios e ridículos e que, por contágio, levaram também a ERC a emitir posição, só pode ser mesmo de gente mal informada ou então mal-intencionada. O Presidente Bruno de Carvalho não limitou ou impôs qualquer obrigação a ninguém, nem tão pouco restringiu o direito de qualquer ordem. Para quem não sabe, ou finge não saber, o Jornal Sporting e a Sporting TV integram jornalistas portadores do título da carteira profissional de jornalista, sendo titulares de direitos e deveres como todos os outros.

Recomendar que comprem o Jornal Sporting (o que naturalmente aplaudimos) e que vejam a Sporting TV, e ignorem as outras publicações é crime? Limita que liberdade, se cada um é livre de decidir o que fazer? Onde estão os arautos da polícia de costumes, da moral e da ética, quando assistimos a programas de televisão de propaganda e manipulação sob a capa de jornalismo independente, usando e abusando da iliteracia sobre os media que, infelizmente, assola a nossa população?

Onde estavam estas entidades tão ofendidas quando foi divulgado um pretenso email de Carlos Janela visando o controlo directo e efectivo de uma lista de jornalistas na defesa de um clube? Onde estavam todas estas corporações, que se apresentam como virgens ofendidas e que comunicados emitiram quando o Benfica interpôs providências cautelares para silenciar e ameaçar os jornalistas no caso dos emails? 

O direito à indignação é um direito que assiste a qualquer cidadão ou instituição. Não é crime, mas sim uma prerrogativa de um estado de direito. Em democracia, a vontade da maioria prevalece sobre a da minoria. Embora esta não perca os seus legítimos direitos, também não pode ganhar mais por isso.

A decisão dos Sócios, os únicos que têm a legitimidade de se pronunciarem sobre os destinos do nosso Clube, foi clara e inequívoca. Aqueles que acusaram de ditadura, populismo e totalitarismo, acabam por demonstrar que eles é que o são de facto. Não aceitar os resultados da expressão avassaladora da vontade dos Sócios do Sporting é o que está a provocar toda esta chinfrineira. Por mais que estridem nos media, não representam mais por isso. Disto deveriam ter consciência quando assistiram à maioria silenciosa passar a ruidosa, e a fazer imperar, democraticamente, a sua vontade em prol do Sporting e dos seus Órgãos Sociais.

Boa leitura!

Assembleia histórica em destaque no Jornal Sporting

Por Jornal Sporting
22 Fev, 2018

Semanário leonino ressalvou a afluência dos Sportinguistas à chamada, bem como as vitórias da equipa de futebol e de atletismo feminino

Foi uma semana cheia de actividade no Universo Sporting CP: primeiro, com a Assembleia Geral mais concorrida de sempre (estiveram presentes no Pavilhão João Rocha mais de 6.000 Sócios leoninos); depois, com duas vitórias importantes da equipa de Jorge Jesus, em Astana e em Tondela; passando, pelo meio, por mais um título colectivo conquistado pelas leoas do atletismo.

Foram precisamente esses três os destaques desta edição do Jornal Sporting, a partir desta quinta-feira nas bancas, que atribuiu a manchete à Assembleia Geral onde os três pontos em discussão passaram com distinção. A habitual cobertura dos eventos desportivos também está presente, com reportagens sobre os jogos das modalidades, da formação e de eventos como a Volta ao Algarve ou os Campeonatos Nacional de atletismo de clubes.

De referir igualmente que o semanário verde e branco cresceu: em vez das antigas 24 páginas, o Jornal Sporting conta agora com 32... e com o mesmo preço. O objectivo, claro, passa por contar tudo aos leitores leoninos!

 

No Rumo Certo

Por Jornal Sporting
16 Fev, 2018

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3663

Em 111 anos e meio de história do Sporting Clube de Portugal foram 42 os seus Presidentes, uma média de 2,5 anos por mandato. Destes, 28 Presidentes, cerca de 67%, cumpriram menos anos de mandato que a média. Se considerarmos até ao número de anos equivalente a um mandato, temos que 83% cumpriram quatro anos ou menos. Quer isto dizer que apenas 17% dos Presidentes, ou seja, sete em 42, em 111 anos cumpriram apenas quatro anos ou mais de mandato. Compare-se estes com os números dos nossos principais adversários…

A (in)estabilidade governativa no nosso Clube ao longo da história reflete-se no número de Presidentes e será esta uma das causas por andarmos tão arredados de títulos. Completo amanhã 52 anos, nasci numa época em que o Sporting foi campeão e neste período o nosso clube foi campeão sete vezes (1965/66, 1969/70, 1973/74, 1979/80, 1981/82, 1999/00, 2001/02), cerca de 7,5 anos por título, em média. Nos últimos 50 anos, este número sobe para cerca de 8,5…

João Rocha (13 anos), Brás Medeiros (11 anos), Joaquim Oliveira Duarte (11 anos) e Ribeiro Ferreira (7 anos) foram aqueles que mais tempo permaneceram na Presidência do Clube. O Presidente Bruno de Carvalho ainda não completou cinco anos à frente dos destinos do Clube e já é o SEXTO com mais tempo na liderança do Clube, apenas com menos um ano do que o quinto que é José de Sousa Cintra. Depois de Sousa Cintra é o PRIMEIRO e nem cinco anos tem!

Tudo isto vem demonstrar a importância da decisão dos Sócios na próxima Assembleia-Geral de dia 17 de Março, no Pavilhão João Rocha, obra que eterniza o nome deste Presidente e demonstra a capacidade, competência e compromisso do Presidente Bruno de Carvalho que o ergueu. 

O que está em causa é a continuidade de um projecto que colocou o Sporting no rumo certo e cujos os resultados começam a ficar à vista de todos. Orgulho recuperado, finanças equilibradas, centenas de títulos, com as modalidades a passaram de 35 para 55. O Sporting Europeu regressou aos velhos tempos de glória, com seis títulos já conquistados neste período, em quatro modalidades diferentes (hóquei em patins, andebol, atletismo e goalball), em média mais do que um título europeu por ano. 

No futebol masculino – no feminino, no regresso da modalidade, ganhámos tudo e este ano vamos no mesmo caminho – lutamos pelo título que nos fugiu em 15/16 mas que vouchers, sms’s e emails parecem explicar. Conquistámos uma Taça de Portugal, uma Supertaça e uma Taça da Liga e mantendo-nos esta época ainda em três frentes. Nas modalidades de pavilhão lideramos em todas ou estamos na luta pelo título. 

Está mais do que provado que não há nenhuma carta escondida ou tentativas de reforço de poder, ou imposição de um regime ditatorial. Estas são as frases feitas que os cartilheiros e os aziados propagam aos sete ventos para ver se destronam a todo o custo Bruno de Carvalho e os seus órgãos sociais. Veja-se o regozijo que os nossos adversários internos e externamente os rivais e inimigos do Sporting se movimentam para tentar eliminar o percurso de sucesso que o nosso Clube iniciou. Vejam quem são eles, os seus rostos e os seus percursos, e logo percebem que não há qualquer problema com Estatutos ou Regulamento Disciplinar que a maioria dos que criticam nem leu. A prova que não há regulamentos à medida é o exemplo dado pelo Jornal “O Jogo”, que como se sabe não morre de amores por BdC, em que afirma que se o regulamento disciplinar estivesse em vigor o próprio BdC já estaria a ele sujeito!

A iniciativa promovida pelo Presidente Bruno de Carvalho, com duas sessões de esclarecimento, uma com Sócios que se têm veemente manifestado críticos e outra com jornalistas e comentadores, foi um exercício de democracia. A primeira, uma lista de cerca de 40 nomes, justifica-se, pois sendo estes os mais críticos seriam aqueles que teriam as perguntas mais difíceis e complicadas. Através de a resposta a estas, todos os Sócios ficariam assim mais esclarecidos. Sabem quantas perguntas foram feitas sobre os temas que estão em discussão na AG? ZERO!!! E na segunda apenas UMA questão… A baixa participação revela também que não querem ser esclarecidos, mas apenas correr com Bruno de Carvalho.

Tudo isto é elucidativo da manobra de destabilização que querem infringir no nosso Clube, quem são os rostos e que interesses servem. Vejam o que se está a passar na imprensa e irá passar até sábado, os fretes que se estão a fazer a todos que querem atacar Bruno de Carvalho.

Voltamos nesta edição a publicar as propostas em discussão na próxima AG que são já propostas alteradas que incorporam contributos dos Sócios na sua melhoria, em mais um exemplo de pluralidade, participação e democracia.

Sábado é vital para os destinos do Clube a participação dos Sócios. As opções são claras ou a continuação dos actuais órgãos sociais e do projecto que colocou e mantém o Sporting no rumo certo ou o regresso ao passado de má memória. Confiança, gratidão e reconhecimento. Como sempre, os Sócios decidirão. 

Boa leitura!

Campeões da Europa de Goalball em destaque no Jornal Sporting

Por Jornal Sporting
15 Fev, 2018

Incidências frente ao Feirense, sessões de esclarecimento para a Assembleia Geral, os feitos do atletismo leonino, o ténis de mesa e o ciclismo também merecem atenção

“Campeões da Europa de Goalball dão 28.º título internacional ao clube”. É esta a manchete da edição n.º 3663 do Jornal Sporting, que demonstra o percurso de invencibilidade, com 16 vitórias, que deram o título europeu da modalidade aos leões.

De seguida, confira todas as incidências que ocorreram frente ao Feirense (2-0), à passagem pela 22.ª jornada da I Liga. 

Da autoria da jornalista, fique a par das sessões de esclarecimento realizadas pelo Presidente Bruno de Carvalho, com o objetivo de elucidar sócios e jornalistas/comentadores, sobre a Assembleia Geral de 17 de Fevereiro.

No atletismo “não há provas disputadas sem medalhas conquistadas”. Em 30 títulos individuais possíveis no Campeonato Nacional de pista coberta, a equipa verde e branca conquistou 18.

Além da cobertura habitual à actualidade do clube, destaque para os feitos da equipa de ténis de mesa e de ciclismo. A equipa comandada por Chen Shi Chao qualificou-se para meias-finais da Liga dos Campeões na sua estreia na competição e os ciclistas atacam a 44.ª edição da Volta ao Algarve.

Estes e muitos outros temas para ler em exclusivo no Jornal Sporting, já nas bancas.

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