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Hóquei em Patins

'Leões' falham final da Taça CERS

Por Jornal Sporting
30 Abr, 2016

Sporting CP eliminado nas grandes penalidades (2-1) pelos espanhóis do Vilafranca

O Sporting CP falhou o acesso à final da Taça CERS e a possibilidade de renovar o título europeu conquistado na passada temporada, sendo eliminado pelo Vilafranca na meia-final, apenas na decisão por grandes penalidades, após o empate a uma bola no tempo regulamentar e no prolongamento.

O encontro começou equilibrado, com o Vilafranca a tentar esgotar o tempo de cada posse de bola, rematando sempre pela certa e apostando em transições ofensivas com pouco ou nenhum risco. E foi ao aproveitar uma escorregadela de Poka que a formação espanhola se acercou da baliza ‘leonina’ com perigo, pela primeira vez, à passagem do minuto sete, mas Girão mostrou-se à altura dos acontecimentos e manteve o nulo no marcador.

Os ‘leões’ tentavam empurrar o Vilafranca para o seu meio-campo, onde os espanhóis se fechavam bem e impediam a formação de Alvalade de arranjar espaço para a sua meia-distância. Mas foi quando o Vilafranca se esticou no terreno e tentou subir linhas para pressionar a fase de construção do Sporting CP que os ‘verde e brancos’ criaram a sua primeira grande oportunidade de golo, com Luís Viana a atirar ao lado do alvo.

Nuno Lopes procurava mais da sua equipa e trocou Poka e Luís Viana por Tuco e Cacau, vendo o brasileiro ficar perto da vantagem para os ‘leões’, aos 14 minutos, mas, isolado, não conseguiu abrir o activo. A dose repetiu-se, mais tarde, com Cacau a voltar a ficar na cara do golo, mas a permitir a defesa ao guardião adversário. Por esta altura, o Sporting CP já controlava a partida e havia conseguido impor o seu jogo, ultrapassando a cerrada defesa do Vilafranca, que acabaria por ceder aos 23 minutos: Losna é derrubado no interior da área por Eduard Fernandéz e Luís Viana, na conversão do castigo máximo, a abrir o activo, fazendo o 1-0 com que se chegaria ao intervalo.

O Sporting CP saiu bem do primeiro tempo, mas não podia ter tido pior entrada para o segundo, com a formação do Vilafranca a chegar ao empate a uma bola logo no recomeço da partida, por intermédio de Roger Rocasalbas. O encontro partiu-se, o espaço na quadra para se jogar aumentou e o ritmo das operações também. As oportunidades para desfazer a igualdade sucediam-se, com Cacau, na cara do guardião, e Poka, com um tiro de longe, a meterem à prova os reflexos de Gerard Camps; do outro lado, Girão brilhava e mantinha seguras as redes ‘leoninas’, perante as investidas espanholas, rápidas e ameaçadoras.

A meio do segundo tempo, a superioridade era ‘leonina’ e o encontro disputava-se mais na metade espanhola do rinque, com o Vilafranca a retomar a aposta nas transições ofensivas rápidas e nos erros ‘verde e brancos’. Tuco voltou a tentar a sua sorte, mas o Gerard Camps esteve à altura, tal como Girão, novamente chamado a intervir, em grande plano. O jogo começava a entrar já nos minutos finais, quando Cacau voltou a ficar na cara de Gerard Camps, mas permitiu a defesa ao guardião espanhol, por duas vezes, que voltou a ver Girão brilhar do outro lado e manter a igualdade no marcador, a dois minutos do final do tempo regulamentar.

Com um minuto por jogar, o Vilafranca esteve perto de marcar, mas Roger Rocasalbas voltou a não conseguir ultrapassar Girão. Na resposta, Cacau saiu disparado para o contra-golpe, mas a assistência para Tuco não saiu perfeita e o remate do argentino acabou por não acontecer numa primeira fase, com Centeno a tentar a sua sorte de meia-distância, mas sem sucesso, e o jogo a seguir para prolongamento após o empate 1-1 no tempo regulamentar.

O tempo extra começou com Marc Navarro a obrigar Girão a aplicar-se e João Pinto, na resposta, a fazer a bola passar a poucos centímetros da barra defendida por Gerard Camps, antes de Cacau, em nova transição rápida ‘verde e branca’, atirar ao lado. O Vilafranca também não baixava os braços e, com dois minutos por jogar, Eduard Fernandéz ficou na cara de Girão, mas não deu a melhor direcção ao remate disferido.

Já no segundo tempo, André Centeno atirou forte e obrigou Gerard Camps a boa intervenção para manter a igualdade, numa altura em que o encontro se jogava apenas no meio-campo defensivo espanhol e Cacau voltava a chamar o guardião adversário a jogo, que, com uma grande palmada, voltou a impedir o golo ‘leonino’. O Sporting CP pressionava, os remates ‘verde e brancos’ sucediam-se e Cacau, sem desistir, teve nova investida, mas para nova defesa de Gerard Camps. Só dava Sporting CP e o guardião espanhol não tinha descanso perante o barulho ensurdecedor da Onda Verde que se deslocou até Barcelos e a pressão sufocante dos comandados de Nuno Lopes, mas manteve-se à altura das investidas até final e o encontro prosseguiu para o desempate por grandes penalidades.

Nos ‘penalties’, Luís Viana foi o primeiro a bater, permitindo a defesa do guardião espanhol, com Eduardo Fernandéz a também não conseguir levar a melhor sobre Girão, na primeira tentativa do Vilafranca. O mesmo aconteceu a Poka e a Joan Vasquéz, que, no segundo ‘penalty’ para cada equipa também não conseguiram facturar. À terceira foi de vez e Losna bateu Gerard Camps, mas Marc Navarro também levou a melhor sobre Girão e o empate prolongou-se. Na quarta tentativa, Ricardo Figueira permitiu a defesa ao espanhol, mas Girão voltou a ganhar o duelo com Jordi Galan, antes de Tuco também não conseguir converter em golo a quinta grande penalidade e Eduard Fernandéz marcar o ‘penalty’ decisivo que colocou o Vilafranca na final da Taça CERS e deixou o Sporting CP pelo caminho.

Já conhece os adversários 'leoninos' na Taça CERS?

Por Jornal Sporting
29 Abr, 2016

Saiba mais sobre as equipas de Vilafranca (Espanha), OC Barcelos e Matera (Itália)

O Sporting CP começa amanhã a sua participação na Final Four da Taça CERS, defrontando na meia-final os espanhóis do Vilafranca (21h45) já depois de ser conhecido o nome do primeiro finalista da competição que os 'leões' venceram na última temporada e que sairá do duelo entre OC Barcelos e os italianos do Matera (19h). Conheça o perfil das três equipas que marcarão presença este fim-de-semana no Pavilhão Municipal de Barcelos.

Vilafranca

A melhor forma de analisar um adversário é visionar o máximo de vídeos possível de encontros anteriores da temporada em curso. No futebol, por exemplo, alguns técnicos consideram importante ir tomando notas ao longo da época e escalpelizar ao detalhe apenas os últimos cinco encontros, por forma a perceberem a condição física e os movimentos tácticos mais trabalhados que se juntam à qualidade técnica em termos individuais. Na preparação para a Final Four da Taça CERS, o Jornal Sporting tentou seguir o ‘método’ mas aquilo que ficou na retina foi exactamente a forma como o Vilafranca se qualificou para a fase decisiva da prova: remate de longe de Navarro, desvio de classe de Edu Fernández e 3-1 que decidia a eliminatória com o Réus... no último segundo. ‘Gooooooollllll’, gritava o narrador da partida quase em lágrimas perante a festa generalizada desde humilde clube refundado em 1970 e que ocupa nesta altura o nono lugar da OK Liga após o empate caseiro com o Lleida a três bolas.

Bem orientado por Jordi Garcia, que deverá sair no final do ano “por questões financeiras substanciais”, como escrevem os jornais locais, o conjunto catalão tem na dupla Eduard Fernández-Roger Rocasalbas o principal perigo em termos ofensivos. Depois, o passar dos meses tem evidenciado um factor a ter em conta nesta meia-final da CERS: o Vilafranca é um conjunto talhado para os grandes jogos, como se viu na vitória frente ao Barcelona em casa (e nos empates com Vic e Liceo) e nas eliminatórias diante de Juv. Viana e Réus, que ‘desaguaram’ no principal momento da formação em termos internacionais. Navarro é o líder e a voz da experiência num clube que já contou também nas suas fileiras com um dos melhores de sempre: o italiano Enrico Mariotti.

OC Barcelos

O OC Barcelos repete a presença na Final Four da Taça CERS como no ano passado, à semelhança do Sporting, mas desta vez com dois pontos a seu favor: o factor casa, que pode contar mais ou menos mas acaba sempre por fazer a sua diferença desde que o desnível de qualidade entre equipas não seja gigantesco; e um conjunto reforçado pelo experiente mas ‘matador’ Reinaldo Ventura, que trocou o FC Porto pelos minhotos na tentativa de terminar a carreira ainda com mais um grande troféu e que se tem mostrado temível como sempre, sendo mesmo o melhor marcador do Campeonato Nacional até ao momento com um total de 42 golos em 22 partidas. Clube que viveu um período áureo entre o final da década de 80 e os anos 90, os minhotos estão agora a voltar à alta-roda do hóquei nacional e internacional, lutando por um lugar que dê acesso à Liga Europeia da próxima temporada (ocuparam o terceiro e quarto lugar até à 20.ª jornada) e por um título europeu que já conseguiram por uma vez no seu historial.

Curiosamente, uma das melhores exibições do conjunto ‘verde e branco’ na presente temporada foi em Barcelos, com um triunfo arrancado ‘a ferros’ na segunda parte após o empate a uma bola que se registava ao intervalo. No caminho para a fase final da CERS, a equipa de Barcelos começou por cilindrar os austríacos do Villach com um total de 32-3, seguindo-se uma passagem fácil frente ao Coutras depois de uma pequena escorregadela em casa na primeira mão (7-7 e 12-3) e a eliminações do Lodi beneficiando dos quatro golos de vantagem conseguidos na primeira mão dos quartos-de-final. Os comandados de Paulo Freitas são um colectivo complicado de ultrapassar, assente numa defesa muito segura, nas transições e na eficácia nas bolas paradas.

Matera

De um ano para o outro, toda uma realidade mudou: se um dos quatro finalistas da Taça CERS fosse o Matera de 2014/15, poderíamos sem qualquer problema (mantendo a humildade e os pés no chão) avançar que, se houvesse possibilidade de escolher um adversário na final seriam os italianos; sendo o Matera de 2015/16, as coisas são diferentes. Bem diferentes: com o técnico Nuno Resende no comando (antes esteve três anos como treinador da Oliveirense e na selecção Sub-20 de Angola), os transalpinos estão a fazer uma notável temporada, tendo terminado a fase regular da Serie A no segundo lugar com os mesmos pontos do que o Forte dei Marmi de Pedro Gil e avançado já para as meias-finais após dois triunfos frente ao Follonica (5-4 fora e 4-2 em casa). Sem historial em termos europeus, e um pouco à semelhança do Vilafranca mas por motivos distintos (está também na luta pelo título nacional), o Matera passou a ver na Taça CERS um objectivo real a partir do momento em que ultrapassou o Alcoy, na mais complicada eliminatória que enfrentou até ao momento.

Com uma defesa coesa – foi a menos batida da fase regular do Campeonato, com uma média de pouco superior a dois golos – e um largo leque de soluções ofensivas assente em nomes como Gonzalo Romero López, Valerio Antezza ou Mattia Ghirardello, os transalpinos prometem ser um adversário complicado para a equipa anfitriã da Final Four, num misto de experiência e juventude que tem funcionado na perfeição como se percebeu também nos encontros contra o Sarzana, adversário que se cruzou com os ‘leões’ já na presente temporada e que foi superado pelos comandados de Nuno Resende sem dificuldades de maior. De atentar também no histórico positivo (se isso contar para algo) do Sporting contra formações italianas, sobretudo as boas recordações do Novara.

"Equipa tipicamente catalã na sua forma de jogar"

Por Jornal Sporting
29 Abr, 2016

Análise de Nuno Lopes ao Vilafranca, adversário na meia-final da Taça CERS

De maravilha em maravilha até ao mítico número de sete, tantas quantas as Maravilhas do Mundo Moderno: o hóquei em patins do Sporting CP vai lutar este fim-de-semana pelo sétimo título europeu da história, procurando revalidar a Taça CERS conquistada de forma brilhante no ano passado na Catalunha. “Temos de ser optimistas, respeitando sempre os adversários. Falar assim é fácil para mim, mas a verdade é que somos Sporting CP e este Clube entra para ganhar qualquer troféu em disputa. É essa a nossa história, o nosso ADN”, destaca o técnico Nuno Lopes na antecâmara da competição que arrancará no sábado às 19 horas com o encontro entre OC Barcelos e os italianos do Matera, a que se seguirá a meia-final dos ‘leões’ diante dos espanhóis do Vilafranca (21h45).

“Tem tudo a ver sobretudo com a gestão de expectativas e este ano é curioso ver que os papéis estão um pouco invertidos. No ano passado éramos olhados de uma forma desconfiada e não partíamos como favoritos porque esse papel estava sobretudo com o Réus; este ano, é no Sporting e no OC Barcelos, também por jogar em casa, que recaem maiores atenções. No hóquei, o momento faz grande diferença e esta Final Four será muito assim. A nossa forma de jogar este ano é completamente diferente. Na última época, ou ganhávamos ou perdíamos por margens muito curtas, ao passo que esta temporada vemos uma equipa mais ofensiva e com resultados mais dilatados. Existe outra experiência no nosso plantel e temos jogadores que já venceram antes provas internacionais e que nos momentos certos estão ali para decidirem. Mas a vitória  nesta Taça CERS será muito pelo espírito, pela entrega e pela atitude da equipa, à semelhança do que aconteceu fora com o OC Barcelos e a Oliveirense, na Supertaça e na segunda parte deste último jogo com a Juv. Viana”, explica o técnico ‘verde e branco’, antes de apontar as chaves dos 25 minutos finais do último jogo que deverão ser transportadas para a Final Four no Pavilhão Municipal de Barcelos: “A equipa já tinha estado muito bem no plano defensivo em Oliveira de Azeméis, onde só não ganhámos por manifesto azar e mais qualquer coisa... Como não podíamos ter uma carga muito grande esta semana, fizemo-la antes do jogo com a Juv. Viana, onde a primeira parte não correu queríamos. No entanto, o segundo tempo teve aquele empenho que estava a faltar um pouco, marcámos seis golos e provámos que, quando as coisas correm bem no plano colectivo, as individualidades começam a aparecer e é terrível para os nossos adversários”.

Em relação ao jogo com o Vilafranca, Nuno Lopes não antevê facilidades, relativiza o actual nono lugar dos espanhóis na OK Liga e destaca também os bons resultados feitos pelo conjunto contra equipas de maior poderio como Barcelona, Vic ou Liceo. “Tem tudo a ver com o assumir do jogo e existem vários casos no Campeonato que também são assim. O Vilafranca é uma equipa tipicamente catalã na sua forma de jogar, com três/quatro jogadores fortes no plano individual e que faz a diferença nas bolas paradas, livres directos e ‘penalties’. Será um adversário organizado, fiel aos seus princípios de jogo e que tentará manter a partida equilibrada para depois fazer a diferença com o Edu Fernández e o Rocasalbas nas bolas paradas. Estamos precavidos para essas situações e tentaremos contrariar isso com o nosso jogo. Olhar apenas para a classificação é um erro porque pode tirar o foco do que é mais importante. Tentaremos não cair nesse erro e estamos preparados para todos os cenários”, salienta, antes de deixar uma palavra para os muitos Sportinguistas do Norte ou que irão rumar para cima no sábado: “É um factor determinante sobretudo para os jogadores, que sentem mais responsabilidade de dar alegrias a quem está com eles em todo o lado”.

"O hóquei do Sporting CP está forte e recomenda-se"

Por Jornal Sporting
28 Abr, 2016

Vicente Moura esteve com o plantel 'leonino' antes da partida para Barcelos

Vicente Moura, vice-presidente do Sporting CP para as modalidades, esteve com o plantel de hóquei em patins dos ‘leões’ antes da partida para o estágio em Barcelos antes da Final Four da Taça CERS, mostrando total confiança na capacidade da equipa ‘verde e branca’ revalidar o título conseguido no ano passado.

“Estou convencido e seguro que a equipa irá competir ao mais alto nível para poder trazer novamente a glória. Há um ano estava, tal como o Presidente, na Catalunha. Na altura o Sporting não era favorito, defrontámos duas equipas catalãs, conseguimos vencer e isso só foi possível porque esta equipa de hóquei foi jogo a jogo com alma e coração sabendo que só a vitória interessava. Conseguiu-se a sexta conquista europeia numa altura importante”, começou por recordar Vicente Moura à Sporting TV.

“Passado um ano, as coisas são diferentes. Alguns jogadores deixaram a equipa, outros chegaram, e as equipas já sabem o que vale o Sporting CP. Por aí já não poderemos surpreender. O jogo com o Vilafranca será difícil mas acreditamos nestes jogadores, treinadores e dirigentes, que serão responsáveis pela vitória que espero que aconteça. Vão dar tudo por tudo como há um ano e só assim será possível ganhar. Se quisermos disputar as finais, será importante acrescentar à nossa qualidade técnica a parte psicológica e acredito que isso vai acontecer”, salientou.

“Este Conselho Directivo, e em especial o Presidente, tem sabido compreender que as modalidades estão no ADN do Clube. O Clube disputava as provas sem ambição e isso não é normal para este grande Clube. Queremos disputar todas as finais nacionais e europeias, e isso obriga a um maior investimento em atletas que percebam também a grandeza do Sporting CP. Este ano já vai ser muito bom mas no próximo iremos lutar ainda mais taco a taco por todas as provas”, referiu a propósito do aumento do orçamento do Clube para as modalidades: “Era bom começar essas conquistas pela revalidação da Taça CERS. Esperemos que seja possível ganhar mais um título europeu. O hóquei do Sporting CP está forte e recomenda-se”.

Bilhetes para a Final Four da Taça CERS

Por Jornal Sporting
27 Abr, 2016

Ingressos para a competição serão colocados à venda em Alvalade na quinta-feira

Os bilhetes para a Final Four da Taça CERS estarão à venda a partir de amanhã, quinta-feira, às 12 horas nas bilheteiras do Estádio José Alvalade.

Os ingressos terão o custo unitário de 20 euros, sendo válidos para os dois dias de competição no Pavilhão Municipal de Barcelos: sábado defrontam-se OC Barcelos e Matera (Itália) às 19 horas, seguindo-se o Sporting CP-Vilafranca a partir das 21h45. A final será jogada no domingo, dia 1, às 18h30.

Recorde-se que o Sporting CP tentará revalidar o título conquistado no ano passado na Catalunha, que foi o sexto em termos internacionais depois de uma Taça dos Clubes Campeões Europeus, três Taças das Taças e uma Taça CERS.

Em paralelo, e em caso de triunfo em Barcelos, o Sporting CP passará a ser a par do FC Porto a equipa portuguesa com mais títulos internacionais conquistados na modalidade.

Juniores começam fase final com vitória em Sintra

Por Jornal Sporting
24 Abr, 2016

Triunfo por 3-1 coloca 'leões' na liderança do Campeonato Nacional Sub-20

Os juniores de hóquei em patins do Sporting CP começaram da melhor forma a fase final de Apuramento de Campeão do Campeonato Nacional Sub-20, vencendo fora o HC Sintra por 3-1 na primeira jornada da competição.

Num encontro onde os ‘leões’ tiveram de enfrentar uma forte oposição dos visitados, Tomás Moreira, Manuel Coimbra e Rafa Lourenço apontaram os golos do conjunto comandado por João Baltazar. Rodrigo Amaro fez o tento de honra do HC Sintra.

Com este resultado, o Sporting CP e o Valongo (venceu hoje a Académica por 6-4) lideram a fase final com três pontos. O Benfica-Sanjoanense e o OC Barcelos-FC Porto foram adiados para amanhã e 4 de Maio, respectivamente. Na próxima jornada, os ‘leões’ recebem o OC Barcelos.

Já a formação de iniciados goleou fora o CF Estremoz por 9-1, na nona e penúltima jornada da Zona Sul C da primeira fase do Campeonato Nacional Sub-15.

Com este resultado, os ‘leões’ mantiveram o terceiro lugar da classificação com 16 pontos, a três do Turquel e a oito do Sp. Tomar. Na próxima jornada, a última desta fase, o conjunto ‘verde e branco’ vai receber o CRC ‘Os Águias’.

Infantis vencem Paço de Arcos no Livramento

Por Jornal Sporting
23 Abr, 2016

Triunfo por 6-5 na nona jornada da Zona Sul D da primeira fase do Nacional

O conjunto de infantis de hóquei em patins do Sporting CP recebeu e venceu o Paço de Arcos por 6-5, na nona e penúltima jornada da Zona Sul D da primeira fase do Campeonato Nacional Sub-13.

Apesar de já não terem possibilidades de atingir a fase seguinte de Apuramento de Campeão, os jovens ‘leões’ tiveram uma grande prestação, vingando a derrota por 3-0 na primeira volta no pavilhão do conjunto da Linha.

Com este resultado, a formação ‘verde e branca’ passou a somar 16 pontos (cinco vitórias, um empate e três derrotas), menos cinco do que o Paço de Arcos e a seis do Benfica. Na próxima jornada, o Sporting CP defronta fora o GD Sesimbra.

'Leões' vencem Juv. Viana e sobem ao quarto lugar

Por Jornal Sporting
23 Abr, 2016

Triunfo por 7-2 no Livramento coloca Sporting CP nos lugares de Liga Europeia

O Sporting CP venceu esta tarde a Juv. Viana por 7-2, num encontro a contar para a 22.ª jornada do Campeonato Nacional da 1.ª Divisão. Com uma segunda parte de luxo, após o empate a uma bola que se registava ao intervalo, os 'leões' conseguiram assim subir ao quarto lugar da classificação, beneficiando da derrota do Valongo na recepção ao Benfica para ocupar os lugares que dão acesso à Liga Europeia.

Os primeiros dez minutos do encontro tiveram muita táctica, pouco técnica e relativo perigo. Expliquemos: com a Juv. Viana bem organizada em termos defensivos e com o guarda-redes Jorge Correia em excelente plano, os ‘leões’ iam encontrando dificuldades no acerco à baliza contrária com o jogo de bloqueios aproveitando o posicionamento de Luís Viana atrás da baliza e a meia-distância de Poka. De quando em vez, sobretudo com acções de Diogo Fernandes e Francisco Silva, os visitantes iam causando perigo relativo, sempre controlado de forma superior por Ângelo Girão.

A entrada de Cacau em pista teve o condão de partir um pouco mais o encontro, o que, numa primeira fase, até beneficiou mais a Juv. Viana: em dois minutos, André Azevedo (11’) e Francisco Silva (12’) atiraram ao poste e à barra, respectivamente, deixando um aviso aos comandados de Nuno Lopes a propósito dos seus intentos (em caso de triunfo no Livramento, o conjunto de Viana do Castelo entraria na luta pela Liga Europeia). No entanto, a dupla Cacau-Viana começou a aparecer e Zorro teve duas boas oportunidades para inaugurar o marcador, incluindo uma grande penalidade (15’).

Aos 16 minutos, na sequência de uma jogada ofensiva bem desenhada pelos jogadores ‘verde e brancos’ mas mal definida no último passe, Diogo Fernandes aproveitou uma transição rápida para definir bem em frente a Ângelo Girão e fazer o 1-0. O golo dava à Juv. Viana a sua zona de conforto, podendo beneficiar da experiência de grande parte dos seus elementos para gerir a vantagem e procurar até jogar no erro dos ‘leões’ com as linhas mais baixas, e os minutos seguintes foram pautados por essa filosofia até a um remate de Tuco ao poste, a seis minutos do intervalo, que agitou a partida e deu o mote para o ‘pressing’ final do Sporting CP que, já depois de um remate de João Pinto que andou pela linha da baliza de Jorge Correia (23’), empatou no último minuto do primeiro tempo com um tiro cruzado de Ricardo Figueira numa transição lançada por Losna.

O segundo tempo teve características diametralmente opostas e que foram marcadas pelo 2-1 madrugador de Tuco, logo aos dois minutos, num remate cruzado ao ângulo após uma boa cortina feita por João Pinto descaído sobre a direita. Com a reviravolta no marcador, os ‘leões’ tiveram outra disponibilidade e atitude frente a um adversário que se começava a resignar à incapacidade de aguentar o jogo como tinha feito no primeiro tempo, perdendo também o controlo em algumas acções como nos protestos que valeram o cartão azul a Nélson Pereira na sequência de um livre directo por falta clara (e perigosa) sobre João Pinto aos oito minutos. Na conversão, Losna aumentou para 3-1.

O Sporting CP crescia na pista à mesma proporção do ‘desaparecimento’ da formação de Viana do Castelo no encontro e, logo no minuto seguinte, João Pinto acertou na trave após assistência de Ricardo Figueira num 2x1, antes de Losna falhar mais um livre directo por cartão azul a Francisco Silva, depois de entrada perigosa sobre o Mustang. Só faltava mesmo surgir o melhor marcador ‘verde e branco’, Luís Viana, que abriu o livro nos últimos dez minutos: fez o 4-1 aos 15’ num lance de grande recorte técnico a fintar Jorge Correia; aumentou para 5-1 no minuto seguinte na conversão de uma grande penalidade; assistiu Cacau para o toque final à boca da baliza aos 21’ (6-1); e fechou as contas a cinco segundos do final com mais um lance de fino recorte técnico. Pelo meio, Diogo Fernandes aproveitou um lance com grande fortuna (a bola embateu ainda em André Centeno) para reduzir para o momentâneo 6-2 aos 22 minutos, já depois de ter permitido a defesa a Ângelo Girão num livre directo (21’).

Com este resultado, o Sporting CP ascendeu ao quarto lugar com 39 pontos, os mesmos do Valongo (que perdeu 5-4 em casa com o Benfica) mas em vantagem no confronto directo. O OC Barcelos, que tem 36 pontos, recebe esta noite a Oliveirense. Na próxima jornada, que se realiza apenas a 7 de Maio em virtude da Final Four da Taça CERS, os ‘leões’ defrontam fora o Cambra, ao passo que o Valongo joga no Dragão Caixa com o FC Porto e o OC Barcelos viaja a Viana do Castelo para medir forças com a Juventude.

"Lutou muito pela vida, foi um leão"

Por Jornal Sporting
22 Abr, 2016

Homenagem a José Leste, ex-glória do Sporting CP e da Selecção Nacional, com a qual foi campeão do Mundo

José Leste, ex-glória do hóquei em patins ‘leonino’ e nacional falecida em Abril de 2012, foi hoje homenageado pela Câmara Municipal de Cascais, quatro anos após o seu falecimento. A cerimónia decorreu no Largo de Alvide, em Alcabideche, onde foi descerrada uma escultura evocativa de José Leste, vencedor da última Taça das Taças conquistada pelo hóquei em patins do Sporting CP, em 1991.

“Foi uma grande glória do nosso Clube e essa Taça foi a última das três conquistadas pelo Clube. O Leste ajudou-nos a conquistá-la e, pouco depois, acabou a carreira, depois de ter jogado imenso tempo em Itália, já. Ainda assim, e mesmo depois de deixar de jogar, nunca abandonou o coração de Sportinguista”, confessa Gilberto Borges, responsável pelo hóquei em patins do Sporting CP e pessoa próxima de José Leste.

Em hora de recordar histórias e momentos vividos por e com José Leste, Gilberto Borges reviveu algumas memórias e partilhou-as, não poupando nos elogios ao ex-internacional português.

“É uma ex-glória do Clube e um ex-‘leão’. Foi campeão do Mundo com 22 anos, juntamente com o Ramalhete e o Sobrinho, por exemplo. Só veio para o Sporting CP mais tarde, com 29 anos, depois de ter passado a maior parte do tempo em Itália, onde era uma estrela ao lado do Pino Marzella. Aliás, diziam que o Pino Marzella era o novo Livramento e o Leste foi para Itália e ofuscou-o”, explica Gilberto Borges, continuando: “Foi meu companheiro, ainda orientei treinos de futebol para ele. Conseguia ser ainda melhor jogador de futebol do que de hóquei em patins, talvez. Sempre com uma grande rebeldia, era um tipo excelente, um predestinado para o desporto. Mas era um puto malandro, um bom malandro. Lutou muito pela vida, foi um leão”.

De recordar que José Leste, para além da Taça das Taças conquistada ao serviço do Sporting CP, em 1991, também fez parte da Selecção Nacional que se sagrou campeã do Mundo em 1982, numa competição disputada em Barcelos. Passou grande parte da sua carreira em Itália, onde brilhou e encantou, mas foi no Sporting CP que preencheu o seu currículo com algumas das suas conquistas mais marcantes. 

"Sem receio de jogar para ganhar"

Por Jornal Sporting
22 Abr, 2016

Antevisão de Luís Viana ao jogo de amanhã com a antiga equipa, Juv. Viana

Depois do empate frente à Oliveirense (2-2), a equipa de hóquei em patins do Sporting CP está de regresso ao Livramento para defrontar a Juventude de Viana, em jogo a contar para a 22.ª jornada do Campeonato Nacional. No seio do grupo ‘verde e branco’ existe um ‘leão’ bem conhecedor do adversário de amanhã, capaz de prever as dificuldades que a formação de Viana do Castelo poderá causar ao conjunto ‘leonino’: Luís Viana.

“Vai ser um jogo difícil contra uma equipa que está a fazer um bom Campeonato, com excelentes valores e bem trabalhada. Esperamos mais uma grande batalha aqui no Livramento”, explica o atleta que o ano passado se sagrou o melhor marcador do Campeonato Nacional ao serviço da Juventude de Viana, prosseguindo: “Eles têm um espírito de equipa muito forte e humilde, com um tipo de jogo que fazem há muito tempo. Os novos elementos que vieram mantiveram esse fio de jogo e são uma formação muito perigosa”.

O quarto lugar é um objectivo, mas, antes de pensar nos adversários directos, o conjunto ‘verde e branco’ tem de se preocupar em conquistar os três pontos que lhes dizem respeito, lutando até ao fim do Campeonato pelo alcançar de um objectivo.

“Temos de vencer o nosso jogo porque, se não ganharmos, os outros não contam para nada. Temos de entrar em campo respeitando o adversário mas sem receio de jogar para ganhar, olhar olhos nos olhos e fazer o que temos de fazer em todos os jogos” afirmou em declarações à Sporting TV, acrescentando: “Em relação ao quarto lugar, as contas não ficam resolvidas nesta jornada e o mais importante é estarmos focados no próximo jogo, assim como o devemos fazer todas as semanas”.

A Onda Verde é uma constante atrás da equipa de hóquei em patins e Luís Viana deixou um apelo aos Sportinguistas para que compareçam no Pavilhão do SC Livramento, amanhã, às 16h: “Venham apoiar-nos, são muito importantes. Sabemos que podemos contar com o vosso apoio e carinho nestas alturas mais difíceis e sábado cá estaremos todos para mais uma batalha. No fim, vamos sair felizes”.

O Sporting CP-Juv. Viana, a contar para a 22.ª jornada do Campeonato Nacional da 1.ª Divisão, realiza-se amanhã, sábado, e contará com transmissão em directo e exclusivo no Canal do Clube.

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