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"Na Amoreira é sempre difícil"

Por Jornal Sporting
24 Fev, 2017

Jorge Jesus realizou a antevisão do encontro frente ao Estoril, no qual espera dificuldades

Apesar de o próximo adversário do Sporting CP estar a realizar uma época abaixo das expectativas, Jorge Jesus, em conferência de imprensa, não desconsiderou o Estoril, que disse tratar-se sempre de um bom rival quando joga em casa. 

"Jogar na Amoreira é sempre difícil para as equipas grandes. É uma equipa que precisa de pontos, para tentar fugir a uma posição a que nos últimos anos não está muito habituada, e nós precisamos também para chegar à frente, perto dos nossos rivais. Vai ser um encontro disputado, em que podemos nalguns momentos ter algumas dificuldades e ser apertados, porque isso faz parte: nem sempre as melhores equipas podem dominar. Vamos tentar que isso não aconteça e praticar um futebol de qualidade e rápido para ganhar os três pontos", analisou o treinador verde e branco, abordando também a ausência de Adrien e a solução que vai utilizar, embora não a tenha desvendado.

"Vamos ter de arranjar soluções dentro dos jogadores que temos. Há a máxima confiança em quem for para o jogo. Como é óbvio não vou dizer que é a mesma coisa, por isso é que o Adrien era titular, capitão de equipa e membro da Selecção portuguesa, mas acreditamos em quem jogar. Durante a semana já fizemos várias experiências", garantiu o técnico, que explicou que há várias soluções possíveis.

A nove pontos do segundo lugar e com seis de avanço para o quarto, Jorge Jesus esclareceu também que nem por isso é complicado motivar o plantel. A exigência inerente a jogar no Sportin g CP, diz, resolve essa questão. "Não é difícil motivar os jogadores porque estamos num Clube que joga sempre pelos primeiros lugares, e temos de jogar sempre para ganhar. Amanhã o objectivo é esse, e depois em casa é igual. Temos de tentar garantir um lugar na Champions quer seja directa ou indirectamente", respondeu, analisando também o Estoril, que é liderado pelo espanhol Pedro Carmona. "O novo treinador do Estoril está a adaptar as suas ideias, que são diferentes das do anterior. Não vai ser um Estoril com um ataque posicional muito forte, isso será o Sporting CP. Vão ter uma organização defensiva forte e esperar por uma bola parada ou uma saída rápida. Será um jogo difícil, como todos no Campeonato português", rematou Jesus.

Equipa da linha com geometria pouco estética

Por Jornal Sporting
23 Fev, 2017

O Estoril tem sido uma das desilusões da Liga. Depois de no ano passado falhar o acesso à Europa por pouco, encontra-se agora no 15.º lugar e sem apresentar um futebol apelativo, mesmo após a mudança de técnico

Há pouco menos de um ano, quando o Sporting se deslocou à Amoreira para defrontar o Estoril, a grande figura do encontro foi Slimani. Com dois golos – um deles sendo um dos melhores que apontou de leão ao peito! – resolveu a partida, levando os três pontos para Alvalade, e alcançando a marca dos 20 golos na prova. Bas Dost, com menos seis jogos realizados do que o argelino na altura, pode fazer o mesmo… mas precisará de um hat-trick, visto ter 17 golos até ao momento. O adversário, no entanto, tem-se mostrado bem mais frágil do que aquele que Slimani defrontou, sendo mesmo uma das decepções da competição. O Estoril ocupa o 15.º posto da Liga NOS e venceu apenas cinco vezes até à data. Na luta pela permanência entre os grandes, o futebol praticado pela equipa estorilista tem defraudado as expectativas, apresentando até algumas das estatísticas menos desejadas entre as equipas nacionais.

De acordo com o site whoscored.com, a formação canarinha é, de todas aquelas que militam no escalão principal do futebol português, a que mais remates permite aos seus adversários por jogo (13,3) e, simultaneamente, a que menos tentativas de golo efectua (8,4 por encontro). O cenário agrava-se quando se constata que, desses 8,4 remates, a média de vezes em que acerta na baliza é de… 2,6. Os números, que ajudam a entender o jogo, mas não o explicam por si só, levam a crer que Rui Patrício poderá ter uma noite mais descansada do que aquela que viveu na última jornada, frente a um Rio Ave de personalidade bem distinta da deste Estoril.

Ainda tendo por base o site whoscored, o Estoril é também a equipa que, a par do Marítimo, menos golos alcança no momento de organização ofensiva (seis). Esse dado entende-se mais facilmente ao ver-se que a equipa de Pedro Gómez Carmona é, entre as do campeonato, a que mais tempo passa no primeiro terço do campo e, pelo contrário, que menos ocupa o último terço ofensivo, aproximando-se menos da baliza contrária. De forma a contrariar as dificuldades de chegada às zonas onde pode criar perigo, o Estoril recorre muitas vezes à bola longa (depois do Arouca, é o colectivo que mais passes longos realizou até ao momento – 81 ), tendo Kléber, ex-FC Porto, como referência ofensiva. Nesse parâmetro, o próximo adversário leonino apresenta uma capacidade acima da média, vencendo inclusive mais duelos aéreos do que a equipa de Jorge Jesus… embora este registo se explique pelo facto de adoptar um modelo de jogo que leva a disputar bem mais bolas de cabeça do que os verdes e brancos. Nesse capítulo, os leões contam com centrais fortes, sobretudo Coates, um dos mais fortes de cabeça em Portugal.

Em suma, e até pelo momento que o Estoril atravessa (desde a chegada do novo treinador, venceu apenas duas vezes em dez encontros, apesar de nos últimos três jogos não ter perdido), o Sporting será o favorito, mas como sempre terá de provar esse estatuto. As camisolas não ganham jogos.

Tendo regressado à equipa do Estoril no último mercado, Licá, agora com 28 anos, já apontou um golo e uma assistência em apenas três partidas realizadas. O extremo, além de experiência, trouxe mais qualidade ao ataque canarinho, unindo-se assim a Kléber e formando uma dupla ex-FC Porto. Partindo preferencialmente da esquerda, será um dos que exigirá maior atenção.

O técnico espanhol de apenas 34 anos vive esta época não só a primeira experiência em Portugal, como a primeira experiência como treinador principal. Com passagens  pelo Bétis, pelos Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e pelo Barém, sempre como adjunto, Pedro Carmona não está a ter um início fácil: dois triunfos em dez jogos na equipa da linha deixam o Estoril perto da zona de descida.

Foto José Cruz

Bilhetes Estoril-Praia vs Sporting CP

Por Jornal Sporting
21 Fev, 2017

Consulte os critérios de venda

Os bilhetes para a 23.ª jornada da Liga NOS, entre o Estoril-Praia e o Sporting Clube de Portugal, estarão à venda nas bilheteiras do Estádio José Alvalade (das 10h às 20h) com o seguinte critério de venda:

4.ª FEIRA | Sócios com Gamebox 2016/2017  
5.ª FEIRA | Sócios sem lugar anual  
6.ª FEIRA | Público em geral  

Nas duas primeiras fases de venda é obrigatória a apresentação do cartão Gamebox ou de Sócio, sendo que cada cartão válido (com a quota de Janeiro 2017) permite a compra apenas de um bilhete. Cada pessoa pode trazer no máximo 4 cartões.

O jogo será disputado este sábado (25 de Fevereiro) pelas 18h15 no Estádio António Coimbra da Mota, sendo que os bilhetes disponíveis são apenas de Superior Norte ao preço unitário de €12. 

Boletim clínico

Por Sporting CP
20 Fev, 2017

Situação de Adrien Silva

Depois da lesão contraída no decorrer do jogo Sporting CP - Rio Ave FC, o jogador Adrien Silva foi reavaliado pelo Departamento Médico do Sporting Clube de Portugal, liderado pelo Dr. Frederico Varandas, sendo o diagnóstico o seguinte:

- Lesão do ligamento lateral interno do joelho direito.
- Tempo de recuperação expectável: 6 a 8 semanas. 

Foto José Cruz

"A melhor forma de celebrar o dia foi a ganhar"

Por Jornal Sporting
19 Fev, 2017

Rui Patrício fala dos 400 jogos de leão ao peito na equipa principal de Alvalade e comenta a vitória frente ao Rio Ave.

Era já a figutra da noite antes mesmo de entrar em campo. O jogo 400 na equipa principal faziam de Rui Patrício o homem das celebrações, mas foi a sua exibição que o catapultou definitivamente para a ribalta da 22.ª jornada da Liga NOS.

"Homens do jogos somos todos. Entrámos todos para conseguir a vitória e isso é o mais importante. Cada jogo que fizermos até ao final é para vencer. Este Clube é assim. Tive muito trabalho, mas isso faz parte do jogo já que todos damos o melhor. É, sem dúvida, a melhor forma de celebrar, ganhando", rematou.

Foto José Cruz

“Houve três coisas muito positivas nesta partida”

Por Jornal Sporting
19 Fev, 2017

Jorge Jesus realçou a vitória sem sofrer golos e o apoio dos adeptos na análise ao jogo frente ao Rio Ave

Na análise à vitória do Sporting CP por 1-0 frente ao Rio Ave, em jogo da 22.ª jornada da Liga NOS, Jorge Jesus reconheceu que Rui Patrício foi muito importante na primeira parte para a obtenção dos três pontos e deixou muitos elogios aos vilacondenses. “Nos primeiros 20 minutos o Rui Patrício foi decisivo, esteve muito bem. Durante a semana eu tinha passado a mensagem de que esta equipa do Rio Ave joga como uma equipa grande. Os jogadores têm muita qualidade com bola na fase de preparação de jogo. Nós tivemos alguma dificuldade para parar as saídas de jogo do Rio Ave. Na perda de bola começámos a ter algumas dificuldades para segurar os alas, mas também para segurar o segundo avançado. Conseguimos fazer um golo sem ter muito poder ofensivo, mas na segunda parte tudo isso se alterou. O Rio Ave já não conseguiu criar perigo e apenas chegou perto da nossa baliza em lances de bola parada. Estivemos muito melhor e com a entrada do Bryan Ruiz estabilizámos, porque é um jogador com uma grande inteligência táctica”, começou por referir, antes de destacar três aspectos no encontro.

“Houve três coisas muito positivas nesta partida. Primeiro a vitória, depois o facto de não termos sofrido golos que já não acontecia há muito tempo. E, por fim, quero deixar uma palavra para os adeptos que mais uma vez estiveram com a equipa, com a Curva Sul a ser muito importante e a ajudar-nos na segunda parte”, realçou.

O técnico leonino assumiu ainda que os leões não realizaram uma boa exibição, mas relembrou que o mais importante foi conseguido. “Na primeira meia hora não fizemos um bom jogo. Não estivemos ao mesmo nível do que o que tínhamos apresentado nos últimos jogos, mas as grandes equipas são assim, ganham mesmo quando não jogam bem”, assinalou.

Por fim, quando questionado se Francisco Geraldes podia ter mais espaço na equipa com a ausência de Adrien Silva no próximo jogo frente ao Estoril, Jorge Jesus disse que o jovem não joga na mesma posição que o capitão leonino. “É um segundo avançado ou um ala. O Geraldes ao ter mais possibilidades vai ser sempre onde jogou na formação e mais recentemente no Moreirense, que é a segundo avançado”, finalizou.

Foto José Cruz

Há mesmo magia nas luvas de Patrício

Por Jornal Sporting
18 Fev, 2017

Guarda-redes leonino completou 400 jogos na equipa principal e foi a figura da noite de vitória frente ao Rio Ave

É por todos conhecida a velha adivinha que pergunta: o que é que antes de ser já o era?

Sendo a resposta igualmente do conhecimento público, o mesmo princípio se poderá aplicar à noite que Rui Patrício viveu em Alvalade, na recepção ao Rio Ave. A noite já era do n.º 1 dos leões: completou o jogo 400 na equipa principal do Sporting CP. Porém, com a mão cheia de enormes defesas que fez durante o jogo, sobretudo no primeiro tempo – e em particular em seis minutos, entre o 10.º e o 16.º –, cotou-se definitivamente como a figura do jogo. Isso e os 83% de votos que contou na aplicação que elege o Homem do Jogo.

Foi, sem dúvida, Rui Patrício que segurou o nulo que o Rio Ave teimou em desfazer, provando em Alvalade que não pensa apenas como um grande mas também o demonstra em campo. Jorge Jesus já tinha alertado para as dificuldades que o adversário iria colocar, o que se viu nas transições ofensivas que apanhavam os leões em sobressalto. Foram 20 minutos iniciais de algum aperto, apenas aliviados no momento em que Nélson Monte entrou para o lugar do lesionado Lionn. No minuto seguinte, tudo começou numa jogada individual de William Carvalho, que foi galgando terreno até se aproximar da área; flectiu à direita para Gelson, que obrigou Cássio a defesa incompleta; sobrando depois para Alan Ruiz, já no coração da área, a inaugurar o marcador.

O golo foi o tónico para uma reacção mais enérgica e até ao final do primeiro tempo, houve ainda três oportunidades para leões e todas com um denominador comum: Bas Dost. Primeiro (38') Roderick a negar a finalização ao holandês na hora certa; (41') cruzamento de Gelson para o n.º 28, que não teve o melhor desfecho; (42') novo cruzamento, desta vez de Jefferson, para a cabeça do maior goleador da Liga, sem a melhor direcção.

No segundo tempo, Jorge Jesus retirou Bruno César e colocou Bryan Ruiz. Fora a primeira de três substituições – Adrien por lesão e Alan Ruiz por opção foram as seguintes – que viriam a mexer ainda mais na movimentação leonina. O Rio Ave deixou de ter espaços para criar perigo e quem mais o sentiu foi mesmo Rúben Ribeiro. Anulado o criativo vila-condense, o Sporting mostrou-se mais prático, terminando o encontro com um resultado magro, não apenas por culpa própria mas também pela qualidade do adversário.

No final, Patrício recebeu das mãos do Presidente do Sporting CP, Bruno de Carvalho, uma camisola comemorativa dos 400 jogos. Mereceu todos os aplausos que recebeu. Afinal, a noite já era sua antes mesmo de se exibir em grande plano. A ala pediátrica do Hospital de São João, que recebeu um par de luvas de Rui Patrício após a vitória no Euro-2016, já sabiam que só pode haver magia nas suas luvas. 

Foto D.R.

Rui Patrício homenageado por crianças de Murothone

Por Jornal Sporting
18 Fev, 2017

Guarda-redes leonino foi alvo de uma dedicatória por completar 400 jogos de leão ao peito por meninos moçambicanos... apadrinhados pelo n.º 1 dos leões e de Portugal

Na escola primária de Murothone, a 40 km de Nampula, em Moçambique, alguns alunos decidiram agradecer o apoio que o guarda-redes do Sporting CP, Rui Patrício, lhes tem dado através da ONG portuguesa Helpo. Os meninos deram-lhe os parabéns pelo jogo 400 ao serviço do Clube. Importa ainda referir que a Helpo irá inaugurar três salas de aula nesta escola no dia 1 de Março.

O guarda-redes leonino é o 'padrinho' das crianças moçambicanas através da ONG Helpo e os jovens decidiram por isso homenagear o número um dos verdes e brancos e de Portugal por chegar esta noite, em Alvalade, ao número redondo dos 400 jogos ao serviço do Sporting CP, frente ao Rio Ave.

Convocados para o Sporting-Rio Ave

Por Sporting CP
18 Fev, 2017

Lista de convocados para o confronto com o Rio Ave, esta noite, pelas 20h30 no estádio José Alvalade

Confira a lista de jogadores convocados por Jorge Jesus para o confronto da 22.ª jornada da Liga NOS, frente ao Rio Ave.

1 – Rui Patrício
34 – Beto Pimparel
2 – Ezequiel Schelotto
4 – Jefferson
10 – Bryan Ruiz
11 – Bruno César
13 – Sebastian Coates
14 – William Carvalho
15 – Paulo Oliveira
20 – Luc Castaignos
23 – Adrien Silva
28 – Bas Dost
35 – Rúben Semedo
47 – Ricardo Esgaio
56 – Daniel Podence
66 – João Palhinha
77 – Gelson Martins
99 – Alan Ruiz

Foto José Cruz

“A motivação tem de ser sempre máxima”

Por Jornal Sporting
17 Fev, 2017

Jorge Jesus destacou na antevisão ao jogo com o Rio Ave que quem joga no Sporting CP tem de estar sempre motivado

Os leões recebem este sábado o Rio Ave em Alvalade, em jogo da 22.ª jornada. Um adversário que segundo Jorge Jesus vai criar muitas dificuldades. “É um Sporting CP que tem vindo a melhorar nas últimas jornadas em função do que tínhamos produzido ultimamente. O jogo com o Rio Ave vai ser complicado. É uma boa equipa, bem organizada defensivamente e a nível ofensivo tem jogadores com muita qualidade. Têm jogadores que podiam ter tido a oportunidade de jogar em equipas grandes, como o Tarantini que é muito bom jogador. O Rio Ave é uma equipa que quer e sabe jogar. Já o Sporting CP vai tentar que isso não aconteça e fazer com que as suas ideias de jogo sejam superiores nos 90 minutos e não apenas nos últimos 45 como tem acontecido. Não vai ser um jogo fácil, como nenhum é no campeonato português”, começou por dizer o técnico leonino, na conferência de imprensa de antevisão ao encontro, antes de falar sobre João Palhinha, Francisco Geraldes e Daniel Podence.

“Dos três jogadores, o que tem jogado mais é o Palhinha, que inclusive já foi titular uma vez. Cada um tem características diferentes e cada um tem mais possibilidades do que os outros, em função da sua posição, de irem a jogo. São três jogadores da casa que regressaram agora em Janeiro. A adaptação à forma como trabalhamos não é fácil. Os dois que mais se adaptaram até agora à nossa intensidade de treino são os que têm jogado mais”, acrescentou, antes de garantir que apesar da distância para o primeiro classificado a motivação continua a mesma.

“A motivação tem de ser sempre máxima. Claro que se está mais motivado quando se corre atrás de um objetivo. É verdade que os títulos se foram perdendo ao longo da época. Não vale a pena esconder. Mas isso não pode ser o motivo para os jogadores não terem a mesma motivação. Demonstrámos isso no jogo do Dragão e em Moreira de Cónegos. A principal motivação é a que representamos um clube que tem sempre a pressão de ganhar todos os jogos, independentemente da classificação. Claro que é muito melhor estar como estivemos no ano passado, até ao último momento a disputar o título. Mas isso não deixa de tirar responsabilidade ou ter aquilo que a equipa tem tido nos últimos jogos - alma. Ou seja, a equipa tem de acreditar que pode ganhar sempre e é isso que temos vindo a fazer. A equipa tem de fazer isto, para nos aproximarmos o mais possível dos dois primeiros classificados”, realçou.

Jorge Jesus falou ainda sobre o facto de Rui Patrício cumprir na partida frente ao Rio Ave o jogo 400 como guarda-redes leonino. “A história do Rui no Sporting CP em termos de número de jogos é de grande valor. 400 jogos é um número interessante. Li a entrevista que ele deu [ao jornal A BOLA] e ele quer continuar a ganhar títulos, além do grande número de jogos que já realizou. Está interessado a bater o recorde, mas mais em ganhar títulos. Tem evoluído muito ao longo dos anos fruto do acreditar e do trabalho. Quanto mais anos de carreira têm os guarda-redes, melhor são. O Rui não vai fugir à regra”, assinalou, antes de abordar o crescente número de golos sofridos pela equipa esta temporada.

“A verdade é que, normalmente, as equipas onde trabalho são sempre as que sofrem menos. É uma característica das minhas equipas, mas que a reboque leva muitas outras. Temos um modelo defensivo que muitas equipas também têm. Este ano isso não está a acontecer e temos refletido sobre isso. O caminho é aquilo que temos feito nas últimas semanas: tentar equilibrar as ideias defensivas. É trabalhar em cima da ideia e melhorar. Temos de melhorar, pois temos capacidade para isso. Faltam 14 jogos. Se repararmos, a última linha de quatro é a mesma do ano passado, a partir da segunda volta, e aí mostrou qualidade”, recordou.

Por fim, o treinador verde e branco assumiu ainda que o Sporting CP está à procura de ter a sequência de vitórias que teve na última época. “Estávamos habituados a ter uma consistência de vitórias. Não de quatro, mas de oito, nove e dez, como tivemos o ano passado. Mas o que importa é o presente. O Sporting CP e eu temos de descobrir o presente para olhar para o futuro com outros olhos e mais realidade. Algumas vezes fomos culpados por não termos essa consistência, mas outras vezes não. Temos de fazer uma retrospectiva disto tudo para no próximo ano estarmos mais fortes. O nosso primeiro ano foi de muita força. Não é fácil fazer 86 pontos e eu já disse várias vezes que se calhar nunca vou repetir, por isso a comparação que podemos fazer é muito grande, mais pela negativa do que pela positiva”, finalizou. 

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