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“Somos uma equipa candidata ao título”
16 Mar, 2018
Raul Oliveira destacou a importância do apoio dos Sportinguistas para vencer a Quinta dos Lombos
“A pressão existe sempre. Num Clube como o Sporting CP, temos de trabalhar sobre pressão. Somos uma equipa candidata ao título, favoritos neste tipo de jogos”. Quem o garantiu foi Raul Oliveira, treinador dos guarda-redes da equipa de futsal verde e branca, na antevisão do encontro frente à Quinta dos Lombos, no próximo sábado (18h) no Pavilhão João Rocha, a contar para a 21.ª jornada do Campeonato Nacional.
Acaba por ser aliciante tirar a invencibilidade aos leões e não há dúvidas de que a Quinta dos Lombos irá tentar a sua sorte. “Esperamos que venham jogar um pouco recuados. Ultimamente as equipas têm adoptado o sistema de, nos primeiros minutos, meterem o guarda-redes na frente para complicar. Pode acontecer qualquer coisa no jogo. Podem vir jogar com um bloco muito recuado ou, então, com uma estratégia muito diferente para nos tirar da nossa zona de confronto”, comentou o técnico leonino.
As ausências de João Matos e Dieguinho não são motivo de preocupação. “O plantel tem muita qualidade. É muito difícil deixar jogadores com esta qualidade de fora, todos eles fazem falta ao grupo. Se pudessem jogar todos, melhor! Mas claro que quem vier fazer esse lugar, vai fazê-lo muito confortavelmente”, garantiu.
A arma secreta? Os Sportinguistas. “Só existimos porque existem os adeptos e a nossa força é a deles. O nosso apelo é que encham o Pavilhão, venham ajudar esta equipa. As vitórias atrás de vitórias devem-se ao apoio deles. Esperamos que neste jogo encham mais uma vez o João Rocha para que a equipa continue nesta caminhada até ao título”, finalizou.
À procura de respostas para uma baixa de peso
15 Mar, 2018
Uma equipa é mais do que a soma das individualidades, mas há jogadores que podem transportá-la para outro patamar. Sem Rúben Ribeiro, agora leão, este Rio Ave parece outro - mesmo que as ideias continuem lá
Avaliando pelos resultados, o quinto lugar actual é sinónimo da melhor classificação de sempre do clube. Avaliando pelo futebol jogado, a equipa do Rio Ave continua a ser uma das que apresenta uma proposta mais ambiciosa, tentando valorizar as individualidades e o colectivo. Pondo estes argumentos na balança, o ano de estreia de Miguel Cardoso na primeira liga tem de ser considerado positivo. Mesmo com uma quebra exibicional nesta segunda metade, o conjunto vilacondense mantém-se num lugar privilegiado na tabela classificativa, podendo garantir o acesso às competições europeias. O suposto risco na escolha do novo treinador - pela falta de experiência, apenas - rapidamente desapareceu e as dúvidas tornaram-se certezas.
Assumindo a vontade de ser dominador contra qualquer oponente, o emblema rioavista destacou-se prematuramente pela capacidade de ter a bola em seu poder e pela paciência na procura do golo: começando desde a própria baliza (surpreendente o salto qualitativo de Cássio) e progredindo de forma apoiada até encontrar desequilíbrios para explorar. Tendo elevadas percentagens de posse, jogava muito tempo em ataque continuado e, simultaneamente, retirava hipóteses ao adversário. Também contra o Sporting conseguiu equilibrar, mas a cabeça de Bas Dost valeu três pontos aos leões.
Antes e depois de RR
Não há como negar as consequências da mudança de Rúben Ribeiro para o Sporting. Estamos a falar de um dos nomes próprios da primeira metade do campeonato, com uma influência tremenda nos vilacondenses - pelo que jogava e pela forma como melhorava os colegas. A parceria com Francisco Geraldes reunia na mesma zona do terreno dois jogadores criativos e resistentes à pressão, características indispensáveis no modelo de jogo do Rio Ave. Quando os dois médios ofensivos se associavam, o futebol da equipa ganhava um perfume distinto. Nos últimos encontros, a turma de Miguel Cardoso não tem sido capaz de exibir os atributos que a levaram a uma posição de destaque, sendo mais facilmente anulada pelos adversários.

A previsibilidade no ataque atingiu níveis preocupantes - dois golos marcados nos últimos quatro jogos e poucas oportunidades criadas - e o técnico rioavista terá de encontrar soluções para contornar o problema. João Novais, que assumiu em definitivo a titularidade com a temporada a decorrer, é mais finalizador do que criador; acrescenta no primeiro capítulo, mas não contribui especialmente no segundo.
De resto, com Geraldes fora do encontro de Alvalade, crescerão as responsabilidades em cima do colombiano Barreto. Frente ao Sporting, o Rio Ave quererá mostrar uma melhor versão do que aquela que se apresentou no Dragão e na Luz. Para que isso aconteça precisará de ter a bola e, se possível, tê-la longe da sua baliza, evitando que a sua linha defensiva seja constantemente exposta.

O Treinador - Miguel Cardoso
Depois de uma primeira volta em que o seu Rio Ave mostrou uma identidade marcante, esta é a fase da temporada em que se notam maiores dificuldades para impor as suas ideias. Ainda assim, não abdica daquilo que julga aproximar a equipa do sucesso

A figura - João Novais
Com a saída de Rúben Ribeiro e a ausência de Francisco Geraldes, o médio é o principal protagonista ofensivo da equipa. Não começou a época como titular, mas o rendimento que ofereceu a partir do banco foi decisivo. Tem remate fácil e é um exímio marcador de livres