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Foto DR

Puedes no hablar de los emails, pero que los hay, hay

Por Jornal Sporting
06 Jul, 2017

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3631

Percebemos agora melhor o porquê da resistência e desvalorização do vídeo-árbitro, bem como de outras inovações que possam trazer mais fiabilidade e verdade ao processo desportivo. Esta deve-se àqueles que acreditam mais em bruxarias do que na objectividade e factualidade das tecnologias.

Gianni Infantino, presidente da FIFA, considerou a utilização do vídeo-árbitro (“VAR”) durante a Taça das Confederações um sucesso, evitando grandes erros, contribuindo assim para uma competição mais justa. Curiosamente quanto mais são as evidências dos benefícios do “VAR”, que sabemos não ser a cura para todos os males, há quem insista e persista em denegrir a sua introdução no nosso Campeonato, ignorando as suas virtudes e apontando-lhe só os seus eventuais defeitos ou limitações.

É bom recordar que um dos grandes impulsionadores da luta pela introdução do vídeo-árbitro, enquanto auxiliar e instrumento de defesa do trabalho dos árbitros, foi o Sporting, pela mão do seu resiliente Presidente Bruno de Carvalho que contra ventos e marés não cedeu, resistindo às pressões e tentativas de ridicularização pela causa que protagonizava. Foi acusado de ser lunático ou apenas de estar a utilizar o “VAR” como arma de arremesso contra os árbitros quando o que se passava era exactamente o contrário.

As ondas de choque pela revelação do “Apito Abençoado” parece estar a ter impacto. Na comunicação social, alguns comentadores incómodos e não coniventes com o “estado da coisa” estão a ser silenciados, outros profissionais em outras áreas da comunicação a serem vítimas de castigos condicionadores, tanto pelas molduras exageradas como pelo despropósito das penas. Percebe-se melhor que aqueles que dão a voz pela defesa da verdade e não só da desportiva, são considerados persona non grata e alvos a abater. Há indícios de movimentações ao nível do submundo, pelo que aquilo que tememos esperamos que não seja o que de facto está a acontecer.

Admitimos que a publicidade possa ser muito divertida ao brincar e ridicularizar, até com algum humor, servindo como forma de desvalorizar aquilo que são indícios fortes de tráfico de influência e da alteração da verdade desportiva, mas isso não apaga nem menoriza as evidências.

 “No lo creo en brujas pero que las hay las hay” e esta pode ser a justificação para o branqueamento, desvalorização ou mesmo ocultação mediática por parte de alguma comunicação social, jornalistas e comentadores sobre os “emails gate” também conhecido como “Apito Abençoado”. Alguns também por estarem encartilhados, por convicção e devoção ao “primeiro-ministro” e aos restantes membros do clérigo, não descurando porém que poderá haver também um qualquer mau-olhado. Isto permite-nos, recorrendo ao método científico, formular uma hipótese por certo confirmada: Se mesmo que não acreditemos em bruxas elas existem, então “puedes no hablar de los emails, pero que los hay, hay”.

O fim-de-semana passado foi repleto de Sportinguismo. A IV Gala Honoris Sporting abriu na sexta-feira aquilo que foi uma grande jornada verde-e-branca. Distinguindo e premiando aqueles que mais se evidenciaram na defesa e promoção do nosso Clube, os Prémios Honoris Sporting foram entregues no decorrer da Gala num ambiente único. Foi uma noite verde, com muitas surpresas e animação, com os novos equipamentos a serem revelados, para gáudio de todos os Sócios e adeptos que podem encontrar neles mais uma originalidade que é simultaneamente uma demonstração de inclusão do nosso Clube, o lema: Esforço, Devoção, Dedicação e Glória, está gravado nas camisolas em braile.

Volvidas as 00h00, do dia 1 de Julho, os Órgãos Sociais do Sporting e premiados puderam, em pleno palco do Coliseu, em uníssono com os presentes na plateia e aqueles que nos acompanhavam pela Sporting TV, cantar os parabéns ao nosso Clube pelos 111 anos de vida iniciando-se assim, da melhor maneira, a comemoração desta efeméride.

Durante todo o dia a Cidade Sporting foi povoada por milhares de Sportinguistas, numa jornada aberta, onde puderam visitar o Pavilhão João Rocha, o Estádio José Alvalade, o Museu Sporting, participar em actividades lúdicas na Praça Centenário e ainda ter um verdadeiro almoço de Leão, no restaurante do estádio.

Mas o dia não terminaria sem que cerca de 6.000 atletas participassem na 7.ª Corrida Sporting, agora com a feliz denominação de Corrida Moniz Pereira e colorissem as ruas da cidade de lisboa de verde-e-branco, a sua cor natural.

Boa leitura!

"Estado Paralelo"

Por Jornal Sporting
29 Jun, 2017

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3630

Face à gravidade dos últimos acontecimentos, há que ter real consciência do que se está a passar e da guerra desenfreada que o nosso Clube e o Presidente estão a ser alvo. Os seus protagonistas estão devidamente identificados bem como as suas condenáveis práticas, altamente estruturadas, profissionais e sem escrúpulos. 

“A guerra subversiva, de espionagem ou de guerrilha, é um tipo de guerra não convencional de confronto directo, na qual um dos grupos envolvidos pretende subverter a ordem estabelecida. Normalmente a principal estratégia utilizada é a ocultação e a extrema mobilidade de agentes autónomos, dos combatentes, (…), são exemplos (…), guerras urbanas modernas, contra os diversos tipos de tráfico ilegal, que confrontam com a sociedade e a cidadania, tentando formar um ‘Estado Paralelo’, no exercício de poder”. (in laifi.com)

Esta é uma definição encontrada na internet, das muitas que definem um(a) Guerra subversiva(o). Se tivermos presente as últimas revelações públicas sobre o futebol português, e se consideramos que uma das vertentes da guerra subversiva é o facto de se caracterizar por “a principal estratégia utilizada ser a ocultação e a extrema mobilidade de agentes autónomos…” e que deste tipo são exemplo “as guerras urbanas modernas contra os diversos tipos de tráfico ilegal, que confrontam com a sociedade e a cidadania, tentando formar um ‘Estado Paralelo’, no exercício de poder», então parece não restarem dúvidas sobre o tipo de teatro que enfrentamos.

A questão neste momento é que um dos principais trunfos deste tipo de guerra, “a ocultação e a extrema mobilidade de agentes autónomos, dos combatentes” passaram de ocultos a ser conhecidos à Luz do dia, e a verem a sua mobilidade condicionada fazendo perigar o “Estado Paralelo” que evidenciam ter criado. Esta é uma alteração profunda, que obriga a atitudes e comportamentos desesperados em que não se olham a meios para atingir fins, numa lógica extrema de tentativa de sobrevivência. Aqui, a ética, os valores e os princípios não existem… é Guerra. A mentira e a calúnia são agora, uma vez mais, das principais armas de arremesso a par da coacção. 

O condicionamento e o tal “Estado Paralelo”, que os e-mails tornados públicos vêm fazer crer a par de uma inadmissível e condenável intromissão na esfera privada a que eventuais SMS’s dão lugar, vem naturalmente colocar em alarme máximo o futebol português. Neste caso há questões de vária índole: ética, deontológica, jurídica, desportiva,… 

Por tudo isto importa desde logo confirmar a existência dos referidos e-mails e SMS’s, o que parece não haver dúvidas. Em segundo, há que certificar que os conteúdos dos e-mails são aqueles que foram publicamente revelados, o que parece confirmar-se. Finalmente, se os intervenientes nos e-mails, seus conteúdos e práticas evidenciadas são as reveladas o que, uma vez mais, parece também confirmar-se. A partir daqui as autoridades competentes que façam o seu trabalho, com celeridade, doa a quem doer!

Entretanto, um dos principais intervenientes em todo este caso e sobejamente conhecido pelo tipo de expedientes usados, está desesperado a tentar salvar a sua pele e a daqueles que comprometeu. Embora as suas práticas não recolham aprovação mesmo entre alguns dos seus – sendo até alvo de críticas por parte daqueles que com ele não se identificam –, há no entanto outros que parecem achar que está na hora de o deixar cair, ser abatido por fogo amigo, constituindo um dano colateral necessário para circunscrever a praga.

Nesta tentativa desesperada de “salvar o coiro” foram anunciadas “novas” revelações “comprometedoras” sobre o Presidente do Sporting numa prática habitual e continuada de maledicência, calúnia e difamação. Nada que nos surpreenda e que faz parte de uma campanha orquestrada, e já denunciada em devido tempo, pelo Presidente Bruno de Carvalho e por Nuno Saraiva, Director de Comunicação.

Como afirmou Benjamin Frankelin “nunca houve uma guerra boa nem uma paz ruim”, seja como for, Guerra é por definição uma coisa má…

Boa leitura!

Bicampeões do futsal em destaque

Por Jornal Sporting
29 Jun, 2017

Jornal verde e branco traz em manchete o segundo título de campeão consecutivo da equipa de futsal, para além da contratação de Bruno Fernandes

A edição desta semana do Jornal Sporting, n.º 3630, traz em manchete o feito alcançado esta terça-feira pela equipa de futsal, em Braga. Na casa do adversário, os leões bateram por 3-1 os arsenalistas e carimbaram assim o título de bicampeão nacional, evitando assim o quinto jogo. Uma noite de celebrações e emoções, contadas no semanário exclusivamente dedicado à vida do Sporting Clube de Portugal e dos seus feitos.

Igualmente com honras de 1.ª página, está também a contratação, por cinco épocas, do médio Bruno Fernandes. As primeiras palavras de leão ao peito foram feitas em exclusivo aos órgãos do Clube e a Sofia Oliveira conta-lhe não apenas o percurso de Bruno até chegar a Alvalade como os seus desejos para este novo desafio na sua carreira.

Destaque ainda para o arranque dos trabalhos do plantel profissional de futebol, com os respetivos exames médicos, bem como o Sarau de ginástica "Sporting Tem Talento", que esgotou as três sessões que tiveram lugar na Aula Magna, no passado domingo.

Não perca estes e outros assuntos que marcaram a vida do universo Sporting esta última semana no Jornal Sporting.

Foto César Santos

15 anos depois, a Academia Sporting é como o algodão: não engana

Por Jornal Sporting
22 Jun, 2017

Esta quarta-feira foi dia de soprar as velas em Alcochete. Quase tantas quanto os títulos (19) conquistados na formação desde 2002. De forma a colocar a cereja no topo do bolo, passámos a bola a Virgílio Lopes e Luís Martins

Logo a abrir, uma pergunta para queijinho – o verde, claro (imagine que está a jogar a versão leonina do célebre jogo de tabuleiro). Ora aí vai: o que têm em comum Cristiano Ronaldo, Nani ou mais recentemente João Mário? Sim, tem razão caro leitor, a resposta era óbvia: ambos são made in Sporting. O mesmo que dizer que têm o carimbo de qualidade da Academia do Clube, localizada em Alcochete, que esta quarta celebrou o 15.º aniversário – foi inaugurada a 21 de Junho de 2002.

Mas atenção que há mais exemplos de jogadores consagrados com origens neste viveiro de talentos verde e branco: Hugo Viana, Ricardo Quaresma, Miguel Veloso ou Daniel Carriço, por exemplo. E ainda há Gelson Martins, Daniel Podence e Francisco Geraldes a despontar… ficamos (provisoriamente) por aqui, é que a lista é interminável. Atrevo-me a dizer que se esta peça se tratasse de um filme, só poderia ter como título: “Desde 2002 a formar os melhores” – qualquer semelhança com o anúncio do Azeite Gallo é pura coincidência.

O argumento é simples de explicar: 15 anos (!) de talento e superação por parte de mais de 250 jogadores dos escalões mais jovens, e também do futebol feminino, que diariamente envergam o leão ao peito. À sua disposição contam com vários campos relvados e sintéticos, ginásios, refeitórios, auditórios, gabinetes médicos e de apoio. Até a equipa principal leonina, às ordens do míster Jorge Jesus, tem a sua própria área de trabalho.

“Valeu a pena. Durante este tempo, conseguimos desenvolver o futebol do Sporting e fabricar jogadores profissionais com qualidade para a nossa equipa principal, que eram os principais objectivos”, começou por dizer ao jornal do Clube o director Virgílio Lopes, elogiando a casa da formação dos leões.

“Academias há muitas, mas esta é uma das melhores do Mundo, não tenho a mínima dúvida disso. Foi pioneira em Portugal e uma das primeiras a ser construída a nível internacional. Nos últimos quatro anos, temos melhorado ainda mais as condições de trabalho, que permitem que muitos miúdos com talento possam crescer. Algo que acaba por ter reflexo nos resultados desportivos”, acrescentou o dirigente leonino.

De facto, os números não mentem: desde a criação da Academia, o Sporting detém o maior número de conquistas nos três principais escalões do futebol jovem: 19, no total, entre juniores (sete), juvenis (seis) e iniciados (seis). Um registo que se traduz em quase o dobro de Benfica (11) e FC Porto (11) juntos. Um factor que suscita orgulho, embora não seja a principal prioridade.

“Não procuramos directamente os títulos, queremos é que as nossas equipas sejam competitivas ao ponto de serem as melhores ao nível nacional. A excelência da formação não tem a ver só com resultados desportivos. Queremos melhorar mais no futuro”, explicou Luís Martins, coordenador do futebol de formação e técnico da equipa B verde e branca.

Uma reportagem para ler na íntegra no Jornal Sporting, esta quinta-feira nas bancas

Foto César Santos

O Pavilhão é nosso!

Por Jornal Sporting
22 Jun, 2017

Mensagem de Bruno de Carvalho, Presidente do Sporting CP, no suplemento do Jornal Sporting sobre o Pavilhão João Rocha

O dia 21 de Junho de 2017 foi um dos dias mais felizes da minha vida. Poder concretizar o sonho de mais de 3 milhões e meio de Sportinguistas, trazendo de volta à Cidade Sporting as nossas modalidades. “Deus quer, o homem sonha, a obra nasce”. É assim que começa o poema “Mar Português” de Fernando Pessoa. Nesta obra-prima da literatura portuguesa, o poeta, um dos maiores de sempre, propõe-se a analisar o sacrifício de todos os portugueses durante a era dos Descobrimentos. Tudo o que o nosso Povo fez para conquistar o Mar. Para que tivéssemos um dos maiores impérios de todos os tempos. Normalmente é assim: quando queremos muito algo, sabemos que é preciso sacrifício.

Pois bem, neste dia 21 de Junho de 2017, o esforço de todos os Sportinguistas tem a merecida recompensa. Todos sonhámos com este momento e a obra, finalmente, nasceu e aqui está. Penso que conseguem imaginar a alegria, o orgulho e a satisfação com que digo a frase que se segue: estamos a inaugurar o Pavilhão João Rocha!

Todos sonhámos? Sim, sem dúvida. A obra nasceu? Claro. Todos quisemos? Bem, se calhar uns quiseram mais do que outros.

A 4 de Janeiro de 2004, foi marcado o último golo na Nave de Alvalade. No mítico pavilhão de então, conquistámos inúmeras vezes a Glória, resultado de tanto Esforço, Dedicação e Devoção.

Na história do Sporting Clube de Portugal ficam as conquistas de oito títulos europeus, dos 28 títulos de Campeão Nacional e das 19 Taças de Portugal repartidas entre o futsal, o andebol, o hóquei em patins, o voleibol e o basquetebol, nas eras Pavilhão e Nave de Alvalade. 

Passaram 13 anos e foram vários os pavilhões do Sporting que nasceram: em reuniões, em entrevistas, em desenhos, em esboços, e sei lá em que formatos mais. Enfim, em promessas. A verdade é que, durante todo este tempo, jogámos fora do conforto da nossa casa, apesar de termos sido sempre bem recebidos e de, fosse onde fosse, nunca termos deixado de sentir o calor e o apoio dos nossos Sócios e adeptos. Por isso, para os responsáveis de todos os pavilhões que nos acolheram, o meu, o nosso, agradecimento.

Mas agora, e 15 anos depois de termos inaugurado neste mesmo dia a nossa Academia Sporting, a Casa do Futebol, passamos a dispor também a nossa Casa das Modalidades. Desta vez a sério. Com a Direcção a que tenho o privilégio de presidir, aqui está ele: o nosso Pavilhão João Rocha!

Estamos orgulhosos. E, claro, muito felizes. Mas sabemos perfeitamente que nunca o teríamos conseguido sem o Esforço, Dedicação e Devoção dos 22.956 Sportinguistas que participaram na Missão Pavilhão, e de tantos outros que, de alguma forma, deram o seu contributo para que este sonho se tornasse realidade.

Um desses Leões foi o Vítor Araújo que nos deixou. Sócio cinquentenário, nomeado na categoria Sócio do Ano na quarta edição da Gala Honoris Sporting, o Vítor, além de um grande amigo, era um exemplo de Sportinguismo. Apaixonado pelo Clube e pelo ecletismo, era presença constante em todos os pavilhões onde as nossas equipas jogavam, marcando-nos a todos com o seu apoio fervoroso e incansável aos nossos atletas. Assisti a muitos desses confrontos ao seu lado, muito antes de ser Presidente do Sporting Clube de Portugal, e com ele muito aprendi. Creio por isso ser mais do que justo homenagear o Vítor, e na figura dele, todos os que partiram sem verem concretizado este sonho de todos os Sportinguistas.

Quero estender os meus agradecimentos ao arquitecto que projectou este sensacional Pavilhão João Rocha, e a todos os que ergueram esta obra de que nos orgulhamos, e a todos os nossos parceiros porque também sem eles, nada disto seria possível, e a todos os funcionários e colaboradores do Sporting Clube de Portugal que, directa ou indirectamente, se envolveram nesta cerimónia.

A partir de hoje, e para futuro, dispomos de condições ímpares para que os nossos atletas conquistem ainda mais títulos, honrando a camisola que têm o privilégio de envergar. Como tenho dito, neste Clube temos que estar todos comprometidos. Em cada campo, em cada pavilhão, em cada prova em que entramos, os atletas do Sporting têm que se superar.

Desde que esta Direcção chegou, houve um investimento sem precedentes nas nossas modalidades. Não só elas cresceram em vez de diminuírem, como a sua dotação orçamental teve um aumento exponencial. E a nossa perspectiva futura é que este Pavilhão João Rocha seja o palco privilegiado para que a maior potência desportiva nacional que é o Sporting Clube de Portugal se afirme, definitivamente, como um Clube tão grande quanto os maiores do Mundo, conquistando títulos nacionais e europeus.

Queremos que a Cidade Sporting que a partir de hoje é uma realidade seja também um espaço privilegiado para que as famílias de Sportinguistas vivam o Clube na sua plenitude e ainda com mais fervor e paixão, nunca abrandando a exigência de vencer. Sempre com mérito, nunca a qualquer preço. Porque as vitórias, isto é, a Glória de que nos orgulhamos e que nos enobrecem e engrandecem são aquelas que são conquistadas com Esforço, Dedicação e Devoção.    

Este Pavilhão é de todos nós.

É de todos os Sportinguistas.

Este Pavilhão é de Portugal!

Porque este é um Clube que se orgulha de ter sempre formado jovens, não só como atletas, mas também como homens e mulheres de carácter e valores. É isto também que está no nosso ADN.

Viva o Sporting Clube de Portugal!

Foto DR

“E as portas abriram-se de par-em-par...”

Por Jornal Sporting
22 Jun, 2017

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3629

E eis que a 21 de Junho de 2017, data que vai ficar perpetuada na história dos maiores feitos do nosso Clube, o Sporting Clube de Portugal voltou a ter a sua Casa das Modalidades, o tão ansiado Pavilhão João Rocha. 

O sonho tornado realidade! Após anos de promessas, de incertezas e desalento, eis que alguém tomou conta do leme de uma nau à deriva e lhe deu o rumo certo…

Esta inigualável infraestrutura multiusos, que vem enriquecer o património do nosso Clube, permitirá mais e melhores condições competitivas, sendo simultaneamente uma homenagem que eternizará uma figura ímpar que liderou os destinos do nosso Clube. Foi com João Rocha na presidência que Bruno de Carvalho cresceu e aprendeu a paixão e a defesa acérrima das modalidades e o respeito pelos Sócios e Adeptos como factor identitário do ADN do Sporting, e que lhe confere uma dimensão global permitindo-lhe ultrapassar fronteiras e que o tornam na maior potência desportiva nacional. Este foi um contributo decisivo para moldar e alicerçar toda a visão que permitiu que Bruno de Carvalho, enquanto líder de uma resiliente e determinada equipa, se propusesse e concretizasse a edificação daquilo que poucos já acreditariam como possível, o Pavilhão João Rocha. Esta obra vem evidenciar, mais do que nunca, dois Presidentes como símbolos maiores do ecletismo do nosso Clube e marcar de forma indelével o nosso rico historial: João Rocha e Bruno de Carvalho. 

Até no voleibol os seus percursos acabam por se cruzar. Esta modalidade, que ao longo dos tempos foi intermitente no nosso Clube, depois de um período de inatividade regressou de novo à competição em 1981, na vigência da Direcção de João Rocha – que fora também ele praticante nos anos de 1950. Bruno de Carvalho não praticou voleibol, mas é na sua presidência que o voleibol regressa, após novo período de inactividade, com a curiosidade de se estrear no Pavilhão João Rocha quando este receber as suas primeiras competições. Aqui, para além do voleibol, será a casa que acolherá as equipas seniores masculinas de andebol, futsal e hóquei em patins.

Esta é uma enorme obra dos Sócios e Adeptos que a todos nos orgulha e onde esperamos viver grandes alegrias e conquistas. MUITO OBRIGADO a todos aqueles que contribuíram das mais diversas formas para a sua concretização, nomeadamente através da Missão Pavilhão, e ao Presidente Bruno de Carvalho, como o primeiro dos adeptos e enquanto líder responsável para que este sonho de todos nós se concretizasse.

O Pavilhão João Rocha é motivo mais do que suficiente para deixar para depois um qualquer outro tema, até porque temo que, mesmo que quisesse, não me lembraria qual é! Poderei tentar ler e-mails, talvez de um qualquer “primeiro-ministro”, membros do “clero” – ordenados ou não – e as suas “práticas religiosas” quer se tratem de “missas” mais ou menos “bem rezadas”, mas não sei se será suficiente. Mas há uma coisa que nos parece clarividente: a “eucaristia”, ou seja, a suposta ressurreição de práticas que há muito se queriam erradicadas e que se querem eliminadas. No entanto, percebe-se agora que, além de uma cartilha, há também uma catequização onde todos aprendem a rezar em uníssono e de igual forma. Quem assim o fizer é premiado e ascende na hierarquia, caso contrário, sofrem represálias e são votados ao ostracismo. Como corolário da partilha pública das supostas “práticas religiosas” e das suas tentativas de (in)justificação, foi espoletada um(a) Guerra sem fim. Sabendo-se que abyssus abyssum invocat (um abismo atrai o outro) a vinda à Luz de um “acólito” vindo da sombra num acto desesperado e com um esfarrapado argumentário para tentar salvar a “catedral”, é apenas mais uma evidência. Com uma narrativa que na gíria futebolista se definiria como “a melhor defesa é o ataque”, veio o referido “acólito” ler uma epístola num processo (des)culpabilizante que mais não faz do que atirar atoardas, tentando criar cortinas de fumo como é timbre, mas à laia de disputas de crianças: “Ele é que começou primeiro”, “eles é que começaram” ou ainda “eles também se portaram mal”. Neste despautério verbal não faltam alucinações, numa prática habitual de vale tudo… com inverdades, mentiras e difamações como ingredientes deste repasto (sem direito a voucher), numa ladainha incriminatória, embora sem se aperceberem disso, que acaba por ser um acto de confissão, um mea culpa, o reconhecimento público e em “on” de tais supostas práticas criminosas.

Boa leitura!

Foto D.R.

Pavilhão João Rocha em destaque no Jornal Sporting

Por Jornal Sporting
22 Jun, 2017

'Sonho real' faz manchete na edição desta semana, que conta com um suplemento sobre a nova casa das modalidades

A primeira página desta semana faz manchete com a expressão 'Sonho real', que é como quem diz: Pavilhão João Rocha. O dia 21 de Junho de 2017 não mais sairá da memória dos muitos Sportinguistas que estiveram presentes na inauguração da nova casa das modalidades e daqueles que acompanharam a transmissão pela Sporting TV ou pelo Facebook oficial do Sporting CP. Como não podia deixar de ser, o Jornal leonino acompanhou a par e passo todas as incidências da gala, recolhendo também reacções de atletas, dirigentes e vários Sócios e adeptos. Nesse sentido, apresentamos-lhe um suplemento de oito páginas com conteúdos exclusivos (nota para a planta da infraestrutura e o primeiro esboço desenhado pelo arquitecto Andreas Morschel). 

Também a meia tonelada de fruta reunida em 150 minutos, no Estádio José Alvalade, para ajudar os bombeiros que lutam no incêndio de Pedrogão Grande, mereceu destaque no semanário verde e branco. Mais uma prova de solidariedade dos Sportinguistas. 
 
Finalmente, o assinalar do 15.º aniversário do maior berço de talento do país, mais conhecido por: Academia Sporting. Se acredita que a data da inauguração do Pavilhão João Rocha foi escolhida ao caso, desengane-se. 15 anos depois da casa-mãe dos leões ter visto a luz do dia (22 de Junho de 2002), abriram-se as portas do "maior, melhor e mais bonito pavilhão de um clube em Portugal", tal como vincou o Presidente Bruno de Carvalho. 
 
Estes e outros pontos de interesse para ler nas páginas que escrevem os acontecimentos do universo leonino. Não perca.

Reconhecer o Mérito

Por Jornal Sporting
15 Jun, 2017

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3628

Os Prémios e Galardões Honoris Sporting estão agrupados em quatro categorias (Universo Sporting, Modalidades, Futebol e Honra) e destinam-se a reconhecer o mérito individual de atletas, de equipas e ainda pessoas ou entidades que pela sua contribuição para a difusão e prestígio do Sporting Clube de Portugal mereçam ser, publicamente, distinguidos.

Reconhecer o mérito daqueles que dignificam o nome do Sporting Clube de Portugal e que pela sua dedicação e devoção contribuem para o seu engrandecimento e glória são propósitos dos Prémios Honoris Sporting que conhecem este ano a sua quarta edição. Embora felizmente existam muitos e reputados prémios no seio do universo leonino, os Prémios Honoris Sporting são os únicos que são estatutariamente reconhecidos pelo Clube, o que lhes conferem um factor distintivo único.

A lista de nomeados das diversas categorias já começou a ser pública e os nomes continuarão a ser revelados até domingo, para que na próxima segunda-feira se iniciem as votações pelos Sócios na página oficial do clube em www.sporting.pt. Os nomeados foram deliberados pelo Conselho Directivo, após ouvidos os responsáveis das diversas modalidades desportivas e com as respectivas fundamentações. As votações decorrerão de segunda-feira até às 00h00 de dia 30 de Junho, tendo agora a palavra os Sócios do Clube.

Este ano há duas novidades, com dois novos prémios exclusivamente dedicados ao futebol feminino que como é sabido regressou nesta última época ao nosso Clube: “Jogadora Revelação do Ano” e “Futebolista Feminino do Ano”. As restantes categorias mantêm-se, sendo os prémios e galardões os seguintes:

- Universo Sporting: Núcleo e Delegação do Ano; Funcionário do Ano; Sócio do Ano; Iniciativa do Ano; Parceiro do Ano.

- Modalidades: Atleta Masculino do Ano; Atleta Feminina do Ano; Equipa do Ano; Atleta Revelação; Treinador do Ano; Dirigente do Ano.

- Futebol: Escola Academia Sporting - EAS do Ano; Equipa Formação do Ano; Jogador Revelação do Ano; Jogadora Revelação do Ano; Treinador do Ano; Melhor Futebolista Masculino do Ano; Melhor Futebolista Feminino do Ano.

- Honra: Prémio Saudade, Prémio Carreira e Prémio Especial.

A entrega dos Prémios terá como habitualmente lugar na Gala Honoris Sporting que este ano será realizada uma vez mais no Coliseu dos Recreios, no próximo dia 30 de Junho. Tal como no ano passado também numa sexta-feira e de igual forma, no sábado, a Corrida Sporting que este ano será denominada de “Corrida Moniz Pereira”. Mais um tributo e uma justa homenagem que perpetuará a memória do “Senhor Atletismo” no dia em que o Clube celebra 111 anos de vida. Se à meia-noite os parabéns serão cantados na Gala Honoris Sporting para assinalar o aniversário do Clube, abrindo assim as festividades desta data tão simbólica, os festejos irão no entanto, manter-se durante todo o dia, com uma diversidade de iniciativas no Estádio José Alvalade e no Pavilhão João Rocha que entretanto será inaugurado no dia 21 de Junho. As actividades incluem, entre outras, visitas ao Estádio, ao Pavilhão e ao Museu Sporting, bem como um open day de um conjunto de modalidades que os Sócios poderão experimentar e praticar, para culminar mais à noite na Corrida Moniz Pereira.

Poderá encontrar nas próximas edições deste Jornal, bem como nas restantes plataformas de comunicação do Sporting CP informações detalhadas sobre os Prémios e a Gala Honoris Sporting e sobre a Corrida Moniz Pereira, pelo que não há desculpa para não participar e celebrar da melhor forma o aniversário do nosso Clube.

E a partir de segunda-feira se é Sócio – se não é, tem aqui mais uma razão para se fazer de imediato em www.socionumminuto.pt –, vá à página oficial do Sporting CP na Internet (www.sporting.pt) e vote naqueles que entre os nomeados quer que subam ao palco para receber os Prémios Honoris Sporting 2017.

Eu vou lá estar!

Boa leitura!

Foto D.R.

Títulos em várias modalidades em destaque no Jornal Sporting

Por Jornal Sporting
14 Jun, 2017

Fim-de-semana com 'ADN de campeão' mereceu destaque. Judo e futsal foram algumas das modalidades em evidência

O passado fim-de-semana revelou-se de glória para várias das modalidades do Sporting CP. Dessa forma, o Jornal leonino escreve 'ADN de campeão' na manchete, referindo-se aos títulos de futsal juvenil, ginástica, futebol feminino, judo e atletismo. A primeira página quase que se revelava demasiado pequena para tantos festejos, mas ainda teve espaço para apresentar o poster da secção de futebol feminino 2016/2017 (juvenis, juniores e seniores). 

Na página quatro, André Pacheco apresenta-lhe os pormenores da festa da equipa de Tiago Varanda, técnico dos sub-17, que conquistou o pentacampeonato depois de vencer o sétimo dérbi da temporada (5-2 frente ao Benfica). Aliás, os juvenis de futsal terminaram a época invictos, somando por vitórias as 32 partidas disputadas - um registo incrível dos jovens leões, deixando bons indicativos para o futuro do departamento. E por falar em futuro, também está garantido no que ao futebol feminino diz respeito, já que as sub-17 seguiram as pisada das seniores e também fizeram a 'dobradinha' (Campeonato Distrital de Lisboa e, agora, a Taça Nacional). Isto depois de baterem o Albergaria Manzel por uns categóricos 5-1. João Almeida Rosa esteve na Cidade do Futebol para lhe poder explicar, na página 14, como é que é possível vencer e desenvolver. 
 
Para terminar as chamadas de capa, de referir, ainda, o título nacional de Diogo Ganchinho em trampolim seniores no primeiro ano ao serviço dos leões (página 16), assim como o bicampeonato de judo – sexta conquista nos últimos sete anos (página 17). A hegemonia do ecletismo verde e branca termina com a ‘cereja no topo do bolo’, que é como quem diz o atletismo do Sporting CP. No Campeonato de Portugal de pista ao ar livre, os atletas leoninos arrecadaram 25 primeiros lugares, sendo que o sector feminino esteve em destaque. Segundo Carlos Silva, coordenador da modalidade, o "balanço não foi perfeito". Palavras recolhidas por João Almeida Rosa e que pode perceber melhor na página 17.

Campeões e mais campeões. Na edição desta quinta-feira (dia 15 de Junho) é provável que se perca em tantos troféus.

Foto DR

Raios Te Partam

Por Jornal Sporting
08 Jun, 2017

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3627

Há quantos anos nos conhecemos? Sabes bem que te vimos nascer, tínhamos nós já 51 anos. Que bem te recebemos, uma excitação e enorme alegria. Eras o centro de todas as conversas…

É fácil perceberes porque para nós és tão especial, és a primeira, nossa desde o primeiro dia que nasceste e te vimos naquela curiosa caixinha mágica.

Foste tu que a partir de 1957 começaste também a mostrar ao mundo os feitos da maior potência desportiva que tanto enriqueceram as tuas emissões e o teu tesouro, o teu rico arquivo, onde guardas por exemplo a chegada dos nossos heróis de 1964 ou a conquista da primeira medalha de ouro nos Jogos Olímpicos, do nosso Carlos Lopes.

O tempo e carinho que sempre te dedicámos, vendo-te e ouvindo-te, acompanhando-te no crescimento, fizeram de ti uma companhia diária. Começaste a entrar na nossa casa sem avisares, a qualquer hora do dia ou da noite, porque tu és da casa.

Mas nos últimos tempos, é já uma série de maldades que nos fazes e não nos venhas com desculpas esfarrapadas, com conversas de prémios e audiências para justificar os teus desvarios, porque nós conhecemos-te demasiado bem.

O que se passa contigo? É a crise da meia-idade? Os 60 anos estão-te a pesar?

É necessário abanar-te para caíres na real? Há coisas que tens que ter sempre presente para não perderes a tua identidade e consequentemente pirares da cabeça de vez.

Lembra-te que também tu tens um historial inigualável, com excelentes profissionais ao longo dos tempos, uma reputação que não podes desbaratar e por isto tens também responsabilidades acrescidas. Não desbarates o legado que te deixaram. Sabemos, como tu sabes que o mundo mudou mas não pode valer tudo, não podes ceder à tentação fácil.

Tu és nossa! És pública, dos cidadãos, dos contribuintes e da inclusão! E isto não podes em momento algum esquecer, nem os teus profissionais que têm de ser o seu principal garante.

Aquilo que fizeste no passado Domingo é inqualificável e é o corolário do desrespeito e ingratidão com que nos últimos tempos nos tens tratado. Tal como as crianças, quiseste os brinquedos pensando que podias brincar com todos em simultâneo mas como já deves ter percebido, isso não é possível. Isto foi aquilo que parece ter sucedido contigo e com isto não só desiludiste como desrespeitaste as mulheres, os nossos 3,5 milhões de adeptos mais os adeptos do Sporting Clube de Braga, além de todos os outros cidadãos e contribuintes nacionais.

Quando as instituições internacionais e nacionais tanto esforço centram na igualdade de género, conseguiste apenas numa emissão destruir o investimento na paridade de género mas não só! Tu que tanto apregoas inclusão e paridade de género fizeste precisamente o contrário porque se tratava de uma final da Taça de Portugal feminina…farias o mesmo se fosse a masculina? Terias coragem de o fazer na última transmissão deste troféu que levaste a cabo no passado mês de Maio?

E o investimento que o Sporting CP e o Sporting de Braga fizeram neste regresso ao futebol feminino não te merece um mínimo de respeito? E os patrocinadores? E a Federação Portuguesa de Futebol que tanto apostou e investiu? Os bilhetes para promover o futebol feminino foram gratuitos, bateu-se o recorde de assistências que anteriormente tinha sido também batido em Alvalade. A FPF cedeu-te os direitos de transmissão com legítimas expectativas que tu cumprisses o expectável e te era exigido, a transmissão do jogo na íntegra e sem interrupções ou divisões, tal como fazes nos masculinos e que nos mostrasses a festa da consagração. Apesar da autorização da FPF para a Sporting TV difundir o jogo em simultâneo tu não permitiste, porquê? Para isto?

Se querias transmitir um concerto de música, tinhas que programar melhor, pois tens outras opções e canais… mas não, quiseste mostrar um jogo de futebol a ouvir música e ver um concerto de música a ouvir relato de futebol… assim não! Raios Te Partam! Não nos podias ter feito isto! Imagino também o que devem estar a sentir todos aqueles que queriam assistir calmamente ao Concerto de Manchester…

Face a esta tua atitude discriminatória não podemos ficar impávidos e serenos pelo que não iremos ficar por aqui, mesmo que como se diz usualmente, no final e para a história, o que fica é o resultado! Este ficará com certeza até porque a Taça conquistada irá permanecer no Museu Sporting ao lado do troféu de Campeão Nacional, uma dobradinha que permanecerá para memória futura. Nós honramos o nosso passado, demonstrando respeito no presente e assim sermos considerados no futuro.

Boa leitura!

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