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Basquetebol

Foto João Pedro Morais

Luís Magalhães: "Está tudo em aberto"

Por Sporting CP
25 maio, 2026

Técnico mostrou-se satisfeito com a resposta da equipa

Após o segundo jogo das meias-finais dos play-offs da Liga, vencido pelo Sporting CP diante do FC Porto (88-73), Luís Magalhães, treinador dos Leões, fez o rescaldo do clássico em conferência de imprensa. Assim, segue tudo empatado (1-1 na série) para o Dragão Arena, que vai acolher os próximos dois jogos.

Confiança demonstrada após a derrota foi correspondida neste segundo jogo
“Parece que sou bruxo, mas a nossa equipa jogou muito mal no primeiro jogo e hoje libertou-se um bocado. Essa era a nossa função, libertá-los da pressão de jogar uma meia-final contra uma grande equipa e preparar bem o jogo. Tentámos dar indicações para resolver os problemas que nos tinham criado, felizmente conseguimos e ganhámos. Está tudo em aberto, embora estejamos tristes por termos perdido a vantagem de casa, algo que foi difícil de conseguir ao longo de 22 jogos de muita luta.”

Mais jogo interior e menos triplos na segunda parte
“É o que o jogo proporciona. Quando uma equipa começa a meter bolas de fora, a defesa reage, abre mais espaços e nós temos de ir à procura do jogo interior.”

Os próximos duelos fora da casa
“Não há jogos iguais. Podem ser parecidos, mas não iguais. Vamos analisar o que correu bem e menos bem, preparar-nos o melhor possível para chegar lá e fazer um bom jogo para voltar a ter a vantagem do factor casa.”

Elogios à postura e forma de trabalhar da equipa
“Esta é uma equipa que me dá um gozo tremendo em treinar. Já tenho muitos anos, tive excelentes equipas e esta tem-me dado um gozo especial. Há malta nova, outra menos, mas muito empenhada. Já não me lembrava de ter uma equipa em que é preciso mandar os jogadores embora depois do treino. Por eles ficam a treinar e a lançar, mas é preciso ter cuidado para que não fiquem muito cansados.”

Foto João Pedro Morais

Meia-final sai igualada do Pavilhão João Rocha

Por Sporting CP
25 maio, 2026

Domínio total e vitória sobre o FC Porto (88-73)

Tudo de volta à ‘estaca zero’. Depois da derrota no jogo inaugural da meia-final dos play-offs da Liga, a equipa masculina de basquetebol do Sporting CP respondeu no segundo jogo e venceu o FC Porto por 88-73, esta segunda-feira à noite, também no Pavilhão João Rocha. Assim, a eliminatória disputada à melhor de cinco jogos, vai igualada para o Dragão Arena, onde vão ser disputados os próximos dois clássicos.

Para evitar ficar já sem margem de erro, os Leões entraram desde logo apostados em fazer as coisas de maneira diferente e o começo, mais do que promissor, foi praticamente premonitório. Para lá da tremenda pontaria, trazida cedo pelos triplos de Claude Robinson, Stephan Swenson e Maleeck Harden-Hayes, que valeu um parcial de 11-0 a abrir, os comandados de Luís Magalhães ainda conseguiram aliar-lhe muita agressividade defensiva. Seguindo esta receita de sucesso, continuaram a mandar (23-10) e a entusiasmar as bancadas.

Só perto do fim do primeiro período é que o FC Porto respondeu nos lançamentos exteriores, mas a vantagem verde e branca manteve-se nos dois dígitos (30-20). E a intensidade dos Leões continuou a fazer estragos no parcial seguinte, condicionando muito o jogo ofensivo azul e branco.

Entre roubos de bola, vários, e saídas rápidas e certeiras para o ataque, Diogo Ventura (triplo) e Francisco Amarante assumiras as despesas no ataque e a diferença no marcador não parou de aumentar. Os dois internacionais portugueses levaram o marcador até um expressivo 44-24, prontamente aumentado por André Cruz para 46-25, após recarga a um lance livre falhado pelo próprio.

Novamente, foi à entrada para o último minuto que o conjunto do Porto - ainda muito impreciso - esboçou uma reacção, mas continuou a ser insuficiente. Prova maior disso foi a sequência em que Tanner Omlid, mesmo aberto e com espaço, falhou o triplo e Claude Robinson, na resposta imediata, atirou a contar de três. Chegados ao intervalo, o 57-40 espelhava a total superioridade do Sporting CP no Pavilhão João Rocha, tendo pecado apenas no capítulo dos lances livres durante a primeira parte.

Já a segunda começou por ter mais acção defensiva que ofensiva até que um triplo de Malik Morgan agitou as águas do clássico (62-42). Apesar disso, foi o FC Porto a sair por cima desta fase mais combativa e, pouco a pouco, recuperou terreno no resultado (65-54). Ainda assim, na recta final do período emergiu novamente Amarante – acabou com 15 pontos - para os Leões e reestabeleceu a diferença - mais segura - nos 17 pontos (71-54) rumo aos derradeiros dez minutos.

E no quarto período o arranque verde e branco fez por manter tudo sob controlo e sem sobressaltos, graças a um triplo de André Cruz, que trouxe uma energia renovada para dentro de campo, e à eficácia nos lances livres de Ventura (76-54).

Os dragões ainda foram em busca de um esforço final significativo, porém não conseguiram mais do que encurtar para 82-71 e 84-73. Do outro lado, um afundanço de Harden-Hayes e dois lances livres de Ventura deitaram por terra qualquer réstia de incerteza e selaram o triunfo por 88-73.

Depois destes dois primeiros jogos na casa das modalidades Leoninas, a discussão da meia-final segue para o Dragão Arena, que vai acolher o próximo clássico já na sexta-feira (20h00).

Sporting CP: Brandon Johns (7), Uwais Razaque, Maleeck Harden-Hayes (11), Miguel Correia, Francisco Amarante (15), Claude Robinson (10), Diogo Ventura [C] (13), André Cruz (10), João Fernandes (2), Dinis Cherepenko, Malik Morgan (8), Stephan Swenson (12)

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Foto Isabel Silva

Luís Magalhães: "Muito ansiosos"

Por Sporting CP
24 maio, 2026

Reacção do treinador de basquetebol do Sporting CP

Após o clássico de basquetebol entre Sporting CP e FC Porto, o técnico Leonino, Luís Magalhães, transmitiu a visão do jogo aos meios de comunicação do Clube.

“Disse aos jogadores que treinamos como os campeões e jogámos com muito medo. Jogámos com receio, não estivemos à vontade, muito ansiosos e acabámos por fazer um jogo que não é nada normal. Normalmente fazemos boas percentagens de lançamento, fazemos boas opções ofensivas, temos bons aproveitamentos da posse de bola e não conseguimos fazer isso hoje, o que é mérito do adversário, também, mas falhámos 13 lances livres, não é normal, a nossa equipa normalmente tem feito percentagens a rondar os 75, 80 por cento”.  

O técnico prosseguiu na identificação de alguns problemas do jogo da equipa Leonina este sábado.

“Falhámos muitas bolas debaixo do cesto, não chegámos aos 50 por cento quando temos 57 por cento. Muito ansiosos, muito receosos, não estavam à vontade, tentámos transmitir melhor paz de espírito, mas alguma falta de experiência destes jogadores mais novos que temos acaba por se verificar neste jogo. Mas a série é longa, é preciso ganhar três jogos, claro que queríamos estar a frente, não conseguimos, mérito do FC Porto, é preciso dar mérito a quem vence. Vamos preparar-nos o melhor que sabemos e podemos para o segundo jogo”.

O técnico mostrou confiança para o jogo dois. “Vamos com certeza, empatar a eliminatória na segunda-feira”.      

Em conferência de imprensa, o treinador da equipa de basquetebol do Sporting CP, Luís Magalhães, fez a análise ao clássico diante do FC Porto, mostrou confiança para os jogos que se seguem e vincou que está tudo em aberto. 

“A série é longa, é preciso ganhar três jogos, gostávamos de estar na frente, não tivemos as competências necessárias, mas estamos na luta”. 

Para o técnico, as percentagens de lançamento foram a causa maior para o resultado desfavorável da equipa, que continua a acreditar na passagem à final, tal como os adeptos Leoninos, que mostraram excelente apoio.

“Foi o jogo em que tivemos mais público”, constatou, terminando: “Acredito que como temos campeões a treinar e quem treina como eles treinam, normalmente está mais perto do sucesso”.

Diogo Ventura, capitão do Sporting CP, fez também a observação ao que foi o clássico de basquetebol, em declarações aos meios de conunicação do Clube. 

“As coisas não nos correram bem, principalmente a nível ofensivo, o nosso jogo nunca foi fluído, nunca conseguimos jogar de forma colectiva, o FC Porto sabia os nossos movimentos ofensivos todos e tiveram bem nessa parte de antecipar os nossos ataques. Nós nunca conseguimos estar confortáveis no jogo. Não estando confortáveis ofensivamente, não podemos vacilar defensivamente, principalmente a nível do ressalto ofensivo. É um play-off a cinco jogos, perdemos o primeiro jogo e segunda-feira temos de vir cá e ganhar. Agradecer aos Sportinguistas que vieram aqui hoje e pedir-lhes que segunda-feira venham ainda mais, porque nós precisamos muito deles”. 

Foto Isabel Silva

Entrada com a ‘mão esquerda’ nas meias-finais do play-off

Por Sporting CP
24 maio, 2026

Desaire do Sporting CP frente ao FC Porto por 70-81

A equipa de basquetebol do Sporting Clube de Portugal perdeu este sábado frente ao FC Porto por 70-81, no primeiro jogo das meias-finais do play-off que decide o título de campeão nacional da modalidade.

Um desaire causado por pouca inspiração nos lançamentos e menor eficácia da linha de lance livre do que o habitual, inclusivamente numa fase em que o Sporting CP já andava a ter de ‘correr atrás' no marcador.

A juntar a isto, ainda a luta na tabela defensiva do Sporting CP não correu de feição à equipa de Luís Magalhães no último quarto.  

A eliminatória vai continuar a ser jogada no Pavilhão João Rocha agora na segunda-feira, com a formação Leonina orientada por Luís Magalhães a procurar empatar a série, decidida à melhor de cinco jogos, diante do FC Porto.  

Antes do apito inicial, o base e capitão do Sporting CP, Diogo Ventura recebeu uma camisola alusiva aos 300 jogos realizados a serviço do Clube Leonino, pela mão de Miguel Afonso, do Conselho Directivo.

Início forte das duas equipas, a concretizarem o primeiro ataque e depois dois triplos, um para cada lado, de Francisco Amarante pelo Sporting CP e resposta de tiro exterior de Tanner Omlid.

10-15 era o resultado com 3’34 para o final do quarto, depois de um triplo, o segundo no jogo de Amarante, mas também de um turnover. O Sporting CP alternava o bom, com o não tão bom. 

Com 56 segundos para o final dos primeiros 10 minutos, um triplo do FC Porto convertido por Jhonatan Dunn lançou os dragões para o 14-20, o que levou Luís Magalhães a pedir um desconto de tempo.

O Sporting CP voltou do desconto de tempo inspirado, com dois triplos, um de Malik Morgan e outro de André Cruz, para o empate a 20 pontos na partida, mas foi o FC Porto e terminar o quarto na frente, com um triplo sobre a buzina de Corey Allen-Williams e o 20-23 no final dos primeiros 10 minutos.

O segundo quarto começou com uma jogada de dois pontos e falta (não concretizada) da autoria de João Fernandes.  

Mostrava boa energia a equipa Leonina, que passou para a frente a 24-23, numa entrada para o cesto de André Cruz, que usava a rapidez da melhor forma, a jogar mais na zona interior, numa espécie de poste baixo.

O Sporting CP ia tentando carregar mais no jogo interior, até com a utilização em simultâneo de João Fernandes e de Brandon Johns.

O equilíbrio era, por esta altura, a nota dominante, até que os azuis e brancos conseguiram seis pontos consecutivos, numa fase em que o Sporting CP estava a individualizar mais os ataques, enquanto Wesley Washpun e Cornelius Hudson começavam a acertar lançamentos mais longos, tal como João Guerreiro. Por isso, os azuis e brancos começavam a ‘fugir’ no marcador, para o 30-38.

Numa fase em que os ataques não estavam a ser muito pausados, com a vertigem de chegar e lançar a falar mais alto, o Sporting CP mostrava ter olhos para o cesto e com dois triplos quase seguidos, um de Swenson e outro de Claude Robinson, a equipa Leonina aproximava no marcador, embora o coração predominasse.

Um triplo do FC Porto no último ataque foi o ponto final em termos de pontuação na 1.ª parte, por Corey Allen-Williams, para o resultado de 39-46 no final dos segundos dez minutos.

No terceiro quarto, um bom triplo de Francisco Amarante deu conta das boas intenções Leoninas, com o Sporting CP a condicionar mais o ataque do FC Porto e a reduzir a diferença no marcador para uma posse de bola, num lançamento à retaguarda de Maleeck Harden-Hayes.

A aproximação Leonina animava, mas o Sporting CP apresentava alguma irregularidade no lançamento, à qual o FC Porto respondia com mais acerto e por isso a vantagem dos visitantes voltou aos oito pontos (47-55), com a equipa Leonina a forçar ataques rápidos.

Cornelius Hudson com jogada de cesto e falta possibilitou 12 pontos de vantagem ao FC Porto (47-59), com o Sporting CP mais errático no lançamento e a viver a fase mais delicada na partida.

Teria de ser aos poucos que o Sporting CP poderia pensar na recuperação no marcador. Brandon Johns começou por mostrar esse caminho, com dois pontos e Francisco Amarante concretizou a seguir um lance livre – capítulo no qual a formação verde e branca não foi muito certeira este sábado.

Baixar de uma espécie de barreira psicológica dos sete, oito pontos de desvantagem era uma tarefa que se colocava aos Leões, que tiveram em Claude Robinson um bom desbloqueador, com um excelente triplo.

Mas era preciso mais, pois o FC Porto apostava cada vez mais no jogo perto do cesto, sobretudo em matchups, ou seja, duelos em que a vantagem de estatura favorecia os azuis e brancos.

57-63 era o resultado no final dos terceiros dez minutos, o que deixava tudo em aberto para as decisões nos últimos dez minutos.

Com a necessidade de ir encurtando distâncias, a equipa Leonina continuava a ter dificuldades para pontuar e até a fazer ataques com lançamento.

A missão parecia cada vez mais difícil e 59-70 com 6’00 para jogar transportavam a ideia de que seria preciso uma grande resposta Leonina.

A somar às dificuldades que estava a apresentar no ataque e da linha de lance livre, ainda chegou a aparecer mais uma: a luta no ressalto, com o Sporting CP a não evitar segundo, terceiro e mesmo quarto lançamento ao FC Porto na mesma jogada e no final da partida a padecer do mesmo mal, embora no geral a luta nos ressaltos tenha apresentado números equilibrados entre as duas equipas. 

Stephan Swenson ainda recuperou uma bola e converteu para o 65-72 e depois, a dar tudo, a equipa Leonina forçou mais uma perda de bola sem lançamento ao FC Porto.

Mas faltava marcar, nomeadamente triplos e quando o FC Porto fez uma jogada de lançamento e falta sobre Voytso, desvaneceram-se ainda mais as possibilidades Leoninas de recuperação, pois nove pontos de diferença com 2’32 para jogar seriam de difícil recuperação.

Confirmou-se essa dificuldade – os lances livres continuaram a ser uma pecha Leonina - pese embora todo o esforço dos jogadores do Sporting CP, os lançamentos não entraram com a frequência desejada e não foi possível recuperar no marcador. O jogo terminou com desaire do Sporting CP frente ao FC Porto por 70-81.

Segunda-feira, novo encontro no Pavilhão João Rocha (19h00), com o Sporting CP a procurar empatar a eliminatória diante do FC Porto.

Sporting CP: Brandon Johns Jr. (12), Uwais Razaque, Maleeck Hardden-Hayes (6), André Cruz (6), Miguel Correia, Francisco Amarante (12), Claude Robinson (10), Diogo Ventura [C] (2), João Fernandes (4), Dinis Cherepenko, Malik Morgan (5), Stephan Swenson (13)   

Foto José Lorvão

Francisco Amarante: "Começar da melhor forma os jogos em casa"

Por Sporting CP
22 maio, 2026

Sporting CP recebe FC Porto, este sábado, às 21h30, no jogo um das meias-finais do play-off do título de basquetebol

A equipa de basquetebol do Sporting Clube de Portugal recebe o FC Porto, este sábado, às 21h30, no Pavilhão João Rocha, no jogo um das meias-finais do play-off de atribuição do título de campeão nacional e na antevisão à partida, o extremo Leonino Francisco Amarante projectou o encontro diante dos azuis e brancos, numa serie decidida à melhor de cinco jogos.

“Sabemos que vão ser jogos muito complicados. Esperamos um FC Porto forte, com garra e com vontade de vencer, tal como nós. Acho que os jogos vão ser decididos em detalhes, acho que temos de estar a 100 por cento, tal como temos demonstrado nos jogos que tivemos contra eles. Já lhes vencemos jogos, eles já nos venceram a nós. Acho que conseguimos dar uma resposta positiva ao jogo que perdemos aqui [Liga] depois na final da Taça [de Portugal] e é isso que esperamos, agora, é continuar o trabalho e entrar a 100 por cento, com vontade de vencer”, disse aos meios de comunicação do Clube.

O extremo do Sporting CP abordou a importância do factor casa na eliminatória, com o conjunto verde e branco a ter a possibilidade de realizar mais um jogo perante os adeptos Leoninos, na eventualidade de a série ir para um quinto jogo. Para já, o Sporting CP terá dois jogos seguidos em casa e os Leões querem aproveitar da melhor forma esse factor.

“Conseguimos o factor casa ao longo da época regular e é um factor muito importante começar aqui [Pavilhão João Rocha] os play-offs. Queremos começar bem, queremos começar com casa cheia, com bom apoio da parte dos nossos adeptos. Espero que consigamos dar essa resposta ao apoio deles e começar da melhor forma os dois jogos aqui em casa”.   

Numa equipa que tem valido pelo seu todo, o sentido colectivo é predicado para manter nos jogos que se aproximam.

“Tem sido um ponto positivo a nosso favor podermos todos contribuir, estarmos todos a 100 por cento dentro do campo acho que tem ajudado muito aos nossos resultados mantermos isso em termos colectivos e todos contribuirmos. É esperar continuar dessa forma”.

Foto Isabel Silva

Sérgio Ramos: "Ganhámos bem"

Por Sporting CP
15 maio, 2026

Adjunto analisou a partida que carimbou o acesso às meias-finais da Liga

Após a partida em Esgueira, Sérgio Ramos mostrou-se satisfeito com a passagem do Sporting CP às meias-finais da Liga, mas fez questão de elogiar o adversário, que mostrou argumentos perante o seu público e "tornou difícil a vitória" dos Leões.

"Foi um jogo bastante equilibrado. Temos de dar os parabéns ao CP Esgueira, que lutou muito. Mesmo quando esteve a perder por 25 pontos, nunca deixou de lutar”, começou por referir o treinador-adjunto, em declarações ao Jornal Sporting. Já numa análise mais alargada à partida, Sérgio Ramos considerou que os Leões começaram a construir o triunfo na recta final da primeira parte.

"Distanciámo-nos no final do segundo período através de um melhor controlo do ressalto defensivo e de algumas saídas rápidas para o contra-ataque, que nos permitiram marcar pontos fáceis e chegar ao intervalo com 12 de vantagem", explicou, destacando também o forte arranque no terceiro quarto.

"Começámos muito bem a segunda parte, a defender muito bem, a ganhar ressaltos e a dominar a tabela defensiva. Isso permitiu-nos marcar muitos pontos em transição e ganhar uma vantagem confortável", acrescentou, antes de admitir alguma quebra posterior, que devolveu ao resultado maior equilíbrio. 

"Relaxámos um pouco, o CP Esgueira reagiu e teve mérito também, porque marcou lançamentos difíceis e alguns triplos em contra-ataque", frisou. Ainda assim, e apesar da boa resposta da formação da casa, Sérgio Ramos considerou o resultado justo.

"Na parte final, acabámos por conseguir controlar bem o jogo e penso que ganhámos bem", atirou, virando por fim atenções para uma "meia-final difícil" frente ao FC Porto.

"É uma excelente equipa, mas nós estamos preparados. Temos vindo a melhorar, estamos mais competitivos e com os conceitos ofensivos e defensivos bastante consolidados. A equipa está motivada e confiante para competir", terminou.

Foto Isabel Silva

Leões nas meias-finais da Liga

Por Sporting CP
14 maio, 2026

Basquetebol vence o CP Esgueira por 73-85

A equipa masculina de basquetebol do Sporting Clube de Portugal carimbou esta quinta-feira a passagem às meias-finais da Liga, ao vencer o Jogo 2 dos quartos-de-final frente ao CP Esgueira por 73-85. Depois da vitória clara alcançada no Pavilhão João Rocha, os Leões confirmaram a sua superioridade e fecharam a eliminatória em apenas dois jogos. Firmes na luta pelo título, os Leões de Luís Magalhães vão medir forças com o FC Porto nas meias-finais do play-off, agora já à melhor de cinco partidas.

Em Esgueira, num pavilhão sempre ruidoso e perante um adversário competitivo, o técnico verde e branco apostou de início em Brandon Johns, Maleeck Harden-Hayes, Francisco Amarante, Claude Robinson e Stephan Swenson. A partida arrancou num ritmo elevado, repartida e equilibrada nos minutos iniciais (6-4), mas com ambas as equipas algo apressadas no ataque.

Maleeck Harden-Hayes assinou o primeiro triplo do encontro, já perto dos quatro minutos (6-7), e Francisco Amarante seguiu-lhe o exemplo para estabelecer a maior vantagem até então (6-10). O CP Esgueira respondeu também da linha exterior (9-10), mas Stephan Swenson mostrou-se igualmente inspirado: primeiro, com uma ‘bomba’ para o 9-13 e, depois, com uma bandeja que ampliou a diferença para 9-15.

Ainda assim, os anfitriões mantinham-se por perto (12-15) quando, saído do banco, André Cruz protagonizou uma jogada de 2+1 (15-18). Já Uwais Razaque brilhou com um grande desarme no garrafão verde e branco, lance que Brandon Johns concluiu do outro lado com um gancho na área pintada (15-20).

Malik Morgan, com mais um lançamento triplo, voltou a esticar a vantagem (18-23) e, muito competente também no capítulo defensivo, o Sporting CP fechou o primeiro quarto com sete pontos à maior (18-25), depois de somar dez ressaltos nos dez minutos inaugurais e 100% de eficácia nos lançamentos de dois pontos.

O CP Esgueira apareceu melhor no arranque do segundo quarto, muito combativo nos ressaltos, mas Maleeck Harden-Hayes respondeu com um lançamento para o 20-27, antes de os anfitriões reduzirem novamente da linha exterior. Com cerca de três minutos jogados e um resultado mais equilibrado no marcador (23-28), o técnico da casa pediu o primeiro desconto de tempo da partida.

Os Leões movimentavam-se bem sem bola e encontravam soluções através da circulação ofensiva, com Malik Morgan a concluir uma jogada paciente do Sporting CP com mais um triplo (23-31). Ainda assim, com cinco minutos por jogar, a equipa verde e branca denotava algumas dificuldades no controlo da tabela. Foi então que Francisco Amarante, com um lançamento em suspensão, e Claude Robinson, da linha de lance livre, colocaram o Sporting CP com oito pontos de vantagem (27-35). O CP Esgueira respondeu com um afundanço, mas Diogo Ventura acertou novo triplo e voltou a aumentar a diferença (29-38).

O parcial do segundo período mantinha-se equilibrado (33-40) e o CP Esgueira continuava a dar luta: com mais um lançamento exterior, os anfitriões até reduziram a diferença para quatro pontos, mas Maleeck Harden-Hayes respondeu de imediato, aproveitando da melhor forma uma boa assistência de Brandon Johns. Nos segundos finais da primeira parte, o Sporting CP voltou a controlar a tabela defensiva e, com Francisco Amarante a assistir para o afundanço de Maleeck Harden-Hayes e Brandon Johns a somar novo gancho na área pintada, os Leões 'descolaram' e recolheram aos balneários com um mais confortável 36-48.

No regresso para o segundo tempo, o CP Esgueira até foi a primeira equipa a pontuar, mas Brandon Johns, com um fade away, levou o Sporting CP à meia centena de pontos (38-50). Logo depois, o norte-americano concluiu uma jogada de dois pontos com falta no lance seguinte (38-53) e os Leões arrancaram para um parcial muito positivo - mais confortáveis no jogo interior, rapidamente avolumaram a vantagem para 19 pontos, com cerca de três minutos no terceiro quarto (38-57).

Apesar do desconto de tempo pedido pelo CP Esgueira, o Sporting CP continuava de mão quente da linha exterior e, primeiro por Francisco Amarante e depois por Stephan Swenson, ampliou mesmo a diferença para uns expressivos 25 pontos (38-63).

Esse arranque demolidor da equipa verde e branca no segundo tempo acabou por ser decisivo, porque a formação da casa conseguiu reencontrar-se com as suas soluções ofensivas e voltou, sobretudo, a ‘acertar’ na defesa da sua tabela (51-67). Assim, a dois minutos do final do quarto e depois de um parcial de 9-0 favorável ao CP Esgueira, Luís Magalhães pediu um pouco eficaz desconto de tempo, já que os Leões não regressaram bem desse time-out e continuavam a sentir dificuldades para ultrapassar a agressividade defensiva dos anfitriões.

Com três triplos consecutivos, o CP Esgueira, que venceu mesmo o terceiro período, foi reduzindo perigosamente as diferenças e voltou a entrar na discussão do resultado (57-67).

Já o Sporting CP, que acumulava turnovers nesta fase, continuou a revelar dificuldades no arranque do último quarto (60-67), até que Stephan Swenson, com um importante lançamento da linha exterior, devolveu alguma tranquilidade aos Leões e travou o ímpeto da formação aveirense (60-70). Francisco Amarante, em suspensão, e novamente o belga, a assumir protagonismo nesta fase com um ressalto ofensivo e uma bandeja, ampliaram depois a vantagem verde e branca para 60-74 e obrigaram o técnico da casa a pedir novo desconto de tempo.

Com muita luta nos ressaltos e um jogo cada vez mais físico nos minutos finais, o cronómetro foi avançando sem alterações no marcador, impasse que o CP Esgueira desfez aos 35 minutos, da linha de lance livre, na sequência de uma falta técnica (61-74).

Francisco Amarante e Maleeck Harden-Hayes voltaram então a cimentar a vantagem e colocaram o Sporting CP novamente com 17 pontos à maior (61-77), embora a equipa da casa nunca tenha deixado de discutir o resultado (65-78). João Fernandes respondeu com o primeiro triplo da sua conta pessoal e, pouco depois, recuperou a bola para afundar e fazer um importante 65-83.

Até final, o CP Esgueira continuou a mostrar argumentos e manteve a intensidade perante o seu público, mas não conseguiu evitar a vitória do Sporting CP (73-85), construída a partir da consistência verde e branca e dos contributos individuais de jogadores como Francisco Amarante, Brandon Johns, Stephan Swenson ou João Fernandes, decisivos em diferentes momentos da partida.

Sporting CP: Brandon Johns (13), Maleeck Harden-Hayes (13), Francisco Amarante (15), Claude Robinson (3), Stephan Swenson (17), Uwais Razaque (1), Miguel Correia, Diogo Ventura [C] (5), André Cruz (3), João Fernandes (5), Dinis Cherepenko e Malik Morgan (10). Treinador: Luís Magalhães.

Foto Isabel Silva

André Cruz: "Desde o primeiro minuto não podemos entrar relaxados"

Por Sporting CP
13 maio, 2026

Sporting CP joga esta quinta-feira (21h30) em casa do CP Esgueira o jogo dois dos quartos-de-final do play-off

A equipa de basquetebol do Sporting Clube de Portugal joga esta quinta-feira em casa do CP Esgueira, a partir das 21h30, o jogo dois dos quartos-de-final do play-off do título de Campeão Nacional. Os Leões estão a um triunfo de passarem às meias-finais.

Na antevisão à partida, o extremo André Cruz vincou que não são esperadas quaisquer facilidades em casa da equipa do distrito de Aveiro. “O CP Esgueira é uma equipa muito forte em casa e nós já sabemos que este ano nos ganhou lá e ao FC Porto também. Apesar de termos ganho por 40 pontos cá, sabemos que é uma equipa que lá [casa do CP Esgueira] é muito mais forte e, por isso, desde o primeiro minuto não podemos entrar relaxados”, referiu aos meios de comunicação do Clube.

Afinar alguns pormenores da estratégia por voltar a vencer a formação do CP Esgueira foi o plano Leonino na preparação da partida. “A preparação tem sido igual. Quer ganhemos ou não, a preparação mantém-se a mesma em todos os jogos, vamos rever alguns pormenores em que não estivemos tão bem e esperar corrigir isso no próximo jogo”, frisou.

O basquetebolista internacional português do Sporting CP sabe, ainda, da importância do apoio dos Sportinguistas num jogo que pode ser de decisão.

“Sabemos que Aveiro é uma terra de basquetebol, sempre que vamos jogar lá os pavilhões estão cheios, mas isso é o que gostamos. Ter o pavilhão cheio dá-nos outra energia e a equipa gosta muito de jogar nesses ambientes. Sabemos que há Sportinguistas espalhados por todo o país e esperemos que, num jogo em que podemos passar à próxima fase, possamos contar com os Sportinguistas da zona”, perspectivou André Cruz.

Foto Isabel Silva

Ivan Kostourkov: "Ganhámos uma batalha"

Por Sporting CP
10 maio, 2026

Técnico adjunto no rescaldo ao Jogo 1 dos quartos-de-final

No final do expressivo triunfo frente ao CP Esgueira, no Jogo 1 dos quartos-de-final do play-off da Liga, Ivan Kostourkov destacou a boa exibição do Sporting CP, mas reforçou que a eliminatória não está ainda decidida.

"Ganhámos um jogo, o resultado não é importante nisto. Agora, temos uma deslocação a um campo difícil", começou por dizer o treinador-adjunto, em declarações à Sporting TV, satisfeito com a exibição verde e branca. "Jogámos muito bem, estamos muito saudáveis, a equipa fez 30 assistências, tivemos uma boa percentagem de triplos e, principalmente, defendemos bem. A nossa equipa é uma das melhores da Liga a defender e isso dá-nos a possibilidade de sonhar com todos os títulos possíveis", atirou o técnico.

Apesar da ambição, Ivan Kostourkov lembrou que este foi apenas o primeiro passo rumo ao objectivo pretendido. "Ganhámos uma batalha. Na próxima quinta-feira, às 21h00, jogamos outra e, se passarmos, são mais oito batalhas até final", frisou o búlgaro, que garantiu que o grupo está totalmente focado na missão.

"Os jogadores estão cientes do que pretendemos, do que queremos e onde queremos chegar. Portanto, estamos todos a trabalhar nesse sentido", concluiu.

Também André Cruz valorizou a entrada forte do Sporting CP na eliminatória e lembrou a importância de vencer em casa, num duelo decidido à melhor de três jogos. "Perder um jogo tornaria a nossa tarefa muito mais difícil. Como íamos começar em casa, sabíamos que não podíamos deslizar", começou por dizer o internacional português.

O extremo verde e branco considerou determinante a forma como os Leões construíram uma vantagem larga logo nos dois primeiros quartos.

"Ao intervalo, tínhamos já uma vantagem muito grande, de 16 pontos, o que nos permitiu abordar o resto do jogo de forma diferente. Estou muito feliz pela vitória", sublinhou, antes de destacar o ambiente positivo no seio do grupo.

"As vitórias ajudam sempre a equipa. Vimos de dois troféus conquistados e sinto que a química do grupo está em alta. Isso, depois, vê-se dentro do campo", rematou.

Foto Isabel Silva

Arranque demolidor

Por Sporting CP
10 maio, 2026

Vitória sem espinhas no Jogo 1 do play-off (109-67)

A equipa masculina de basquetebol recebeu e venceu o CP Esgueira por 109-67, no Jogo 1 dos quartos-de-final do play-off de apuramento de campeão. Com o terceiro título da temporada no horizonte, os Leões de Luís Magalhães entraram com o pé direito na fase de todas as decisões e, com uma exibição a roçar a perfeição, deram uma cabal demonstração da ambição do grupo.

Ainda antes da buzina inicial, Diogo Ventura, Dinis Cherepenko e Rui Palhares, todos a recuperar de problemas físicos, subiram à quadra para exibir aos Sportinguistas a Taça Hugo dos Santos, conquistada no passado fim-de-semana, perante o aplauso de um Pavilhão João Rocha bem composto.

O técnico verde e branco apostou em Brandon Johns, Maleeck Harden-Hayes, Francisco Amarante, Claude Robinson e Stephan Swenson de início, mas até foi o conjunto visitante, sétimo classificado da fase regular, a entrar melhor na partida e a assumir a primeira vantagem (3-4). Com pouco mais de minuto e meio jogados, Maleeck Harden-Hayes surgiu bem debaixo do cesto e colocou o Sporting CP na frente (5-4).

O CP Esgueira respondeu de imediato e voltou a passar para a frente com um triplo, mas Francisco Amarante restabeleceu a igualdade (7-7). A formação de Aveiro continuava certeira no lançamento exterior e recuperou novamente a liderança, até Claude Robinson, com uma bandeja, ‘roubar’ a vantagem para os verdes e brancos (11-10).

O equilíbrio manteve-se durante largos minutos (13-13), até que a partida entrou numa fase de momentânea ineficácia ofensiva. João Fernandes, da linha de lance livre, desfez a igualdade já dentro dos últimos três minutos do período (14-13), mas o CP Esgueira continuava de mão quente e, com dois triplos consecutivos, cavou a maior diferença do encontro até então (14-19).

Maleeck Harden-Hayes respondeu na mesma moeda e reduziu para 17-19, mas os visitantes continuavam muito eficazes nos vários momentos do jogo e dificultavam a tarefa Leonina (21-21). Nos instantes finais do quarto, porém, Malik Morgan assumiu protagonismo e lançou definitivamente o Sporting CP para a frente: primeiro, com um lançamento de curta distância e, depois, com um triplo, antes de Miguel Correia também converter da linha de lance livre.

Este crescimento permitiu ao Sporting CP fechar o primeiro período já em vantagem mais confortável (27-21), até porque o segundo quarto arrancou com menos pontos e muitos lances livres pelo meio (30-21).

Aos dois minutos, André Cruz, em suspensão, fez o 32-21 e obrigou o técnico do CP Esgueira a pedir o primeiro desconto de tempo da partida. Os visitantes tentavam reagir, mas só ao fim de três minutos marcaram os primeiros pontos do período (32-23). Já o Sporting CP controlava a diferença, que foi crescendo gradualmente ao longo dos minutos (39-27).

Com novo triplo, Maleeck Harden-Hayes elevou a vantagem Leonina para doze (42-30) e, apesar da curta resposta aveirense (42-34), Malik Morgan voltou a mostrar extrema eficácia no lançamento exterior (45-34).

Já dentro dos últimos dois minutos de um quarto muito forte, Francisco Amarante colocou o Sporting CP na marca dos 50 pontos (50-37) e, pouco depois, assinou mais um grande triplo. André Cruz, da linha de lance livre, fechou o resultado ao intervalo, com os verdes e brancos a recolherem aos balneários na frente por expressivos 57-41.

Maleeck Harden-Hayes entrou a todo o gás no terceiro quarto e, com um triplo e uma bandeja, ampliou rapidamente a vantagem Leonina para 62-44. Pouco depois, Stephan Swenson juntou-se à festa com dois triplos consecutivos, empurrando o Sporting CP para uma diferença demolidora e obrigando o CP Esgueira a pedir novo desconto de tempo ainda antes dos quatro minutos jogados (72-44).

Sem grande história, mas com enorme eficácia no lançamento exterior e domínio claro das tabelas, os verdes e brancos continuavam a alargar a vantagem. Claude Robinson estabeleceu a diferença nos 30 pontos (79-49) a 2’39 do fim do período e, sem abrandar o ritmo, o Sporting CP entrou nos derradeiros dez minutos a vencer por expressivos 82-50.

O quarto período começou com André Cruz em destaque, a abrir com mais dois pontos para o 84-50, enquanto o relógio ia correndo com os Leões sempre intensos e concentrados. Do outro lado, o CP Esgueira tentava travar as ofensivas Leoninas, mas sem grande sucesso (89-52).

A três minutos do final, André Cruz arrancou aplausos ao converter uma jogada de ponto e falta e elevou a vantagem para 94-57. Logo depois, Uwais Razaque assinou uma excelente penetração em drible e Stephan Swenson apareceu com mais uma bandeja para o 98-60.

Apesar de novo desconto de tempo pedido pelo técnico visitante, o Sporting CP continuava determinado em ultrapassar a barreira dos 100 pontos e conseguiu mesmo: Uwais Razaque converteu um lance livre para o 99-63 e Stephan Swenson tratou de assinalar o momento com mais um triplo certeiro, que fez explodir o Pavilhão João Rocha (102-65).

André Cruz seguiu-lhe o exemplo com outra ‘bomba’ da linha exterior, antes de o base belga, em tarde inspirada, voltar a acertar de fora para um muito celebrado 108-67. Já da linha de lance livre, Claude Robinson fixou o 109-67 final, resultado que espelha na perfeição a entrada autoritária do Sporting CP de Luís Magalhães neste play-off.

Sporting CP: Brandon Johns (6), Uwais Razaque (6), Maleeck Harden-Hayes (20), Miguel Correia (1), Francisco Amarante (13), Claude Robinson (12), André Cruz (19), João Fernandes [C] (8), Malik Morgan (10) e Stephan Swenson (14). Treinador: Luís Magalhães.

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